Mostrando postagens com marcador iluminação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador iluminação. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de março de 2013

Amor, órbita do Ser

Somos átomos dançando como sóis, nunca sós, sempre em órbita com outros sons compondo a sinfonia da iluminação, vibração do Ser em Rede.

Na convergência de intenções,

sábado, 24 de dezembro de 2011

Pôr-do-Amor, Nascer-da-vida

Quantas vezes você me acompanhou até aqui?

Em quantos pôr-de-sóis* não estivemos juntos?

Quantos renascer a sós?

Ó ilusão de minha mente, verdade de meu coração.

Amor,

não bato palmas,

mergulho na profunda escuridão para sempre tornar a iluminar-te;

pois tu sou eu, eu sou tu.

Somos a interdependência da Rede,

somos a Rede,

somos ponto-a-ponto,

somos ponte,

somos travessia,

somos Übermensch,

somos devir,

somos ocaso,

somos instante.

Na eternidade do momento, o potencial do Amor,


---

* O gramaticalmente correto é pores-de-sol, mas o que ocorre de fato é o que o Sol nunca se põe, o que mergulha somos nós nas profundezas da ignorância de cada universo particular, mundo a renascer a cada olhar; daí a opção por criar o por-de-sóis, pois também somos sóis e não estamos sós, um dia brilharemos juntos - iluminamos o nosso mundo com a luz particular de nossa compreensão.

sábado, 6 de novembro de 2010

Amor não é fácil, muito menos difícil

O difícil não existe, é apenas a conjugação errônea do trabalhoso perante o tempo que, sob as lentes do medo, da preguiça e da insegurança de se deixar a zona de conforto, se traduz comumente como obstáculo e dificuldade - nada além de crenças limitadoras.

Tampouco as coisas são fáceis, são parte inerente a uma grande teia, o que as torna complexas - mas basta seguir o fio de ouro de seu coração que naturalmente se encontra seu lugar na rede da vida.

Crer e se identificar com o fluxo, desapegar-se de seu ponto de ego com vistas ao ser Ser superior: fazer o que precisa ser feito, transmutar-se da obrigAÇÃO ao PRAZER,que todo prazer de viver se realizará.

É a realização do SerVir, a iluminação e alcance de seu pleno potencial no deVIR do SER.

No mistério da alquimia do Amor,

O veículo do Amor: do samsara ao nirvana e além

Satisfazer mil desejos ou conquistar apenas um? Eis a pergunta-chave do filme (e do) Samsara.

O mais complexo é quando o desejo é o de satisfazer mil desejos, pois se cai na tautologia do samsara, daí a importância da natureza do objeto a ser desejado.

O desejo de iluminação e da conquista do desejo é o único caminho para se cortar as amarras, alcançar o nirvana e ser livre e íntegro, pois todos os demais desejos de alguma forma corrompem. E nunca se satisfazem, pois não se tornarão, apenas inflarão ainda mais a falta, redobrando o desejo.

Inclusive o desejo de iluminação precisa de desapego, pois senão não há iluminação devido ao apego - o desejo deve ser o impulso inicial, mas deve-se buscar chegar à outra margem e para tal, precisa-se abandonar o veículo que nos conduziu até lá... ou aqui, tanto faz, são múltiplos os espaços, apenas um o tempo: o de confirmar a transcendência na imanência, eis a essência - como confirma o Sutra do Coração.

Eis a importância da natureza do objeto a ser desejado ser (reconhecida como) vazia – apenas a compreensão da vacuidade liberta e nos integra ao permanente fluxo da impermanência.

No Amor que não é troco, nem pagamento - não tinge, transforma -; é combustível para se chegar a outra margem do Rio da Vida, o Styx, cruzando o Aqueronte,

domingo, 11 de julho de 2010

A concepção do Amor

Amor é o tempo que nos concede o espaço para nos tornarmos eternos – através de nossas ações convergentes do corpo-fala-mente.

Na geração espontânea da bodhichitta, mente iluminada da abertura do Ser,

domingo, 16 de maio de 2010

Amor, do corAÇÃO

O estágio pré-iluminação é a execução racional do livre arbítrio - o que beneficia ou não à todos, segunda nossa razão.

A execução plena e irrestrita se atinge quando a ação deixa de ser pensada pela mente e passa a ser de corAÇÃO.

Na ação colorida pelo pincel da alma que pinta o arco-íris da liberação,

Amor é manifestação da plenitude

Samsara é perambulação; a busca do ego por algo, pela saciedade, pela completude - é buscar a chama e a luz fora de si.

Nirvana é apagar a luz da vela e encontrar sua luz na escuridão de seu Ser, iluminando-se e servindo de farol para o benefício de todos os seres.

Na plena realização do Ser no Aqui e Agora,

segunda-feira, 15 de março de 2010

Amor tântrico e o sagrado feminino

Em um mundo onde a revolução sexual por um lado ruiu determinados dogmas mundanos, mas por outro sacrificou algumas belezas divinas, o papel do masculino e feminino se encontram por demais distantes e banalizados e os Seres de sujeito passaram a objetos - para si, para os outros e em relação ao Todo.

O filme Nine revela - com fotografia especialmente bela - como a ascese de um homem depende muito da reconciliação com seu ego através da revalorização do sagrado feminino e da consequente recondução da sua criança interior ao seu devido lugar no processo de amadurecimento e elevação de seu Ser.

A criança interior - nosso ego - não deve ser aniquilada, mas contextualizada dentro de uma hierarquia de valores e forças edificadas a partir de ética e coerência individual. Validadas sempre pelo filtro do Amor, ou seja, em relação à hierarquia de valores e forças do outro e do Todo.

Afinal, não somos outra coisa que um Ser em um Estar-continuum e não há iluminação sem compreender nosso Todo no Espaço-Tempo universal e eterno.

O Amor tântrico começa por nós mesmos em um íntimo reconciliar-se e fortalecer-se para conquistar a subida da elevação.

Luz, câmera, Amor!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Brisa amorosa

Amor, essa brisa interna que acalma a ardência - no peito, no estômago, na alma - que infla as velas e ilumina nosso horizonte no Outro sem fim.

Navegar nessa brisa para encontrar o oceano de Amor, é preciso, com toda calma.

Sob inspiração de viagem auspiciosa para encontrar Sua Santidade, o Dalai Lama em Frankfurt, Alemanha.

Dalai Lama significa literalmente 'Oceano de Sabedoria' e esta não é outra que o Amor, que através da Compaixão torna a mente inteligente, mas ordinária, em sabedoria pura.


Na proa do Amor somos todos Reis do Mundo,

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Nunca é demais amar

Nunca se tem amor em excesso, amar nunca é demais.

Pode ser mal canalizado, mas nunca é em excesso.

Deve ser cultivado ad eternum para transformar o ser amante em eternidade temporal e universalidade espacial.

Na iluminação do Amor,

terça-feira, 24 de junho de 2008

Amor contrastante

O amor humano (se) engana.

O Amor divino ilumina.

Amar é viver esse jogo de contrastes, luzes e sombras - a eterna dança entre o velar e o desvelar iniciada por Eros e Psique.

É uma dança que não pode parar: se pára no velar obscurece, perde-se, desinteressa-se; se pára no desvelar quebra-se o encanto, acostuma-se, assusta-se; em ambos afasta-se e isto é o contrário do Amor - união incondicional.

No amor,