Cedo
ou arde
ou chama
nesse peito
teu nome
Amor
Na Luz que esclarece, aquece, nutre e conduz,
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quarta-feira, 4 de junho de 2014
domingo, 24 de abril de 2011
Amor, é preciso!
Navegar é preciso, viver não é preciso - a precisão maior é o Amor.
ao evento, como vier,
afirmando a direção -
no leme, a abertura do coração.
Somos operadores do destino,
não selecionamos, damos potência
e vigor ao selecionado,
confirmamos a grandeza do mundo de possibilidades.
A partir da grandeza exposta em atos,
do corpo alimentado por nossos pensamentos,
sustentado por nossa fala,
guiado por nossa mente-coração.
Somos a qualidade
da criação divina,
harmonizamos os opostos complementares,
eis nossa sina.
No sino que alerta tanto do naufrágio, quanto da aurora de um novo continente,
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Kundalini, o tantra do Amor
Ardo nos lábios,
mordo teu canto.
Sussurro arrepios
por tua beleza, sensualidade, meu encanto.
Entrega-te a mim!
Traz do céu
o divino gozo sem fim
que corta da existência o véu
Na amorosa ascese da Kundalini,
mordo teu canto.
Sussurro arrepios
por tua beleza, sensualidade, meu encanto.
Entrega-te a mim!
Traz do céu
o divino gozo sem fim
que corta da existência o véu
Na amorosa ascese da Kundalini,
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
A dor do espinho não sufoca o grito de Amor
A vida, tão bela e aromada,
não entende porque insisto,
em espetar-me nos espinhos,
daquela que não quer ser por mim cuidada.
Esta flor tão bela quanto meu mais feliz sonho,
abismo medonho
da realidade fragmento
só não pode esquecer que sou-lhe todo a cada momento.
Nem disto,
nem dos carinhos
e do caminho rumo ao norte que prometemos juntos percorrer.
No silêncio dos passos, pelos caminhos da vida, ei de amá-la até morrer.
Guardo por ti em meu peito,
um carinho singelo, do meu jeito
uma vontade de felicidade
que só espera a oportunidade
De sermos um e não dois,
de sermos para sempre felizes
sem deslizes
sem deixar para depois.
No desabrochar do sentimento puro, aroma de vida que eclode a todo instante, lapso no passado, incógnita do futuro, ausência que se faz e completa o presente,
não entende porque insisto,
em espetar-me nos espinhos,
daquela que não quer ser por mim cuidada.
Esta flor tão bela quanto meu mais feliz sonho,
abismo medonho
da realidade fragmento
só não pode esquecer que sou-lhe todo a cada momento.
Nem disto,
nem dos carinhos
e do caminho rumo ao norte que prometemos juntos percorrer.
No silêncio dos passos, pelos caminhos da vida, ei de amá-la até morrer.
Guardo por ti em meu peito,
um carinho singelo, do meu jeito
uma vontade de felicidade
que só espera a oportunidade
De sermos um e não dois,
de sermos para sempre felizes
sem deslizes
sem deixar para depois.
No desabrochar do sentimento puro, aroma de vida que eclode a todo instante, lapso no passado, incógnita do futuro, ausência que se faz e completa o presente,
Laços do Amor:
abismo,
aroma,
carinho,
desabrochar,
espinho,
felicidade,
flor,
fragmento,
norte,
oportunidade,
poema,
poesia,
realidade,
sentimento,
sonho,
vida
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Amor erudito e visceral
A pele é o primeiro contato,
no segundo, o ato.
Mundo que se cria,
orgasmo seguido de agonia.
Vazio.
O que me completa?
Não é esta do Amor a meta?
Saciar o cio?
Do Amor animal
ao Amor elevação
é tudo igual
como níveis à superação.
Em contatos imediatos de terceiro grau,
transcende-se a carne, pseudo-mal.
Reencontra-se o Vazio que nos completa;
Edificar nosso Ser, eis a meta.
No quarto, a busca por valores;
assim evitam-se as dores
de (mais) uma separação,
pois a pele é superficial para sustentar a união.
É na estrutura do osso e de nosso DNA
que há abertura para crescer e prosperar:
Amor através da pele, pela carne até a alma
ofegante e com calma
a eternidade a contemplar.
Eis o Amor fati, és o que há.
No não-dualismo que a tudo fecunda,
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Amor criAção
Diante da folha em branco
a poesia.
Não era eu que a desejava
era ela que me queria.
Me instigava
o vazio das linhas.
Intrigava
o espaço sem limites.
Castigava
o tempo com fim.
Questionava
O prazo com validade.
Da entrega, da obra, do obreiro.
Viver é Amor,
O espaço, o tempo,
Conhecimento por inteiro.
Mil braços desejo ter
para a todos
de diversos modos
beneficiar e socorrer.
Onze cabeças para pensar,
meios hábeis para convergir e rimar.
E se acaso a inspiração me falte,
eu me lembre de praticar.
Poesia,
Cura.
Sabedoria,
loucura.
Primeiro criar um universo de palavras
em meio ao caos de idéias.
Depois colocar o universo em movimento,
Verbos em órbita e alinhamento.
Antes de unir o preto ao branco,
um pré-roteiro,
um princípio de ordem,
fio de Ariadne, pista no nevoeiro.
Parto.
De um lado, nasceu.
Do outro, não sei para onde fui.
O poema se aconteceu.
Não fui eu,
apenas me abri,
Ele [o Amor] flui.
Eu transcrevi.
Nessa interação prazerosa,
Amor é.
transcende o conceito, o poema, o poeta e a prosa.
Se faz ato de fé.
Na fé da criação,
a poesia.
Não era eu que a desejava
era ela que me queria.
Me instigava
o vazio das linhas.
Intrigava
o espaço sem limites.
Castigava
o tempo com fim.
Questionava
O prazo com validade.
Da entrega, da obra, do obreiro.
Viver é Amor,
O espaço, o tempo,
Conhecimento por inteiro.
Mil braços desejo ter
para a todos
de diversos modos
beneficiar e socorrer.
Onze cabeças para pensar,
meios hábeis para convergir e rimar.
E se acaso a inspiração me falte,
eu me lembre de praticar.
Poesia,
Cura.
Sabedoria,
loucura.
Primeiro criar um universo de palavras
em meio ao caos de idéias.
Depois colocar o universo em movimento,
Verbos em órbita e alinhamento.
Antes de unir o preto ao branco,
um pré-roteiro,
um princípio de ordem,
fio de Ariadne, pista no nevoeiro.
Parto.
De um lado, nasceu.
Do outro, não sei para onde fui.
O poema se aconteceu.
Não fui eu,
apenas me abri,
Ele [o Amor] flui.
Eu transcrevi.
Nessa interação prazerosa,
Amor é.
transcende o conceito, o poema, o poeta e a prosa.
Se faz ato de fé.
Na fé da criação,
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
O Amor ouve na escuridão
Ainda bem que Amor houve e há sempre de existir.
É ciclo constante e presente, eterno devir.
Se escutar bem ainda e sempre pulsa
Mais forte que qualquer repulsa.
Estufa o peito,
Brada aos ventos: venceremos! Amor é o (nosso) jeito.
Na escuta dos sentidos do Amor,
É ciclo constante e presente, eterno devir.
Se escutar bem ainda e sempre pulsa
Mais forte que qualquer repulsa.
Estufa o peito,
Brada aos ventos: venceremos! Amor é o (nosso) jeito.
Na escuta dos sentidos do Amor,
Amor Vincit Omnia et nos cedamus amori
Acabou de sair de minha casa o meu Amor.
De onde veio, para onde voltou?
Suspiro, não me entrego,
sua existência confirmo,
sua ausência nego.
Como algo tão sublime pode simplesmente desaparecer?
E ainda deixa rastro e vestígio - muito além do cheiro e do bem querer.
Planos precipitados, sentimentos antecipados, loucas sensações.
Destroços e pedaços do choque de dois corações.
Intuo... não, nada tenho como intuir, perdido que estou no meio do caos,
Que é de onde emana todo verdadeiro Amor e dá forma ao Klaus.
Desejo, confesso, que o Amor seja compassivo com este humilde servo e aprendiz,
e que não nos percamos um do outro em nossos caminhos, nem por um triz.
Ardo e oro para que hábeis artistas sejamos,
para dos cacos criarmos um lindo mosaico, onde enfim nos amamos.
No tempo que há de ser, para sempre no espaço de nós dois, com o carinho e o amor que palavras não podem traduzir, que o tempo não pode apagar e que só precisa de espaço para crescer, florir e prosperar.
Amor Vincit Omnia et nos cedamus amori - o Amor tudo vence: cedamo-nos nós também ao Amor.
De onde veio, para onde voltou?
Suspiro, não me entrego,
sua existência confirmo,
sua ausência nego.
Como algo tão sublime pode simplesmente desaparecer?
E ainda deixa rastro e vestígio - muito além do cheiro e do bem querer.
Planos precipitados, sentimentos antecipados, loucas sensações.
Destroços e pedaços do choque de dois corações.
Intuo... não, nada tenho como intuir, perdido que estou no meio do caos,
Que é de onde emana todo verdadeiro Amor e dá forma ao Klaus.
Desejo, confesso, que o Amor seja compassivo com este humilde servo e aprendiz,
e que não nos percamos um do outro em nossos caminhos, nem por um triz.
Ardo e oro para que hábeis artistas sejamos,
para dos cacos criarmos um lindo mosaico, onde enfim nos amamos.
No tempo que há de ser, para sempre no espaço de nós dois, com o carinho e o amor que palavras não podem traduzir, que o tempo não pode apagar e que só precisa de espaço para crescer, florir e prosperar.
Amor Vincit Omnia et nos cedamus amori - o Amor tudo vence: cedamo-nos nós também ao Amor.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Amor ao mar da vida
Por ti e ao teu lado,
inspirado,
os ventos inflam as velas.
Parto pelo oceano, meu mundo sem janelas,
não há paredes, mas uma porta.
Abri-la devo, à vida me exorta
a brisa que tenra me reanima ao timão.
Em lento adágio me reoriento:
bússola, compasso, vento.
O oceano do sofrimento
refresca a popa e a proa de meu corpo-embarcação;
se desbasta e arrebenta,
despedaça em gotas a tormenta.
Em meio aos raios do amanhecer,
de um novo dia capitão
da nau de meu coração surjo certo da destino-ação:
sempre o Amor revive e há de vencer.
No porto seguro que é o Amor, encontro de águas, liberdade das almas,
inspirado,
os ventos inflam as velas.
Parto pelo oceano, meu mundo sem janelas,
não há paredes, mas uma porta.
Abri-la devo, à vida me exorta
a brisa que tenra me reanima ao timão.
Em lento adágio me reoriento:
bússola, compasso, vento.
O oceano do sofrimento
refresca a popa e a proa de meu corpo-embarcação;
se desbasta e arrebenta,
despedaça em gotas a tormenta.
Em meio aos raios do amanhecer,
de um novo dia capitão
da nau de meu coração surjo certo da destino-ação:
sempre o Amor revive e há de vencer.
No porto seguro que é o Amor, encontro de águas, liberdade das almas,
domingo, 26 de julho de 2009
Amor, meu complemento à Lispector
Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita... Clarice Lispector
E quando dita, finita. Encerra-se em si mesma aprisionada por conceitos e visões. Mentes, véus, impulsos, ilusões.
Liberta só estará, quando nem de palavra, nem de boca e ouvido, nem de si precisar.
Na hora da Estrela, cada segundo é Amor,
E quando dita, finita. Encerra-se em si mesma aprisionada por conceitos e visões. Mentes, véus, impulsos, ilusões.
Liberta só estará, quando nem de palavra, nem de boca e ouvido, nem de si precisar.
Na hora da Estrela, cada segundo é Amor,
sábado, 25 de julho de 2009
Só Amor - múltiplo e uno
Só, perdido, me encontro.
Solteiro, me fecundo.
Busco a unidade-base antes do Outro.
Só, assim se consegue levar amor ao mundo.
O Outro passa a ser Eu,
na realidade nós,
não há barreiras,
só, apenas uma voz.
A unidade sussurra
o que todos no fundo já sabem,
amor incondicional,
a chave do progresso, ordem natural.
[vitória do bem contra o mal]
Ouça o grito do silêncio de seu Ser,
faça cair os véus e irás ver
a divina face da unidade
resplandecente em toda multiplicidade.
No verso do Amor, rima da eternidade,
Solteiro, me fecundo.
Busco a unidade-base antes do Outro.
Só, assim se consegue levar amor ao mundo.
O Outro passa a ser Eu,
na realidade nós,
não há barreiras,
só, apenas uma voz.
A unidade sussurra
o que todos no fundo já sabem,
amor incondicional,
a chave do progresso, ordem natural.
[vitória do bem contra o mal]
Ouça o grito do silêncio de seu Ser,
faça cair os véus e irás ver
a divina face da unidade
resplandecente em toda multiplicidade.
No verso do Amor, rima da eternidade,
Laços do Amor:
amor incondicional,
base,
divina face,
fecundação,
grito,
multiplicidade,
mundo,
ordem,
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solteiro,
unidade,
uno,
véus,
voz
sábado, 28 de março de 2009
Amor real, vazio inverso
Este post começa em seu fim.
Impacto profundo do vazio em mim.
A compreensão do transcender, a rede erigir,
o mundo e as coisas entender, saber, agir.
Morte. Ressurreição.
O que sou, o que não sou.
Quente. Frio. Soul
da vontade coração.
Átomo, galáxia, existência vazia,
esperma, cometa,
célula, planeta
a relação é tudo, noite, dia.
No contraste se forja toda evolução,
a partir do entendimento de uma só dimensão;
não há eu, não há outro senão o nós,
a vida, destino, uma só voz.
O controle é do indivíduo responsabilidade,
fazer parte do todo, é tudo equanimidade.
Contraste, unidade, interdependência,
o amor é Luz, maior ciência.
Equanimidade, Amor, Regozijo e Compaixão,
Quatro qualidades, incomensurável potencial,
um mundo de oportunidades excepcional,
convergência de tempo e espaço em real transformação.
No Amor,
Impacto profundo do vazio em mim.
A compreensão do transcender, a rede erigir,
o mundo e as coisas entender, saber, agir.
Morte. Ressurreição.
O que sou, o que não sou.
Quente. Frio. Soul
da vontade coração.
Átomo, galáxia, existência vazia,
esperma, cometa,
célula, planeta
a relação é tudo, noite, dia.
No contraste se forja toda evolução,
a partir do entendimento de uma só dimensão;
não há eu, não há outro senão o nós,
a vida, destino, uma só voz.
O controle é do indivíduo responsabilidade,
fazer parte do todo, é tudo equanimidade.
Contraste, unidade, interdependência,
o amor é Luz, maior ciência.
Equanimidade, Amor, Regozijo e Compaixão,
Quatro qualidades, incomensurável potencial,
um mundo de oportunidades excepcional,
convergência de tempo e espaço em real transformação.
No Amor,
Laços do Amor:
átomo,
budismo,
célula,
cometa,
contrastes,
convergência,
destino,
dualista,
esperma,
galáxia,
planeta,
poema,
quatro qualidades incomensuráveis,
transcendental,
vacuidade
terça-feira, 24 de março de 2009
Amor poema, beleza da interação
Sou poema, desejo ser amado,
de preferência guardado
no coração e na mente
de quem me lê, ouve, toca, sente.
Aquela que se lembra, no instante se liberta.
Recorde e recobre esse amor em versos,
não se perca em meio aos caminhos diversos.
Canaliza, brisa, flui, desperta.
Não há tempo, muito menos distância
que calam a ânsia
do amor que pulsa
em cada verso, rima, palavra avulsa.
Teus olhos, sentimento,
livre interpretação,
outros a cada momento
escolhas a cada interação.
Sou poema. Fonema.
Blog, post, pessoa pequena.
Grande sim é meu amor,
que me rima a ti com sincero louvor.
Sou palavra, letra, sorriso, dor.
De tudo me esqueço: espinho, flor;
quando de minha boca e linhas parto,
ao seu ouvido me curvo, nele anoiteço.
É em seu coração que ecoo, nele amanheço.
Desperto infinito,
poema de amor,
agora sim, amado, agora sim, bonito,
agora sim, sem dor.
No Amor, a rima perfeita da interação,
de preferência guardado
no coração e na mente
de quem me lê, ouve, toca, sente.
Aquela que se lembra, no instante se liberta.
Recorde e recobre esse amor em versos,
não se perca em meio aos caminhos diversos.
Canaliza, brisa, flui, desperta.
Não há tempo, muito menos distância
que calam a ânsia
do amor que pulsa
em cada verso, rima, palavra avulsa.
Teus olhos, sentimento,
livre interpretação,
outros a cada momento
escolhas a cada interação.
Sou poema. Fonema.
Blog, post, pessoa pequena.
Grande sim é meu amor,
que me rima a ti com sincero louvor.
Sou palavra, letra, sorriso, dor.
De tudo me esqueço: espinho, flor;
quando de minha boca e linhas parto,
ao seu ouvido me curvo, nele anoiteço.
É em seu coração que ecoo, nele amanheço.
Desperto infinito,
poema de amor,
agora sim, amado, agora sim, bonito,
agora sim, sem dor.
No Amor, a rima perfeita da interação,
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Amor é consciência
O Amor não pode ser apreendido através de palavras, pensamentos ou até sentimentos.
Amor é consciência - que se busca explicar, compreender e apreender no cruzamento entre a razão filosófica e a emoção poética, mas que é muito mais algo para se intuir e se fazer ato - e que emana mais facilmente da vacuidade meditativa.
No Amor,
Amor é consciência - que se busca explicar, compreender e apreender no cruzamento entre a razão filosófica e a emoção poética, mas que é muito mais algo para se intuir e se fazer ato - e que emana mais facilmente da vacuidade meditativa.
No Amor,
terça-feira, 24 de junho de 2008
O poema é a oração da alma
A oração é da alma poema,
não aprisiona, liberta,
não engrandece ou apequena,
desperta,
fonema.
No amor, a fé da alma,
não aprisiona, liberta,
não engrandece ou apequena,
desperta,
fonema.
No amor, a fé da alma,
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