Mostrando postagens com marcador fecundação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fecundação. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de julho de 2013

No destino, o Amor

Quer ser um pré-destinado?

O destino não é bom ou mal, ele apenas vem.

Afirme-se em seu destino sendo fiel aos princípios escolhidos.

Na escolha consciente da ação, qualidade e direção, que sustenta a visão, intenção que fecunda valores,

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Da fecunda abertura do Amor

Amor é quando um Ser se abre ao Outro para uma fecunda interação.

Na superação de todos os medos, coragem de se entregar à vida em todo seu esplendor e potência,

sábado, 24 de dezembro de 2011

Amor metadados - lançando os dados da meta

Amar é pedir licença à saudade para se jogar além da lembrança na memória de cada instante, eternizando-se em ação, fecundando palavras, dando sentido ao vazio que nos abriga.

Alea jacta est - os dados estão lançados.

Amar é determinar como o fluxo - aparentemente aleatório - nos perpassará e como perpassaremos o fluxo.

Dar um sentido à nossa passagem, eis nosso livre arbítrio: dar um sentido ao destino - a começar pelo nosso.

Dar valor aos dados: tanto às unidades de informação, quanto à sorte, fortuna que nos sorri e se oferece à dança da vida.

No fluxo do sentido que damos ao fluxo,

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A Luz que conduz o Amor

A Luz do Amor mostra o caminho e confirma a procedência de toda manifestação.

É como se fosse o encontro da reta razão de Kant com a vontade de poder de Nietzsche, fecundando um Amor tanto holístico, quanto sistêmico, spinozista por assim dizer.

Na vontade que encontra seu caminho, canalizada pela razão, auto-manifestação luminosa da vida em suas partes emoção e razão,

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Eros, impulso do Amor para um novo mundo

Há momentos onde se está tão cheio de Amor para dar que se poderia fecundar um novo mundo: é a hora de se libertar o Eros que já não cabe em si.

Vai Amor, tão complexo e tão fácil, seguindo pela rede ao encontro da mulher secreta que tanto desejo desperta.

Ouço calado o pulsar do desejo e em meio aos gemidos de prazer, percebo sussurros de dor: é a Terra que sangra em meio aos orgasmos múltiplos dos que se contorcem entre extremos, dos que são reféns do prazer e da dor; do nascimento e da morte; da alegria e do horror.

Vai Amor, não mais ao encontro desta fêmea que me extasia, mas encontra a mulher que se esconde em cada um de nós, nossa parte que sabe cuidar, sustentar e da qual o planeta, sofrido e abandonado, tanto carece.



Chega de êxtase, o planeta quer é viver.

Enalteçamos e elevemos nosso Eros, não neguemos nossa essência, pois somos no devir e devemos confirmar nossa natureza desejante.

Não podemos mudar o que, mas o como; não mudamos os objetos, mas podemos mudar o sujeito e nossas relações.

No Eros, impulso que transforma todas as mulheres do mundo na mãe Terra, fecunda pelo Pai Cosmos, Eu Sou,

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Haiku do Amor

Amor criador

é os olhos do mundo

Amor fecundo


Amor semente

disseminação do bem

sem olhar a quem


Alma floresce

exala o aroma

Do Ser ascese


Amor é lindo

contemplação do Uno

escada do Ser


No 5-7-5, esquema do Amor que permeia sílabas e células no ritmo eterno e belo da verdade de nós,

sábado, 17 de julho de 2010

Amor, ato criativo

Amor é a abertura de Ser, fissura que deixa irromper o artista em nós e que faz de nossa vida uma obra-prima: é a moldura, a tela, a tinta, o pincel, o objeto, o autor; mas sobretudo, é o espaço que une tudo isto com harmonia e equilíbrio que resultam na beleza ao longo do tempo a ter com a eternidade em cada momento.

Se não pintas ou escreves e não queres ao menos ousar, tudo bem, trabalhas e tens teu par - já podes aí se lapidar e polir a jóia bruta a cada despertar.

E quando o par ímpar fizer, todos ganham se de fato houver Amor entre o homem e a mulher.

O Amor gera na fecundação a beleza da divindade, o equilíbrio da natureza e a harmonia do Ser, o malgam que eterniza toda a philia.


Na beleza do orgasmo, verdadeiro ato criativo,

O livre arbítrio do Amor

Eros é nossa liberdade, impulso múltiplo e infinito que temos a liberdade de canalizar e direcionar conforme nossa vontade, poder e interesse/curiosidade.

É na intenção e motivação então que reside a verdadeira liberdade e não no exercer do impulso, ao qual somos, na prática, atados e do qual somos, em suma, reféns.

O paradoxo reside em desapegar-se desse amor-próprio ao impulso e a uma ilusão de si, pequeno reflexo do Todo de nosso Ser, para se encontrar com seu alter realizando a ascese e a expansão do Ser.

É no cultivo do Ágape - condução do impulso - à esferas mais elevadas que realizamos a philia - união - com nosso alter, outro em si e em nós, conduzindo o impulso primordial para se retro-alimentar em um processo fecundo, expandindo, potencializando e engrandecendo o amor-próprio ao Ser.


No ciclo do Amor fati - antídoto à Força Schopenhaueriana - livre arbítrio que confirma o Ser,

terça-feira, 29 de junho de 2010

O grande momento na história do Amor

Não se pergunte o que o Amor pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo Amor.

Eis a fecundação do Amor-em-si, momento de conscientização, eternidade presente.

No dar que é receber,

segunda-feira, 15 de março de 2010

Os limites do Amor

Apesar do Amor ser eterno e infinito, necessita de limites para poder transbordar e assim fertilizar e fecundar.

Amor é canalizar para superar os limites, próprios e o da união e do Todo.

Na maré do Amor, limite que dança com o nascimento e a morte no compasso que é viver,

sábado, 25 de julho de 2009

Só Amor - múltiplo e uno

Só, perdido, me encontro.
Solteiro, me fecundo.
Busco a unidade-base antes do Outro.
Só, assim se consegue levar amor ao mundo.

O Outro passa a ser Eu,
na realidade nós,
não há barreiras,
só, apenas uma voz.

A unidade sussurra
o que todos no fundo já sabem,
amor incondicional,
a chave do progresso, ordem natural.
[vitória do bem contra o mal]

Ouça o grito do silêncio de seu Ser,
faça cair os véus e irás ver
a divina face da unidade
resplandecente em toda multiplicidade.

No verso do Amor, rima da eternidade,