Mostrando postagens com marcador karma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador karma. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de julho de 2013

O Amor doa

DOA
- imagina que és um copo cheio de água
e que te curvas ao Sol;
neste movimento, és catarata,
te derramas a preencher teu mundo com o conhecimento que recebestes de todo universo
- E ENTÃO ESTÁS LIVRE NOVAMENTE PARA RECEBER MAIS.

Na Lei que tudo rege,

segunda-feira, 22 de julho de 2013

A bênção, o caminho, o Amor

Amor é tanto a forja pura de suas habilidades de lidar com situações que desafiam teu Ser e o moldam, quanto as definições de teus quereres e valores - vale ouro e qualifica tua meta.

Benção não é o que recebemos - isso é karma -, mas o que fazemos com o que temos (recebemos e cultivamos), eis o divino que se manifesta na caminho de nosso dharma, nossa escolha pessoal e intransferível.

No caminho que faz sentido, ganho que se obtém quando se entrega tudo ao Amor,

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Eternidade, caráter do Amor

Caráter é destino e este tão sustentável quanto a tomada de consciência de suas ações e conseqüências - deliberando o próprio karma ergue-se seu dharma, este caminho que nos liberta e engrandece; é como se houvesse uma semente de eternidade na ação benevolente, reflexo da atenção plena da mente à pura motivação do coração.

Caráter vem do Latim CHARACTER, do Grego KHARAKTER, “marca gravada, sulcada”, metaforicamente “marca, impressão ou símbolo na alma”, “qualidade que a define”, de KHARASSEIN, “gravar”, de KHARAX, “instrumento pontiagudo”, do Indo-Europeu GHER-, “riscar, sulcar”. (fonte - www.origemdapalavra.com.br)

No Amor, plenitude do Ser,

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Três picos do Amor

Três máximas de como deixar o Amor fluir.

1. cada um tem seu próprio karma, busque o seu e deixe o caminho dos outros pros outros

2. regozije pelo outro; tenha prazer ao ver se completando um ciclo que vc ajudou a iniciar - sua vez chegará também aqui

3. tente dar sem esperar em troca e regozijar com a vitória alheia - essa já será sua maior vitória

No dharma que é puro Amor,

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Amor, verbo sustentável direto atemporal

O imperfeito não participa do passado nem da evolução vigente;
liberto da causa-efeito,
o presente se torna ação consciente,
moldando um futuro mais que perfeito.

A legião do Amor conjuga os tempos,
abre e desdobra os espaços,
redimensiona os verbos,
eleva seus resultados.

Na conjugação da sustentabilidade, relação direta entre sujeito-objeto, ação em si,

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Amor à sombra

Don't underestimate the power of your shadow: don't reject it, accept it; don't fear it, use it to overcome thyself.

A sombra é a projeção da realização de nossa Luz ao encontrar um obstáculo.

Neste sentido é nossa amiga, companheira de jornada quen nos indica o que há de ser removido para alcançarmos nossa plenitude, sendo de fundamental e vital serventia na ascese de nosso Ser rumo à iluminação.

A jornada do herói passa pela integração de nossas limitações que, no óbvio, são nossas limitações, falhas e fraquezas, mas no sublime se transformam em nossa redenção, fortaleza e canalização para a plenitude e perfeição.

Este poder do lado negro não deve ser subestimado, muito menos recalcado, mas amorosamente conduzido à integridade de nosso Ser sob a égide de nossa Luz: a desconstrução deve servir a um plano de construção superior e maior que o dualismo reinante e que, ao medir forças ou negá-las, apenas fortalecemos os obstáculos que são absorvidos e incorporados por nossa sombra que ganha vulto e uma pseudo-independência.

Independência porque passa a agir e estar, aparentemente, no controle; pseudo, porque a Luz de nossa consciência, por mais ínfima e retraída que esteja sempre há de facilmente iluminar a escuridão de nossa ignorância e, alimentada, re-acolhê-la por inteiro.

Pois é como diz Marianne Williamson no livro "Efeito Sombra": "Para a sombra, a Luz é um inimigo. Mas para a Luz a sombra não é nada, simplesmente não existe".

Por vezes, a maioria delas, projetamos nos outros sombra e neste exterior nossos obstáculos, atitude que nos prende cada vez mais ao Karma e ao mundo ilusório, afundando-nos no oceano do sofrimento, incapazes de encontrar nossa salvação em nós mesmos, muito menos de auxiliar os outros, reféns, todos, de uma derrota que se repete geração por geração.

Tanto pessoas, como marcas, governos e instituições, quanto a própria rede - a web e a vida em si - devem cuidar de suas so(m)bras: padrões repetidos, insucessos, perdas, resíduos indesejados, falhas, frustrações.

Nunca negando, sempre aceitando, aprendendo, revendo, reciclando e, principalmente, integrando: cometendo novos erros para ter novos aprendizados e assim novos acertos ampliando nossos horizontes e expandindo nossas fronteiras.

Harmonizar pontos fortes e fracos e integrá-los de maneira superior para identificar nos momentos da vida oportunidades ante às ameaças inerentes.

Sob os auspícios da cruz cardinal que se forma hoje, no dia 06.08.2010, no céu e há de se manifestar através de nós aqui na Terra.

Essa cruz cardinal é formada por Saturno em Libra, Jupiter em Áries, Plutão em Capricórnio e a Lua em Câncer; traduzindo por alto: teremos o surgimento, por bem ou por mal, de um novo começo grandioso ao rompermos com estruturas falidas a partir do reconhecimento, transmutação e descarte daquilo que não nos serve mais, externado, positiva ou negativamente, por nossas emoções.

domingo, 4 de julho de 2010

Sobre o Amor

Amor independente é conscientemente interdependente; o Amor interdependente é conscientemente independente.

Amor é interdependência externa e independência interna, a sabedoria da mente-coração que discerne e age.

Descendemos do Uno, espaço básico, caos que tudo abarca e do qual tudo origina.

No princípio não há diferenciação, é após a concepção que o conjunto de forças externas (karma) e internas (vontade) dá forma ao secreto (potencial que somos e devemos nos tornar) e particular, no início da interação da vida que é pulso de força, potência em ato; inter-ação, onde não deve haver re-ação, mas apenas trocas equânimes de ações afirmativas do Ser em busca do Uno, unidade em nós.

Nosso Ser, segundo estágio de diferenciação do princípio, não tem fim, é eterno re-começo em busca da plenitude, do voltar-se ao Todo, do achar-se-a-si.

É o olhar ativo que es-colhe o caminho do religare, da re-união através do corpo, fala e mente convergidos no coração; é a confirmação da ascece (Eros), da beleza (Ágape) e do bem (Philia).

Caímos para nos levantar, a começar a contemplar a origem, pois vida é movimento de reunião à nós mesmos e ao Todo; o mal é estagnação e isolamento egoísta, tem origem na passividade e se confirma na es-colha errônea, impensada, não-sentida, não-intuída, que não converge ao Todo, mas prioriza uma das partes e gera distinção entre o Eu e o Outro.

Cada ato nosso deve conter nossa origem pré-distinção e deve convergir à harmonia e à união.

Devemos conduzir-nos e almejar sempre o topo – altiora semper petens – comungar com o Todo, com-unidade, lado-a-lado, equânimes, deixando a alma ser o farol, o corpo o barco, a chegada o êxtase e o mapa (astral) o destino; ágape, eros, philia e fati, respectivamente.

Só no Amor, princípio, meio e fim,

sábado, 25 de julho de 2009

Amor e desapego

Desapego não é indiferença, tampouco falta de amor.

O apego é do ego. Posse.

Amor de verdade é infinito, sem fronteiras, é livre e deixa ser livre.

Por Amor você deixa de lado o ciúmes e, mais do que isto, fica feliz pelo outro.
De verdade.

Se a felicidade do outro é com outra pessoa, então vá. Por que torturar aos dois ou até aos 3 apenas por uma parte de si? Egoísta isto no fundo.

Você pode parar agora e se perguntar: mas por que a outra pessoa pode exercer o seu desejo – mascarado de vontade de poder, que é o desejo do Eu superior, o desejo elevado, uma nota acima do instintivo, rumo ao divino – enquanto eu sofro e fico só?

Aqui, primeiro, uma ressalva: a dor é inevitável, o sofrimento não. Toda separação irá causar dor, mas revivê-la e ficar sofrendo é opcional e nada tem a ver com Amor. Pelo contrário, sofrimento apequena, contrai, Amor engrandece, expande.

E ficar só em uma situação onde o outro não quer simplesmente ficar conosco é melhor do que ficar mal acompanhado. Isto, dito de maneira horizontal, popular. Verticalizando a análise, poder-se-ia afirmar que as vibrações e energias já não mais se alinham harmonicamente, que o karma se exauriu.

É chegada a hora de agradecer pelos bons momentos e aprender com a situação. Sempre se aprende, este é o capricho do Amor, conhecimento puro, conquista constante, socrático na essência.

Temos também a mania de mal-dizer o outro de nosso Amor, aquele com quem o nosso ser amado está ao invés de estar conosco: pois digo que deixemos de fazer isto. Se é isso que se escolheu, deve-se respeitar o livre arbítrio alheio; talvez sejam os valores e situações que o amado curta de verdade.

Que se regozije por ter encontrado aquilo que de fato lhe satisfaz. Neste movimento, enchemo-nos os pulmões de amor oriundo deste regozijo, banhado por compaixão pelos laços terem acontecido e partido, certos de que somos todos Um na equanimidade do Amor. E que sabemos tão pouco sobre Ele, o Amor, com quem tanto aprendemos a Ser, deixando de lado o aspecto infantil e primitivo para aprender a verdadeiramente Amar como adultos e humanos, em busca do Übermensch.

Amor é a reunião do amor de um, com o amor de outro e a soma em um Todo maior que as partes.

É lógico que tudo isto é fácil de pensar, difícil de sentir e muito mais complicado de se exercer.

Mas é isto que viemos trabalhar aqui, aprender a Amar de verdade.

Na escola do Amor,