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segunda-feira, 22 de julho de 2013

O pensamento do Amor é a memória

O pensamento é uma memória que vem do passado (recorda-ação) e do futuro (imagina-ação), refletir o (valor-ação) presente.

A imaginação é o projeto que idealiza a ação; a recordação, a avaliação que retoma a cor da ação (coração) expondo habilidade e intenção.

O Amor é a forja em busca da perfeição do Ser, alternando o Estar entre o extremo frio das recordações e o extremo calor das imaginações, moldando a memória no presente fluxo dos acontecimentos.

Na ação não-dual da mente, imagina-ação e recorda-ação que balizam e margeiam toda sustentável ação,

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Da natureza livre do Amor, destaque de toda existência

Sou livre para ser o meu melhor, mas ainda assim sou obrigado a ser.

A não ser que não seja mais, mas aí não há mais questão, pois só há questão para o Ser, o não-Ser não tem referencial para o diálogo, é puro chaos não-dual.

E se ainda não sou o meu melhor, é porque ainda não compreendi a oportunidade que a vida me deu ao atualizar minha existência em meio ao sem fim de possibilidades da não-existência.

É o Amor que gera a consciência de si e possibilita atualização do chaos em cosmos.

Na obrigação que garante a minha liberdade, chaosmos que sou, destaque de toda existência,

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

A sustentável presença do Amor

Amor é presença e inteireza com o Todo.

Presença mesmo na ausência, satisfação mesmo na falta, plenitude mesmo na parte.

Na integridade, interação não-dual,

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Amor - gestor da informação, filosofia da sustentabilidade

O Amor é a metodologia que organiza o fluxo da convergência das 4 forças arquetípicas do Ser no espaço-tempo através do conhecimento; é o princípio organizador do Caos em Cosmos, meta que confere sentido ao destino e sustentabilidade às ações.

As 4 forças arquetípicas do Amor que atuam na gestão da informação e compõem a filosofia da sustentabilidade são:

Eros (impulso/busca//sinal/dado)

Ágape (organização//dado/informação)

Philia (encontro/união/compartilhamento//informação/conhecimento)

Fati (processo/destino//conhecimento/sabedoria)


Formas pelas quais as forças se manifestam:


Sabedoria primordial (espaço)

Sabedoria transcendental (tempo)

Da sabedoria primordial (caos) emanam sinais - 0 e 1 - que buscamos (eros) organizar em dados (ágape)para determinar informação (philia), que compartilhamos como conhecimento (fati) gerando um ciclo de sabedoria transcendental (cosmos); a meta do Amor é tornar as ações coerentes, revelando a enteléquia contida no caos, realizando o chaosmos (universo digital).

Na generosidade, um passo do Amor, como o cuidar,

terça-feira, 17 de abril de 2012

Amor Philia - plenitude na união não-dual



É na amizade que nos realizamos na plenitude de nosso Ser e ressurgimos como parte integrante do Todo.

No Amor Philia, destino de nosso Ser a Ser confirmado no Amor Fati,

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Amor ao destino

O destino é infalível para a formação de caráter - mas só se apropria dele quem quer.

Amor Fati, eis o meu destino - aceitar o Todo para a tudo transformar, fazendo de tudo o seu caminho de ascese, eis o caminho do forte, eis o caminho do bodisatva, eis o meu caminho: amar até os espinhos, pois amar apenas o aroma é óbvio demais.

Na realização da não-dualidade, cultivando a bodhichitta,

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A educação holística do Amor

Amor é quando o sofrimento conduz ao aprendizado e não apenas à banalidade da dor.

No foco desapegado convergido na evolução, fluxo ascendente conduzido pelas margens binárias da vida não-dual,

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Amor, caminho da mente-coração

Como diria Goethe, "o talento educa-se na calma, o caráter no tumulto da vida" e é nesta dança que se forja a ética pessoal no diálogo constante com a moral coletiva, cujo ritmo deve ser a compaixão, seguindo o compasso da sabedoria que emana da mente-coração, moldada de maneira não-dual pelos limites que dão forma ao corpo de sabedoria - o próprio e o coletivo.

Só há caminho para nossa evolução se dermos limites, estabelecendo nossas margens, pois até o coração se contrai para poder se expandir.

No pulsar não-dual entre limite e transgressão, alicerçado pela compaixão e guiado pela sabedoria,

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Amor, teoria e prática não-duais

Não basta amar, há de se comprovar na prática a sustentabilidade e viabilidade do Amor.

Na teoria que é pura prática e na prática da pura teoria,

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Amizade, compromisso de puro Amor

Amizade é o Amor descompromissado de si e compromissado com o outro.

Na união não-dual da amizade verdadeira e eterna,

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Amor, fractal do Todo

O eu reside no aqui,
parte do agora,
em direção ao outro
parte em busca da completude em nós.

Parte já se encontra em plenitude,
fractal, reflete em si a inteireza,
tem com o outro-eu o compromisso de sustentar a beleza,
opostos-complementares que convergem atitude.

A realidade cíclica da união não-dual,
dois inteiros que se sustentam no Todo,
uno-multifacetado sem igual.
Flores únicas que desabrocham do mesmo lodo.

Diferentes cosmos,
um mesmo caos.

Inúmeros sentidos,
uma só di-e-reção: Amor.

Em um Eros sentidos múltiplos há,
imperativo agápico deve ser
ordená-los à perfeição
rumo à philia e união.

Confirmar a boa troca, não a má,
sustentar o fluxo fati
expandir o cosmos
e do caos fazer a estrela brilhar.

Na ereção da vida, impulso que faz sentido na direção evolutiva que propaga o Ser e fecunda suas idéias,

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Amor, sopro da vida

Amor, consciência não-dual, essa franca abertura para dentro e para fora, esse tornar-se Ser autêntico: liberar os 5 sentidos através da respiração.

Na ausência de fronteiras, regozijo no Ser,