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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Amor, intenção pura que dá frutos

Vi essa árvore crescer,
o tempo passar,
histórias ramificar,
vida se suceder.

Na semente que dá frutos,

sábado, 31 de dezembro de 2011

Amor, o verdadeiro tutano do Ser

O Amor é capaz de regenerar até os ossos, pois é preciso reinventar nossas estruturas para alçar vôos mais altos.

Para uma árvore se lançar ao céu, alcançar o topo e dar os melhores frutos deve descer às maiores profundezas onde se encontram os melhores e mais puros nutrientes - para subir é necessário descer.

O Ser é passagem, devir, ascese que principia na descida à Terra. Der Übermensch ist Untergang, como diria Nietzsche.



Do tutano à áurea, tudo é essência, corpo, fala, mente.

Largue o osso e flua com a vida, sem rumo, mas com o destino em mente, ancorado no coração.


Que em 2012 possamos renascer para uma vida de eterno Amor!




O novo só nasce quando o velho morre: dê aDeus (a)o seu ego e viva a plenitude da conexão com o Todo da vida - sem medo, sem joguinhos, sem receios. Entregue-se à vida que a vida se entrega a ti.

Brilhe e ilumine sua escuridão com o calor de seu coração.

No vazio luminoso ao qual damos forma em nossa interação,

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Amor, árvore da vida

Nada mais que um devaneio,
Em torno,
No meio,
Que sono,

Eu só.

Acordo. Realizo,
Não estou mais sozinho.
Há outros solitários,
Estranhos no ninho.

E a árvore da vida a girar.

Na conexão do coração que nos tira da solidão auto-infligida de nosso ego,

segunda-feira, 15 de março de 2010

Amor reflexo

Diz um ditado budista que a vida é um espelho, não uma janela.

O Amor torna a imagem espelhada mais viva, bela e clara, faz-nos refletir o melhor de nós ao nos possibilitar cultivar a paz que começa em nós e dá frutos à Todos.

Na árvore do conhecimento cuja raíz é o Amor,

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Amor ideal

Identifico o Amor com a concepção platônica do mundo das idéias, que abarca tanto o movimento de Heráclito, quanto a eternidade imutável de Parmênides (se é que posso expressar assim).

O Amor compreende tanto a essência em sua desenvoltura e desdobramento, quanto em seu estado latente.

No exemplo da árvore, em cuja semente já está contida todo o seu potencial até seu perecer, é ideal para demonstrar como tanto a eternidade imutável de sua essência árvore, quanto o movimento de seu crescimento constituem a idéia que se faz sobre a árvore em si e que abarca todo o espaço e tempo compreendido por sua existência, desde a semente até o seu tombamento e transformação em adubo, papel, mobília, enfim, celulose.

Assim é o Amor: pleno potencial a abarcar um infinito inimaginável de possibilidades e alcançável apenas pela mais pura fé e devoção.

Ao se enxergar algo - o Outro, uma situação, a natureza -, olhemos sempre para o seu lado semente e seu potencial copa florida e reguemos com nosso amor a expansão em busca do pleno potencial.

Amar é ter esta disposição interior de ser o jardineiro de tudo e de todos; é brilhar como o sol, regar como a chuva, adubar sempre e podar carinhosamente quando necessário.

No amor,