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sábado, 19 de dezembro de 2009

Amor, o eterno retorno daquele que nunca foi, mas é e sempre será, Amor

O poeta não morreu, foi ao inferno e voltou.
O filósofo se entreteu, amou e não postou.
E eu, no meio disso tudo, amadureci, colhi os frutos do Amor,
entreguei quase todas, mas fiquei com uma flor.

E de sua semente cuido e rego,
contemplo amorosamente o definhar de meu ego.

Se for só atração,
cessará logo a paixão.
Se for de verdade o gostar e o querer bem,
mais à frente nos encontraremos e a felicidade a dois, juntos, também.

Aí será o desabrochar do Amor,
que venceu do caule a ascese,
os espinhos e a dor.

No Amor que tudo vence, minha vida, minha tese

quarta-feira, 15 de julho de 2009

A flor do Amor


Raiz, caule, espinho, folha, pólen, pétala e fragrância.

Mel das abelhas a cada florada.

Luz do sorriso a cada amanhecer.

A cada gesto, a fala ao coração.

Na delicadeza do Amor,