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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Das r-evoluções do Amor que levam ao Ser em Rede

The uni-verse is a poem with one metric - love.

O uni-verso é um poema com uma métrica única - Amor.


                                                                      Teia de Indra

A teia de Indra é a representação mitológica hindu que compreende a vasta existência interdependente: a cada interação da rede encontra-se uma joia. Cada joia reflete a luz de todas as demais joias; cada reflexo então é um reflexo de todos os demais reflexos em um sistema de causa-efeito sem fim - e, portanto, sem começo senão o arbitrário; similar à oposição de dois espelhos e a ilusão de seus caminhos infinitos, tudo começa com uma intenção.

A ideia de que se pode olhar para qualquer uma das jóias e ver todas as outras joias em uma matriz infinita de reflexões interdependentes é semelhante à forma como podemos olhar para uma flor e ver o reflexo de todo o Universo e tudo o que ele contém, dentro dessa único flor, incluindo todos as concomitantes relações de interdependência mútua e processos.

Este padrão se repete no macro e no micro, assim na Terra, como no céu - tudo é beleza calculada; emanação desejada, intenção determinada.




Este é o padrão criado ao longo de oito anos pela relação entre as posições relativas de Vênus e Terra em suas órbitas ao Sol. Vênus orbita o Sol 13 vezes a cada 8 órbitas terrestres, vulgo anos.

E em todos esses anos, estamos a 19 cliques de distância.



Na órbita do Amor que tece toda Rede,

domingo, 30 de setembro de 2012

Da concha do Amor

Meu coração é uma concha, onde o sopro da vida entoa meu Amor por ti.

Através de mim o universo todo se manifesta em puro Amor ao teu Ser.

Buscando por ti, encontrei a pérola preciosa, cujo som é a fala da verdade.

Na concha, de onde emerge Vênus, a beleza da vida,


terça-feira, 3 de agosto de 2010

Do Amor à rede: o fecundo poder da limitação na criação

Tal qual a beleza - Afrodite - nasce da castração de Urano (o Céu) por Saturno (Chronos, o Tempo), também nossas criações nascem sob a égide da castração do que é possível realizar: quando não relacionado à recursos, sempre ao prazo de finalização.

O que mais escapa dessa equação é o relacionamento que - eterno enquanto dura - pode transcender até a morte o nascimento, perpassando vidas através de seus portões.

Nas relações o maior limitador não chega a ser o Tempo - a percepção deste é que nos angustia -, mas sim o ego humano e suas idiossincrasias; todavia para se atuar em parceria (duas pessoas) e se estabelecer uma rede (três ou mais pessoas) é preciso incluir não apenas o potencial dos envolvidos, mas principalmente suas limitações e as de seu entorno: antes de frustrar, as limitações servirão de canalizadoras para se conduzir a relação e os projetos rumo ao êxito.

No canal do Amor, margeado equanimemente por compaixão e regozijo,

sábado, 25 de julho de 2009

A nau do Amor

Em conversa com o grande astrólogo Zé Maria, soube deste que necessitaria trabalhar e dar maior valor à minha Vênus natal, integrando-a, pois esta se encontra isolada nos porões de meu barco - formação gráfica presente em meu mapa astral.

Logo me veio a imagem de tirá-la do porão e colocá-la à frente, na proa, como homenagem e proteção. Sem dúvida será a nau do Amor que me fará ir à lugares nunca antes navegados através de mar calmo e brisa renovadora que impulsiona sem rasgar os tecidos das velas içadas em busca do vento da prosperidade.

Enquanto escrevo, vem à minha mente a imagem da arca de Noé.

Devemos nós também construir nossa embarcação para salvarmo-nos do dilúvio de nossas emoções – próprias e coletivas – para então repovoarmos nosso campo fértil com nossa energia tântrica, posto que salvamos tanto nosso lado yin, quanto nosso lado yang.

Só após nos termos assegurado a salvo das águas profundas de nossas emoções idem é que estamos aptos a convidar @ consorte para fazermos uma viagem de lua de mel, romance, aventura e, lógico, Amor. Senão, é ‘homem ao mar!’ e razão à mercê.

Não à toa o budismo chama o mundo fenomênico, o samsara, de ‘oceano de sofrimento’ – para vencê-lo, devemos ser hábeis capitães de nós mesmos, termos uma boa nau feita de ossos, carne e tecidos impulsionados por pensamentos, sentimentos e sensações e nos guiarmos consciente e intuitivamente pelas estrelas para descobrirmos nosso novo mundo; despertos.

Nas vagas do Amor,

sábado, 6 de junho de 2009

Amor é movimento paradoxal.

É movimento saturnino de repreensão à uranite 'Chronica' que assim dá vida à beleza venusiana.

É castração e fecundação em um só movimento; é harmonia se alinhado corretamente, desequilíbrio e choque quando mal interpretado.

Na órbita do Amor