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domingo, 28 de novembro de 2010

Amor próprio Amor

É próprio ao Amor amar a si mesmo, enquanto meio de ligação e enquanto mensagem de união, pois como poderia dar sem ter ou conectar sem reconhecer?

Amor é verbo, sujeito e objeto, mas nunca sentença, pois não julga, antes redime, sustenta e glorifica; dá sentido e situa o conhecimento do e no tempo e espaço, ampliando nossos horizontes, cosmificando nossa dimensões.

Nas dez direções do Todo Amor,

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Amor, verbo sustentável direto atemporal

O imperfeito não participa do passado nem da evolução vigente;
liberto da causa-efeito,
o presente se torna ação consciente,
moldando um futuro mais que perfeito.

A legião do Amor conjuga os tempos,
abre e desdobra os espaços,
redimensiona os verbos,
eleva seus resultados.

Na conjugação da sustentabilidade, relação direta entre sujeito-objeto, ação em si,

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O Amor paradoxal

Quando se ama, sente-se uma sensação de leveza e liberdade, mesmo estando paradoxalmente atado - até preso - ao objeto amado.

Compreender, aceitar e vivenciar este paradoxo e fazer do Amor a compreensão da essência dicotômica da vida, realizando assim sua unidade e, com isto, nosso destino, eis o nosso caminho.

Transcender sujeito que ama e objeto amado para se tornar de fato Amor, inabalável, imaculável, puro e todo abrangente, independente na interdependência do Todo.

No dois que é um que são três,

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Amor, não obsessão

Não, o Amor não leva à obsessão.

Na verdade este Amor que se torna obsessão é o Amor Eros, o terço do Amor animal, instintivo, erótico, impulso que aprisiona se não for conduzido à elevação - ágape - e ao sair-de-si, do ponto inicial para percorrer seu caminho na eternidade e, no devir, confirmar o Ser mais amplo e expandido - Amor philia -, liberto do dualismo, aberto e em união com o Todo - Amor fati.

Só há obsessão na relação sujeito-objeto.

O verdadeiro Amor transcende o dualismo e confirma a unidade da trindade, por isto é sagrado mesmo em meio ao mundano: não há distinção, de fato não há sagrado ou mundano, não há véus.

Há apenas Amor, sem amado e amante: este é apenas o primeiro passo, o engatinhar do jogo onde não há vencedor, tampouco vencido; e este jogo é a Rede da Vida.

No tear do complexus,

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Do erudito ao popular, Amor é no que há

Amor nãoé rebuscar em sua busca,
é simplesmente Ser em plenitude
na arte que é viver,
não mais em busca, mas no Ser.

Não há nada fora,
não há nada dentro,
além fronteiras não há nada
a não ser o Ser no Amor.

Sujeito-Objeto-Ação,
só necessitamos da contemplação
nada mais, nada menos
é no Amor que nos temos.

Na certeza de estar vivo,

quinta-feira, 16 de julho de 2009

No silêncio compreensivo do Amor

Não continue lendo. Não perturbe o silêncio de sua mente. Não acorde o Amor em sua alma.

Antes desperte você e se prepare para ter com o Amor.

Preparado, saberás que o que dorme e o que observa são ambos uno, que o Amor é tanto aquele que vela, quando o que é velado, é o velar em si, que tanto é fato e ação, quanto sujeito e objeto – e tão mais é Amor quando desta ontologia distintiva e dualista não faz mais uso, compreendendo a unidade da trindade do Ser Amor que de um sujeito e um objeto se faz verbo e vai além.

E o Amor é esta proposta de ir além das limitações conceituais, é entender que amar a si é forjar corpo e alma em um só espírito, divino por natureza, na ascese por vocação.

No chamado do Amor que aos fortes desperta,