De tanto buscar, esqueci de viver.
Só existe uma busca verdadeira e necessária, somente uma que se confunde com a própria vida e esclarece a razão de Ser: tornar-se o que se é.
O segredo? Quintanear!
Cuidar de seu jardim - as outroras desejadas borboletas passam a lhe visitar: nutrir-se da leveza, beleza e harmonia do fluxo natural das ações e simplesmente Ser.
Liberte as borboletas de seu estômago!
No jardim que floresce em nossa mente-coração,
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
domingo, 16 de maio de 2010
Amor não lembra, não esquece, apenas viver merece
“Eu, agora – que desfecho! Já nem penso mais em ti… Mas será que nunca deixo De lembrar que te esqueci?”
Por isto que Amar não é se fechar ou se abrir de maneira ordinária; é uma abertura plena que deixa fluir.
No Amor,
o fluxo da vida
sem temor
e sem medida
Até além-morte,
desde o ninho
em qualquer sorte,
segue seu caminho.
Ora indo com as ondas,
na maciez das marolas,
ora nadando contra a correnteza,
evitando das pedras a aspereza.
Age-se como deve-se agir, sem ressentimentos.
Inclusive chocando-se,
quando devido e necessário,
com uma ou outra pedra,
nada havendo nisto de maldito ou temerário.
Não me lembro,
não me esqueço,
vivo o momento,
eu mereço.
E no merecimento,
bênção sublime,
vive-se a comunhão do arrebatamento
na companhia de quem rime.
Na poesia que se conjuga entre o verbo e a ação,
Por isto que Amar não é se fechar ou se abrir de maneira ordinária; é uma abertura plena que deixa fluir.
No Amor,
o fluxo da vida
sem temor
e sem medida
Até além-morte,
desde o ninho
em qualquer sorte,
segue seu caminho.
Ora indo com as ondas,
na maciez das marolas,
ora nadando contra a correnteza,
evitando das pedras a aspereza.
Age-se como deve-se agir, sem ressentimentos.
Inclusive chocando-se,
quando devido e necessário,
com uma ou outra pedra,
nada havendo nisto de maldito ou temerário.
Não me lembro,
não me esqueço,
vivo o momento,
eu mereço.
E no merecimento,
bênção sublime,
vive-se a comunhão do arrebatamento
na companhia de quem rime.
Na poesia que se conjuga entre o verbo e a ação,
sábado, 24 de janeiro de 2009
Uma alegria para sempre
As coisas que não conseguem ser olvidadas
continuam acontecendo.
Sentimo-las como da primeira vez,
sentimo-las fora do tempo,
nesse mundo do sempre
onde as datas não datam.
Só no mundo do nunca existem lápides...
Que importa se - depois de tudo - tenha "ela" partido
ou que quer que te haja feito, em suma?
Tiveste uma parte da sua vida que foi só tua e, esta,
ela jamais a poderá passar de ti para ninguém.
Há bens inalienáveis, há certos momentos que,
ao contrário do que pensas,
fazem parte de tua vida presente
e não do teu passado.
E abrem-se no teu sorriso mesmo quando,
deslembrado deles,
estiveres sorrindo a outras coisas.
Ah, nem queiras saber o quanto deves à ingrata
criatura...
'A thing of beauty is a joy for ever'
-disse, há cento e muitos anos,
um poeta inglês que não conseguiu morrer.
Mario Quintana - Uma alegria para sempre
E não é isto o Amor? Uma alegria para sempre que me foi enviado pela irmã no dharma Tati, enquanto lhe mostrava fotos de meu querido Opa.
Na Alegria para Sempre,
continuam acontecendo.
Sentimo-las como da primeira vez,
sentimo-las fora do tempo,
nesse mundo do sempre
onde as datas não datam.
Só no mundo do nunca existem lápides...
Que importa se - depois de tudo - tenha "ela" partido
ou que quer que te haja feito, em suma?
Tiveste uma parte da sua vida que foi só tua e, esta,
ela jamais a poderá passar de ti para ninguém.
Há bens inalienáveis, há certos momentos que,
ao contrário do que pensas,
fazem parte de tua vida presente
e não do teu passado.
E abrem-se no teu sorriso mesmo quando,
deslembrado deles,
estiveres sorrindo a outras coisas.
Ah, nem queiras saber o quanto deves à ingrata
criatura...
'A thing of beauty is a joy for ever'
-disse, há cento e muitos anos,
um poeta inglês que não conseguiu morrer.
Mario Quintana - Uma alegria para sempre
E não é isto o Amor? Uma alegria para sempre que me foi enviado pela irmã no dharma Tati, enquanto lhe mostrava fotos de meu querido Opa.
Na Alegria para Sempre,
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