O pensamento é uma memória que vem do passado (recorda-ação) e do futuro (imagina-ação), refletir o (valor-ação) presente.
A imaginação é o projeto que idealiza a ação; a recordação, a avaliação que retoma a cor da ação (coração) expondo habilidade e intenção.
O Amor é a forja em busca da perfeição do Ser, alternando o Estar entre o extremo frio das recordações e o extremo calor das imaginações, moldando a memória no presente fluxo dos acontecimentos.
Na ação não-dual da mente, imagina-ação e recorda-ação que balizam e margeiam toda sustentável ação,
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segunda-feira, 22 de julho de 2013
Amor, saudade do que existe
Ah, a morte,
aniquila os desejos de toda sorte
não mata, todavia
a saudade do que existia.
No Amor que cria, memória do futuro,
aniquila os desejos de toda sorte
não mata, todavia
a saudade do que existia.
No Amor que cria, memória do futuro,
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Amor, sede da sede
Amor,
momento de minha memória,
movimento de minha história,
eternidade de meu Ser.
Na sede da sede que sacia o Ser com sua simples existência,
momento de minha memória,
movimento de minha história,
eternidade de meu Ser.
Na sede da sede que sacia o Ser com sua simples existência,
Laços do Amor:
eternidade,
existência,
história,
memória,
momento,
movimento,
sede,
Ser
terça-feira, 9 de outubro de 2012
No Augenblick do Amor
Ah, o momento, que num instante se torna memória e noutro eternidade.
Eis a saudade do presente que mesmo nunca ausente se desfaz a cada movimento do olhar.
No Augenblick em que meu olhar cruzou o seu, rasgou os céus e teve com o sublime,
domingo, 23 de setembro de 2012
Do instante para sempre
Amor é quando compreendemos que o que vivemos é história, a nossa história, e buscamos conscientemente dar sempre um final feliz a cada instante que já se tornou memória.
Na saudade sempre presente,
sábado, 22 de setembro de 2012
Da dificuldade de Amar já
Memória e imaginação são os dois problemas da razão da vontade e, conseqüentemente, do Amor.
No espaço que respeita o tempo de cada um,
sábado, 24 de dezembro de 2011
Amor metadados - lançando os dados da meta
Amar é pedir licença à saudade para se jogar além da lembrança na memória de cada instante, eternizando-se em ação, fecundando palavras, dando sentido ao vazio que nos abriga.
Alea jacta est - os dados estão lançados.
Amar é determinar como o fluxo - aparentemente aleatório - nos perpassará e como perpassaremos o fluxo.
Dar um sentido à nossa passagem, eis nosso livre arbítrio: dar um sentido ao destino - a começar pelo nosso.
Dar valor aos dados: tanto às unidades de informação, quanto à sorte, fortuna que nos sorri e se oferece à dança da vida.
No fluxo do sentido que damos ao fluxo,
Alea jacta est - os dados estão lançados.
Amar é determinar como o fluxo - aparentemente aleatório - nos perpassará e como perpassaremos o fluxo.
Dar um sentido à nossa passagem, eis nosso livre arbítrio: dar um sentido ao destino - a começar pelo nosso.
Dar valor aos dados: tanto às unidades de informação, quanto à sorte, fortuna que nos sorri e se oferece à dança da vida.
No fluxo do sentido que damos ao fluxo,
Laços do Amor:
dados,
dança,
destino,
eternidade,
fecundação,
fluxo,
fortuna,
instante,
lembranças,
licença,
livre arbítrio,
memória,
metadados,
palavras,
saudade,
sentido,
vacuidade,
vazio
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Quando o Amor insiste
Não estou só,
tua presença acompanha minhas memórias,
marca minhas lembranças,
indaga meu futuro.
Recordas-me de meu desejo,
Felicidade sublime
que genuinamente não carece de motivação externa,
mas que com sua presente ausência ferve.
A paixão por ti me prende
a mim mesmo (mesmo)
acompanhado por ti
me enalteço.
Não é do Amor próprio
esta prisão
antes é liberdade
própria do Amor
ao qual compadece a paixão
e traz ao Ser renovada pulsão.
Libido inscrita
na dança de Eros e Tânatos tudo pulsa
e vibra
à altura de nosso Ser.
Infinito que é
na finitude do devir
que nunca finda, se renova
sozinho, sereno sorri.
Na apropriação das forças e elementos que regem a dança da vida com maestria,
tua presença acompanha minhas memórias,
marca minhas lembranças,
indaga meu futuro.
Recordas-me de meu desejo,
Felicidade sublime
que genuinamente não carece de motivação externa,
mas que com sua presente ausência ferve.
A paixão por ti me prende
a mim mesmo (mesmo)
acompanhado por ti
me enalteço.
Não é do Amor próprio
esta prisão
antes é liberdade
própria do Amor
ao qual compadece a paixão
e traz ao Ser renovada pulsão.
Libido inscrita
na dança de Eros e Tânatos tudo pulsa
e vibra
à altura de nosso Ser.
Infinito que é
na finitude do devir
que nunca finda, se renova
sozinho, sereno sorri.
Na apropriação das forças e elementos que regem a dança da vida com maestria,
Laços do Amor:
amor próprio,
ausência,
dança,
desejo,
felicidade,
futuro,
insistir,
lembranças,
liberdade,
libido,
maestria,
memória,
motivação externa,
paixão,
presença,
pulsão,
Ser,
sublime,
vida
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
O re-curso do Amor
Tem um traço em melodias que instam ao Amor e que deixam a alma saudosa de algo que não sabe o que.
É como se esta melodia sempre tivesse existido, como se essa música tivesse sempre tocado e embalado bons momentos, ritmado a vida em bons tempos que nunca voltam.
Mas como se nunca estiveram? O que então é a memória? O que são record-ações?
Não somos a convergência de interpretações de fatos do passado e conjecturas do futuro embebidos nos sentimentos atemporais presentes, onde a razão é o feixe de luz que traz clareza, nos conduz e salva do afogamento no mar de emoções?
Não somos representações de arquétipos buscando usar novas tintas, particulares combinações para universais estruturas?
Não são passado e futuro plataformas a partir das quais pensamos, atuamos e moldamos nosso presente?
Não é o Amor o re-curso que endireita o ciclo à espiral evolutiva para confirmar nossa ascece?
O impulso que motiva, a ordem que conduz, a união que confirma, o fluxo que satisfaz; afirma e sustenta o mito, herói em nós: filtra e reforça os valores em uma melhora cíclica dos ciclos.
Na faixa de Beirute, abandonando a arma de caça, o papel de caçador e de caça, sustentando o jogo, sem apego, sem fazer parte, apenas jogando, sem matar o Rei, sem perder a realeza,
Mas como se nunca estiveram? O que então é a memória? O que são record-ações?
Não somos a convergência de interpretações de fatos do passado e conjecturas do futuro embebidos nos sentimentos atemporais presentes, onde a razão é o feixe de luz que traz clareza, nos conduz e salva do afogamento no mar de emoções?
Não somos representações de arquétipos buscando usar novas tintas, particulares combinações para universais estruturas?
Não são passado e futuro plataformas a partir das quais pensamos, atuamos e moldamos nosso presente?
Não é o Amor o re-curso que endireita o ciclo à espiral evolutiva para confirmar nossa ascece?
O impulso que motiva, a ordem que conduz, a união que confirma, o fluxo que satisfaz; afirma e sustenta o mito, herói em nós: filtra e reforça os valores em uma melhora cíclica dos ciclos.
Na faixa de Beirute, abandonando a arma de caça, o papel de caçador e de caça, sustentando o jogo, sem apego, sem fazer parte, apenas jogando, sem matar o Rei, sem perder a realeza,
Laços do Amor:
ágape,
arquétipo,
Beirut,
convergência,
Elephant Gun,
eros,
herói,
melodia,
memória,
mito,
música,
passado,
philia,
plataforma,
presente,
recordações,
recurso,
ritmo,
união
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Amor, fluxo continuum do êxtase eterno
Saudade,
Amor que fica
na imaginação
que tece e projeta memórias.
Histórias
do passado
presentes no futuro
envolto em bruma; úmida e duro.
Volúpia, vontade.
Eu, você, nós - sem nós
no fluxo continuum
Amor que fica
na imaginação
que tece e projeta memórias.
Histórias
do passado
presentes no futuro
envolto em bruma; úmida e duro.
Volúpia, vontade.
Eu, você, nós - sem nós
no fluxo continuum
de um êxtase sem fim.
No tênue limiar entre o virtual e o atual, realidade única do Ser em constante devir,
Laços do Amor:
continuum,
devir,
êxtase,
fluxo eterno,
imaginação,
memória,
nós,
saudade,
sem fim,
Ser,
volúpia,
vontade
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Amor semper apertus est
Amor é estar sempre aberto; de braços abertos, sorrisco escancarado, mente liberta, livre de amarras emotivas, livre de pensamentos que julgam e nos prendem ao passado que se torna memória a cada segundo.
É estar aberto à possibilidade de que vai dar certo e que só depende de nossa vontade e representação interdependente que de fato dê.
É permanecer e resistir aberto, consciente do que lhe cerca e do que está em si, da equanimidade original que habita todo canto e habilita todo centro; e exatamente por isto conscientemente es-colher o que se planta – em si e na interação com o Todo -, ciente de que é tudo bom no absoluto, mas que há de se ter zelo no trato relativo à interação das partes ainda por se fundir.
É entender que tudo acontece e depende de nossa canalização – ou seja, não apenas interpretar, mas conduzir ao bem: na realidade da natureza tudo é vacuidade, somos nós que construímos – já a partir do olhar – o mundo em que vivemos: o valor que es-colhemos começa pela atenção que depositamos.
Poupa-te dos infortúnios, doa-te por inteiro: livre, destemido, terás coragem de Ser por completo, Amor fati, tornando-te teu destino, sem obstáculos, apenas trampolins.
Ao invés de mal-dizer um acontecimento que de alguma maneira lhe incomode, receba-o aberto – inspira – acolhe-o e transmuta-o para seu oposto: transformando latão em ouro.
Expira – emana ondas azuis, brancas e vermelhas, tais como se fosses uma pedra formando ondas no lago; promovendo assim uma transformação na estagnação da energia evitando que tudo se retraia e feche – como a cara, os braços, o coração e a razão; os portões do Ser.
Na alquimia da vida,
Laços do Amor:
alquimia,
amor fati,
canalização,
consciência,
coração,
coragem,
equanimidade,
estagnação,
Heidelberg,
memória,
ouro,
razão,
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Todo,
vacuidade,
vida
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