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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

À Luz do Amor




Amor é dar forma solidária à Luz. #cesorjlightdesign

Ou melhor e quanticamente falando: é dar forma solidária à energia, criando (uma rede de) pura Luz.

É conceder tempo-espaço e o conhecimento da direção necessários para esta se manifestar naturalmente a partir de nossos corações.

Na manifestação de sabedoria pura no surgir de cada fenômeno,

quinta-feira, 1 de julho de 2010

No Amor, mal não há

Amor é a compreensão de que não há mal na divisão, enquanto esta se propuser à reunião na aceitação dos padrões mais elevados da sustentabilidade do Todo: Uno sentido, sustentado e acessível pela tríade.

Amor é compreender que já na concepção se distingüe o que ganhará forma daquilo que permanecerá apenas como possibilidade dentro do potencial criativo e latente.

Amor é esse não julgamento e retorno ao espaço-mãe que é pai de todos os fenômenos a partir de nossa interação.

Na concepção que principia e finda no Uno e é única apenas quando faz a diferença,

sábado, 25 de julho de 2009

A nau do Amor

Em conversa com o grande astrólogo Zé Maria, soube deste que necessitaria trabalhar e dar maior valor à minha Vênus natal, integrando-a, pois esta se encontra isolada nos porões de meu barco - formação gráfica presente em meu mapa astral.

Logo me veio a imagem de tirá-la do porão e colocá-la à frente, na proa, como homenagem e proteção. Sem dúvida será a nau do Amor que me fará ir à lugares nunca antes navegados através de mar calmo e brisa renovadora que impulsiona sem rasgar os tecidos das velas içadas em busca do vento da prosperidade.

Enquanto escrevo, vem à minha mente a imagem da arca de Noé.

Devemos nós também construir nossa embarcação para salvarmo-nos do dilúvio de nossas emoções – próprias e coletivas – para então repovoarmos nosso campo fértil com nossa energia tântrica, posto que salvamos tanto nosso lado yin, quanto nosso lado yang.

Só após nos termos assegurado a salvo das águas profundas de nossas emoções idem é que estamos aptos a convidar @ consorte para fazermos uma viagem de lua de mel, romance, aventura e, lógico, Amor. Senão, é ‘homem ao mar!’ e razão à mercê.

Não à toa o budismo chama o mundo fenomênico, o samsara, de ‘oceano de sofrimento’ – para vencê-lo, devemos ser hábeis capitães de nós mesmos, termos uma boa nau feita de ossos, carne e tecidos impulsionados por pensamentos, sentimentos e sensações e nos guiarmos consciente e intuitivamente pelas estrelas para descobrirmos nosso novo mundo; despertos.

Nas vagas do Amor,

domingo, 12 de julho de 2009

Amor - processo de superação

Mais que negar algo ou retirar algo da sua vida, é importante substituir o vazio deixado, com a pena do antigo (padrão) voltar com força ainda maior.

Mais que negar, o importante é afirmar.

Nisto encontramos a força do pleno desapego, o processo de superação do Amor.

No processo de caminhada e ascese do Amor, substituímos o Eu pelo Outro, mas, para não ficarmos nos extremos e no desequilíbrio, devemos repousar no nós, a união de todas as possibilidades que surge do nada que é pleno potencial - a vacuidade que abriga todos os fenômenos em potência.

No vazio de onde emana toda criação, Amor em essência,

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Amor - conquista extraordinária

O Amor é uma conquista extraordinária que eleva o cotidiano ordinário ao sublime.

É, portanto, parte ordinário, parte sublime, é o extra que faz nossos pulmões, olhos e veias suspirarem, nossa pele transpirar, nossa mente sonhar e nosso corpo realizar. Une a idéia, a teoria, a necessidade e o desejo à ação, prática, resultado e sustentação.

É o elemento de ligação do físico e do metafísico e a união em si. É o sistema de dois pólos que são na verdade unos e o mesmo sistema. Reconhece e respeita as diferenças e a unidade natural.

É a busca pela paz, harmonia e superação e é a paz, harmonia e superação em si.

Amor é a coisa-em-si. É a plenitude e independência de cada parte, é a integridade e multiplicidade do Todo.

É vida em seu nascimento e sua morte; é verdade em sua tese em sua antítese; é Deus em seu princípio - vacuidade e nada - e seu fim - plenitude fenomênica e o Todo.

Inspirado pela missa encomendada pelos 96 anos de meu saudoso Opa, avô que tanto me ensinou que Amor é verdade, vida, liberdade.


Na conquista extraordinária que é a liberdade do Amor,

sábado, 11 de abril de 2009

O fruto do amor é o mundo fenomênico

É o Amor o elemento que possibilita a união de corpos, sentimentos e razão, em suma, da manifestação do pleno potencial da coisa-em-si, da realidade onde tudo é uno, não havendo dissociação entre Tempo e espaço, ressaltando o paradoxo do pleno potencial da coisa-em-si em meio ao todo convergido.

No fenomeno do Amor,

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Amor – espiral helicoidal ascendente evolutiva


Força Eletromotriz (FÉ) da alma, o Amor é o impulso que nos faz evoluir na espiral da vida, tal qual galgando os degraus da espiral do DNA, em busca de nos tornarmos divinos-humanos. É o coletor de força através da união incondicional motivada pela visão pura que filtra os fenômenos e nos confere acesso ao númeno.

Sentimentos contrários – os chamados venenos da mente - levam à estagnação e até a involução na espiral da vida.

Amar a si próprio, sem egoísmo e egocentrismo, é o primeiro passo para acessar a sabedoria e assim a salvação, de si e do planeta: ter o planeta como meta-mor auxilia na metamorfose pessoal em busca da melhoria individual, pois serve de um estímulo a mais e nos conscientiza de nosso papel e responsabilidade como raça eleita pela razão para conduzir este planeta de maneira sustentável.

No amor,