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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Amor moinho

Marte em Câncer - Dom Quixote

Na atual configuração (do astral e da sociedade), somos como Dom Quixote, o fidalgo que combate monstros de seu imaginário, sentimentos menores que o apequenam e levam a buscar refúgio em valores tradicionais - nobres e em alguns muitos casos ultrapassados - e que em sua jornada acaba por enfrentar a ilusão de suas fantasias para, por fim, descobrir que não é herói (por conceito ou imposição) e que não existem heróis.

Eis o ato de heroísmo que nos cabe: não há valores outros que aqueles que criamos e sustentamos através de nossas emoções-ações.

Use a imaginação para dar novos contornos à sua realidade, sem nunca esquecer a voz que vem do/da Pança - a realidade dos desejos que conduzem ao bom e justo combate.

Vista a manta de suas nobres intenções, arme-se com a lança da imaginação, o escudo da razão e a espada da sabedoria e combata seus inimigos internos para conceber um novo mundo particular, aquele que sustenta o universo em constante expansão: um corpo cuja nobreza não é imposta e/ou castrada, mas exercida no apocalipse de cada ação, qualidade do Estar, atitude que é Ser.

Conscientize-se dos ventos que movem teu moinho, engenhe-se.

Na luta do Amor a estratégia é se entregar,

sábado, 26 de maio de 2012

Amor proibido

Convenções,
anos,
diferenças,
emoções

- quantas possibilidades.
Proibidas por quem?

Na imaginação que brota do olhar,

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Amor, conforto no desconforto

Amor é a fé em meio à incerteza do que fazer, é a coragem de sentir em meio ao incerto, é ter a certeza de suas intenções na escuridão das suas emoções.

Amor é deixar o coração dar cor à ação em meio ao cinza cotidiano.

Na Luz do coração que brota de seus olhos e sorriso,

sábado, 11 de junho de 2011

Do desejo de Amar

No meio do caminho tinha o dia dos namorados.

O poeta está certo, é impossível ser feliz sozinho.

Mas e a máxima "antes só do que mal acompanhado"? Não se deve dar a mínima?

Há um caminho possível e eis o Amor - viver a vida de maneira verdadeiramente coerente, a começar com o desejo.

Sabemos mesmo o que desejamos? É preciso educar o desejo, compreender nossas emoções.

É preciso desejar o Amor e tê-lo como único foco, única prática, pois é a fonte que realiza todos os demais desejos.

É preciso Ser forte para viver o Amor.

Na aceitação do Todo que compreende em si todas as singularidades e que necessita de mim para se atualizar em minha vida,

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Amor resiliente - coração elástico



Coração elástico, a prova que o Amor confere resiliência a nosso Ser.

E que nos incentivo a dialogarmos com nossa sombra que se espelha nas águas de nossas emoções e, (con)vencida, se prostra a nossos pés para servir ao nosso Ser de Luz, capaz de superar todas as adversidades, posto que não há mais obstáculos a serem superados e sim situações a serem vividas.

No pega, estica e puxa, mas trata com carinho e verdade, onde sempre cabe mais um,

terça-feira, 22 de março de 2011

A geografia do Amor

O Amor é a fonte,
é a foz no horizonte,
de nosso Ser é o fluxo,
em cujas veias corre um rio de emoções,
que pulsa e interliga
ilhas de consciência e razões.

Na pororoca do Ser,

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A correnteza libertadora do Amor

Amor é a correnteza que nos faz flutuar no oceano do sofrimento, a bóia que nos salva do oceano das emoções, a lâmina que corta as ilusões do ego e nos ensina a realidade do se relacionar-se consigo próprio de maneira franca, sincera e direta e assim com o Outro a partir do reconhecimento, aceitação e integração do Outro em nós.

Na superação dos obstáculos externos, internos e secretos,

sábado, 25 de julho de 2009

A nau do Amor

Em conversa com o grande astrólogo Zé Maria, soube deste que necessitaria trabalhar e dar maior valor à minha Vênus natal, integrando-a, pois esta se encontra isolada nos porões de meu barco - formação gráfica presente em meu mapa astral.

Logo me veio a imagem de tirá-la do porão e colocá-la à frente, na proa, como homenagem e proteção. Sem dúvida será a nau do Amor que me fará ir à lugares nunca antes navegados através de mar calmo e brisa renovadora que impulsiona sem rasgar os tecidos das velas içadas em busca do vento da prosperidade.

Enquanto escrevo, vem à minha mente a imagem da arca de Noé.

Devemos nós também construir nossa embarcação para salvarmo-nos do dilúvio de nossas emoções – próprias e coletivas – para então repovoarmos nosso campo fértil com nossa energia tântrica, posto que salvamos tanto nosso lado yin, quanto nosso lado yang.

Só após nos termos assegurado a salvo das águas profundas de nossas emoções idem é que estamos aptos a convidar @ consorte para fazermos uma viagem de lua de mel, romance, aventura e, lógico, Amor. Senão, é ‘homem ao mar!’ e razão à mercê.

Não à toa o budismo chama o mundo fenomênico, o samsara, de ‘oceano de sofrimento’ – para vencê-lo, devemos ser hábeis capitães de nós mesmos, termos uma boa nau feita de ossos, carne e tecidos impulsionados por pensamentos, sentimentos e sensações e nos guiarmos consciente e intuitivamente pelas estrelas para descobrirmos nosso novo mundo; despertos.

Nas vagas do Amor,

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Amor, eterno desafio da plenitude de nosso Ser

Penso que a vida é um eterno desafio do afirmar-se vivo na plenitude de seu Ser.

A vida se renova a cada respiração, abrir-se para o momento agora é o que garante a nossa eternidade entre o passado que se avoluma e o futuro que se diminui dentro da perspectiva finita de nosso Ser em nossa busca por nosso Ser infinito.

Por isso, sinta-se confortável não importa a situação, afinal, tudo passa, as coisas boas, as coisas não tão boas. E com sabedoria e compaixão, esta viabilizando aquela, forja-se no cotidiano a evolução rumo à plenitude de nosso Ser.

É através da compaixão que a inteligência, brilhante, mas ordinária, ganha status de sabedoria e o poder de transmutar emoções, o ego e obstáculos quaisquer, canalizando tudo para o crescimento através do aprendizado humilde de todo conhecimento necessário a nosso Ser.

Felicidade a cada passo de seu caminho rumo ao encontro de si mesmo.

No Amor, esse primeiro passo tão importante,

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Amor - cura das emoções

Amor é a cura das emoções; é a necessária responsabilização individual-coletiva que se inicia na intuição e se edifica na razão e que nos passa a sensação que tudo dará certo e que conseguiremos; é o processo de amadurecimento de que tanto nossa sociedade, carente de verdadeiros adultos, necessita: homens e mulheres capazes - independentes, estáveis, fortes, compassivos - guiados pelo Amor.

No Amor,

terça-feira, 24 de junho de 2008

Amor - ponte entre mundos, completude humana

O ocidental filosofa e contempla os extremos da alma, enquanto o oriental medita e contempla o irascível, o caminho do meio da alma, a vacuidade do ser onde tudo - todas as emoções - se manifestam.

O amor é esse caminho que une os 3 pontos: o Eu, o Outro e o Nós; o Corpo, a Fala e a Mente; o Pensamento, a Fala e a Ação; os Extremos e o Meio; o Passado, o Futuro e o que se faz Presente.

Entre a filosofia - contemplação ativa - e a meditação - contemplação passiva, o amor é essa passividade dinânimica que nos une e o dinamismo passivo que nos impulsiona ao ato de viver que em sua essência é amor.

No amor,