Somos átomos dançando como sóis, nunca sós, sempre em órbita com outros sons compondo a sinfonia da iluminação, vibração do Ser em Rede.
Na convergência de intenções,
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quinta-feira, 21 de março de 2013
sábado, 24 de dezembro de 2011
Pôr-do-Amor, Nascer-da-vida
Quantas vezes você me acompanhou até aqui?
Em quantos pôr-de-sóis* não estivemos juntos?
Quantos renascer a sós?
Ó ilusão de minha mente, verdade de meu coração.
Amor,
não bato palmas,
mergulho na profunda escuridão para sempre tornar a iluminar-te;
pois tu sou eu, eu sou tu.
Somos a interdependência da Rede,
somos a Rede,
somos ponto-a-ponto,
somos ponte,
somos travessia,
somos Übermensch,
somos devir,
somos ocaso,
somos instante.
Na eternidade do momento, o potencial do Amor,
---
* O gramaticalmente correto é pores-de-sol, mas o que ocorre de fato é o que o Sol nunca se põe, o que mergulha somos nós nas profundezas da ignorância de cada universo particular, mundo a renascer a cada olhar; daí a opção por criar o por-de-sóis, pois também somos sóis e não estamos sós, um dia brilharemos juntos - iluminamos o nosso mundo com a luz particular de nossa compreensão.
Em quantos pôr-de-sóis* não estivemos juntos?
Quantos renascer a sós?
Ó ilusão de minha mente, verdade de meu coração.
Amor,
não bato palmas,
mergulho na profunda escuridão para sempre tornar a iluminar-te;
pois tu sou eu, eu sou tu.
Somos a interdependência da Rede,
somos a Rede,
somos ponto-a-ponto,
somos ponte,
somos travessia,
somos Übermensch,
somos devir,
somos ocaso,
somos instante.
Na eternidade do momento, o potencial do Amor,
---
* O gramaticalmente correto é pores-de-sol, mas o que ocorre de fato é o que o Sol nunca se põe, o que mergulha somos nós nas profundezas da ignorância de cada universo particular, mundo a renascer a cada olhar; daí a opção por criar o por-de-sóis, pois também somos sóis e não estamos sós, um dia brilharemos juntos - iluminamos o nosso mundo com a luz particular de nossa compreensão.
Laços do Amor:
coração,
crepúsculo,
devir,
escuridão,
eternidade,
iluminação,
ilusão,
interdependência,
Ipanema,
mergulho,
Nietzsche,
ocaso,
pôr-do-sol,
travessia,
Übermensch,
verdade
sábado, 6 de novembro de 2010
Amor não é fácil, muito menos difícil
O difícil não existe, é apenas a conjugação errônea do trabalhoso perante o tempo que, sob as lentes do medo, da preguiça e da insegurança de se deixar a zona de conforto, se traduz comumente como obstáculo e dificuldade - nada além de crenças limitadoras.
Tampouco as coisas são fáceis, são parte inerente a uma grande teia, o que as torna complexas - mas basta seguir o fio de ouro de seu coração que naturalmente se encontra seu lugar na rede da vida.
Crer e se identificar com o fluxo, desapegar-se de seu ponto de ego com vistas ao ser Ser superior: fazer o que precisa ser feito, transmutar-se da obrigAÇÃO ao PRAZER,que todo prazer de viver se realizará.
É a realização do SerVir, a iluminação e alcance de seu pleno potencial no deVIR do SER.
No mistério da alquimia do Amor,
Tampouco as coisas são fáceis, são parte inerente a uma grande teia, o que as torna complexas - mas basta seguir o fio de ouro de seu coração que naturalmente se encontra seu lugar na rede da vida.
Crer e se identificar com o fluxo, desapegar-se de seu ponto de ego com vistas ao ser Ser superior: fazer o que precisa ser feito, transmutar-se da obrigAÇÃO ao PRAZER,que todo prazer de viver se realizará.
É a realização do SerVir, a iluminação e alcance de seu pleno potencial no deVIR do SER.
No mistério da alquimia do Amor,
Laços do Amor:
complexus,
crenças,
difícil,
fácil,
fio,
fio de ouro do coração,
fluxo eterno,
iluminação,
limites,
obrigação,
obrigatoriedade,
obstáculos,
pleno potencial,
prazer,
SerVir
O veículo do Amor: do samsara ao nirvana e além
Satisfazer mil desejos ou conquistar apenas um? Eis a pergunta-chave do filme (e do) Samsara.
O mais complexo é quando o desejo é o de satisfazer mil desejos, pois se cai na tautologia do samsara, daí a importância da natureza do objeto a ser desejado.
O desejo de iluminação e da conquista do desejo é o único caminho para se cortar as amarras, alcançar o nirvana e ser livre e íntegro, pois todos os demais desejos de alguma forma corrompem. E nunca se satisfazem, pois não se tornarão, apenas inflarão ainda mais a falta, redobrando o desejo.
Inclusive o desejo de iluminação precisa de desapego, pois senão não há iluminação devido ao apego - o desejo deve ser o impulso inicial, mas deve-se buscar chegar à outra margem e para tal, precisa-se abandonar o veículo que nos conduziu até lá... ou aqui, tanto faz, são múltiplos os espaços, apenas um o tempo: o de confirmar a transcendência na imanência, eis a essência - como confirma o Sutra do Coração.
Eis a importância da natureza do objeto a ser desejado ser (reconhecida como) vazia – apenas a compreensão da vacuidade liberta e nos integra ao permanente fluxo da impermanência.
No Amor que não é troco, nem pagamento - não tinge, transforma -; é combustível para se chegar a outra margem do Rio da Vida, o Styx, cruzando o Aqueronte,
O mais complexo é quando o desejo é o de satisfazer mil desejos, pois se cai na tautologia do samsara, daí a importância da natureza do objeto a ser desejado.
O desejo de iluminação e da conquista do desejo é o único caminho para se cortar as amarras, alcançar o nirvana e ser livre e íntegro, pois todos os demais desejos de alguma forma corrompem. E nunca se satisfazem, pois não se tornarão, apenas inflarão ainda mais a falta, redobrando o desejo.
Inclusive o desejo de iluminação precisa de desapego, pois senão não há iluminação devido ao apego - o desejo deve ser o impulso inicial, mas deve-se buscar chegar à outra margem e para tal, precisa-se abandonar o veículo que nos conduziu até lá... ou aqui, tanto faz, são múltiplos os espaços, apenas um o tempo: o de confirmar a transcendência na imanência, eis a essência - como confirma o Sutra do Coração.
Eis a importância da natureza do objeto a ser desejado ser (reconhecida como) vazia – apenas a compreensão da vacuidade liberta e nos integra ao permanente fluxo da impermanência.
No Amor que não é troco, nem pagamento - não tinge, transforma -; é combustível para se chegar a outra margem do Rio da Vida, o Styx, cruzando o Aqueronte,
Laços do Amor:
aqueronte,
caronte,
desejo,
iluminação,
imanente,
nirvana,
oceano,
rio da vida,
samsara,
styx,
sutra do coração,
tautologia,
transcendente,
vacuidade,
veículo
domingo, 11 de julho de 2010
A concepção do Amor
Amor é o tempo que nos concede o espaço para nos tornarmos eternos – através de nossas ações convergentes do corpo-fala-mente.
Na geração espontânea da bodhichitta, mente iluminada da abertura do Ser,
domingo, 16 de maio de 2010
Amor, do corAÇÃO
O estágio pré-iluminação é a execução racional do livre arbítrio - o que beneficia ou não à todos, segunda nossa razão.
A execução plena e irrestrita se atinge quando a ação deixa de ser pensada pela mente e passa a ser de corAÇÃO.
Na ação colorida pelo pincel da alma que pinta o arco-íris da liberação,
A execução plena e irrestrita se atinge quando a ação deixa de ser pensada pela mente e passa a ser de corAÇÃO.
Na ação colorida pelo pincel da alma que pinta o arco-íris da liberação,
Amor é manifestação da plenitude
Samsara é perambulação; a busca do ego por algo, pela saciedade, pela completude - é buscar a chama e a luz fora de si.
Nirvana é apagar a luz da vela e encontrar sua luz na escuridão de seu Ser, iluminando-se e servindo de farol para o benefício de todos os seres.
Na plena realização do Ser no Aqui e Agora,
Nirvana é apagar a luz da vela e encontrar sua luz na escuridão de seu Ser, iluminando-se e servindo de farol para o benefício de todos os seres.
Na plena realização do Ser no Aqui e Agora,
Laços do Amor:
agora,
aqui,
benefício,
chama,
completude,
ego,
escuridão,
farol,
iluminação,
Luz,
nirvana,
perambulação,
saciedade,
samsara,
Ser,
Todo
segunda-feira, 15 de março de 2010
Amor tântrico e o sagrado feminino
Em um mundo onde a revolução sexual por um lado ruiu determinados dogmas mundanos, mas por outro sacrificou algumas belezas divinas, o papel do masculino e feminino se encontram por demais distantes e banalizados e os Seres de sujeito passaram a objetos - para si, para os outros e em relação ao Todo.
O filme Nine revela - com fotografia especialmente bela - como a ascese de um homem depende muito da reconciliação com seu ego através da revalorização do sagrado feminino e da consequente recondução da sua criança interior ao seu devido lugar no processo de amadurecimento e elevação de seu Ser.
A criança interior - nosso ego - não deve ser aniquilada, mas contextualizada dentro de uma hierarquia de valores e forças edificadas a partir de ética e coerência individual. Validadas sempre pelo filtro do Amor, ou seja, em relação à hierarquia de valores e forças do outro e do Todo.
Afinal, não somos outra coisa que um Ser em um Estar-continuum e não há iluminação sem compreender nosso Todo no Espaço-Tempo universal e eterno.
O Amor tântrico começa por nós mesmos em um íntimo reconciliar-se e fortalecer-se para conquistar a subida da elevação.
Luz, câmera, Amor!
O filme Nine revela - com fotografia especialmente bela - como a ascese de um homem depende muito da reconciliação com seu ego através da revalorização do sagrado feminino e da consequente recondução da sua criança interior ao seu devido lugar no processo de amadurecimento e elevação de seu Ser.
A criança interior - nosso ego - não deve ser aniquilada, mas contextualizada dentro de uma hierarquia de valores e forças edificadas a partir de ética e coerência individual. Validadas sempre pelo filtro do Amor, ou seja, em relação à hierarquia de valores e forças do outro e do Todo.
Afinal, não somos outra coisa que um Ser em um Estar-continuum e não há iluminação sem compreender nosso Todo no Espaço-Tempo universal e eterno.
O Amor tântrico começa por nós mesmos em um íntimo reconciliar-se e fortalecer-se para conquistar a subida da elevação.
Luz, câmera, Amor!
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Brisa amorosa
Amor, essa brisa interna que acalma a ardência - no peito, no estômago, na alma - que infla as velas e ilumina nosso horizonte no Outro sem fim.
Navegar nessa brisa para encontrar o oceano de Amor, é preciso, com toda calma.
Sob inspiração de viagem auspiciosa para encontrar Sua Santidade, o Dalai Lama em Frankfurt, Alemanha.
Dalai Lama significa literalmente 'Oceano de Sabedoria' e esta não é outra que o Amor, que através da Compaixão torna a mente inteligente, mas ordinária, em sabedoria pura.
Na proa do Amor somos todos Reis do Mundo,
Navegar nessa brisa para encontrar o oceano de Amor, é preciso, com toda calma.
Sob inspiração de viagem auspiciosa para encontrar Sua Santidade, o Dalai Lama em Frankfurt, Alemanha.
Dalai Lama significa literalmente 'Oceano de Sabedoria' e esta não é outra que o Amor, que através da Compaixão torna a mente inteligente, mas ordinária, em sabedoria pura.
Na proa do Amor somos todos Reis do Mundo,
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Nunca é demais amar
Nunca se tem amor em excesso, amar nunca é demais.
Pode ser mal canalizado, mas nunca é em excesso.
Deve ser cultivado ad eternum para transformar o ser amante em eternidade temporal e universalidade espacial.
Na iluminação do Amor,
Pode ser mal canalizado, mas nunca é em excesso.
Deve ser cultivado ad eternum para transformar o ser amante em eternidade temporal e universalidade espacial.
Na iluminação do Amor,
terça-feira, 24 de junho de 2008
Amor contrastante
O amor humano (se) engana.
O Amor divino ilumina.
Amar é viver esse jogo de contrastes, luzes e sombras - a eterna dança entre o velar e o desvelar iniciada por Eros e Psique.
É uma dança que não pode parar: se pára no velar obscurece, perde-se, desinteressa-se; se pára no desvelar quebra-se o encanto, acostuma-se, assusta-se; em ambos afasta-se e isto é o contrário do Amor - união incondicional.
No amor,
O Amor divino ilumina.
Amar é viver esse jogo de contrastes, luzes e sombras - a eterna dança entre o velar e o desvelar iniciada por Eros e Psique.
É uma dança que não pode parar: se pára no velar obscurece, perde-se, desinteressa-se; se pára no desvelar quebra-se o encanto, acostuma-se, assusta-se; em ambos afasta-se e isto é o contrário do Amor - união incondicional.
No amor,
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