Mostrando postagens com marcador sede. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sede. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Amor, sede da sede

Amor,
momento de minha memória,
movimento de minha história,
eternidade de meu Ser.

Na sede da sede que sacia o Ser com sua simples existência,

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Amor, não-objeto

Meu desejo me faz ter ouvido de mercador, onde a alma sedenta oferece o corpo ao prazer e à dor.

Na ágora do agora, superação da oferta e demanda,

terça-feira, 14 de julho de 2009

Amor elemental

Ascendo por entre nuvens, energizo-me com o Sol e materializo-me em queda chuvosa: água para a Terra sedenta, sou um agregado de elementos em doação fluída, cíclica e contínua.

Não sumo. O Amor, mesmo invisível, é uma constante que sustenta os laços da vida.

Para sempre estou no ciclo do nascer e morrer, ora sólido, ora líquido, ora gasoso; terra, água, ar, fogo e vacuidade compostos na medida exata do equilíbrio equânime da vida e daqueles que necessitam.

Esse é meu voto de Amor.

Água para os sedentos, Terra para os famintos, Ar para os exaustos, Fogo para os ignorantes; a sabedoria emerge e repousa na vacuidade, espaço-mãe de quem sou filho contemplativo.

O Amor agrega os meios hábeis em benefíco de todos os seres.

No elemento agregador do Amor, sob influência do olhar sincero da aquariana Fernanda que me procurou, mas não encontrou, talvez por não ter olhado para dentro - pois toda busca começa por si através de um sincero olhar amoroso.