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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Amor, intrépido herói

Coragem para resistir na bondade do coração, para romper as fronteiras do egoísmo, para saltar o abismo do isolamento e da solidão.

Aterroriza a negatividade, confia na fé, duvida da dúvida e aniquila a mediocridade indo além de si e do mínimo e substituível, exercendo-se amorosamente ao máximo e louvável.

Persevera no bem, age quando e como preciso, contempla a glória de servir ao bom combate - aquele em que não há atacante ou atacado, apenas a sorte de se amar, forjado uno com o ser amado.

Amor é risco calculado; arco, flecha, maça, regozijo.

Na jornada do herói, bodisatva em nós,

sábado, 25 de julho de 2009

Amor - busca pela verdade

Abrir o coração tem seu risco: rever todos os valores. Questionar para melhorar. Retreinar a mente.

Demanda alto respeito pela disposição de que a vida pode ser totalmente diferente do que é.

Para viver uma existência de Amor, pergunte-se silenciosamente: qual o potencial de minha vida?

Temos que nos sentir honrados e honrar-nos com nossa incessante investigação e cotidiana condução da ação.

Quando se está resoluto e trabalhando focado em uma direção, poderosas forças ajudam-nos a superar todas as barreiras, impulsionando-nos para frente.

Seja gentil e respeito contigo mesmo e sua jornada ao deixar para trás seu passado e ego.

Quando se inicia a busca amorosa, começa-se com a saída de si (do palácio e sua zona de conforto), enfrenta-se a perda de tudo (mordomias e hábitos), vem o medo do desconhecido e do caos - enfrenta-se a criação uranítica, molda-se na positivdade saturnina daquilo que lhe importa (sai-se do auto-centrismo) e, canalizando saturninamente, chega-se à abundância jupteriana do encontro com o Outro que é você (também).

Chega-se ao Outro que é a sua jornada, a sua tomada de consciência e o ato de assumir controle e soberania sobre si. Por inteiro - tal qual nosso crânio e cérebro, evoluimos plenamente fora do útero e por toda vida.

Amor é a busca pela verdade. É a libertação das amarras, a construção das pontes, a integração ao Todo através do outro que somos nós mesmos espelhados pela vida.

Elementar!, na investigação do Amor,


segunda-feira, 30 de junho de 2008

O Amor verdadeiro principia na Auto-Estima, a evolução do Ser

O amor verdadeiro não depende de elementos externos, não é causal, não é dependente, senão seria vulnerável, com sua raíz estando fora do alcance de nossa verdadeira área de influência, responsabilidade e cuidados. Como poderás se responsabilizar por seus frutos, se não tens como garantir o cuidado das raízes?

Nossa evolução passa por este estágio de imaginação, racionalização e intuição para a concretude da estabilização de nosso Ser - evoluimos de uma projeção do amor materno em cujo líquido amniótico nos sentiamos seguros, plenos e amados, depositando tais sensações no campo exterior enquanto ainda indefesos e sem independência, para o desprendimento destas memórias intra-uterinas na busca pela expansão de nosso ser, cuja área de influência deve abarcar necessariamente a fonte desta satisfação, possibilitando-nos a interagir com o mundo como senhores de nós mesmos e não escravos das situações. Ou como vimos há dois posts, lidarmos com o amor como Imperadores e não como pedintes.

Quando se comenta que existem poucos 'adultos-de-fato' na face da terra, penso que deva estar falando neste sentido, sobre aqueles que sabem ou não lidar com suas emoções e harmonizar suas energias.

Portanto, nossa jornada encarnados é a jornada amorosa do desenvolvimento do Ser, o amadurecimento de nossas relações externas, internas e secretas na valorização de nossa riqueza interior, o diferencial da raça humana: a capacidade de amar incondicionalmente.

Evoluindo no Amor,