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terça-feira, 15 de junho de 2010

Amor hidrante

Caminho de casa, cheio de ruas.
Ruas vazias, cheias de gente.
Gente vazia, cheia de medo.
Não é mais cedo,

É frio.
Pessoas dormem, nem um pio.
Mais de um sonho dorme, despedaçado.
Um sorriso, um achado,

Pura ilusão.
Ninguém sorri quando dorme obrigado no chão.
De nada, adianta,
Não fica pra trás, a gente escolhe aquilo que planta.

O que nos nutre, o que nos alimenta?
O que pensamos, falamos, agimos, aquilo que se sustenta.
E no meio de tanto cobertor
Ao relento, me pergunto, cadê o Amor?

Na cidade que tem de tudo, menos humanidade,
Um hidrante que irriga o deserto da selva de pedra
É um oásis da alma
Amorosidade desperta.

No Fogo divino que habita em nós e dá sede de justiça,

domingo, 15 de junho de 2008

Oásis de refúgio amoroso

Amor é aquilo que nos une, ressalta o que se comunga, aceitando as diferenças, fortalecendo na unidade e na variedade, selecionando e potencializando o que há de melhor no Eu e no Outro - quer seja como indíviduo ou grupo.

Sorte no amor, sorte na vida. E sorte é o encontro da oportunidade com quem está preparado. Amar é encontrar um caminho para a vida.

Quantos de fato estão preparados para viver?

Quantos conseguem viver amando, impertubáveis - permanecendo imaculados quanto ao mundo exterior -, uma oásis de refúgio amoroso, melhorando a si, ao ambiente e ao próximo?

No amor