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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Amor, as perspectivas de ação que convergem ao Todo

Reconhece. Aceita. Entrega. Supera.

E mantenha-se em seu caminho - obstáculo é tudo aquilo que aparece em nossa vista quando tiramos o foco de nosso objetivo.

E, de tempos em tempos, checa o objetivo e a motivação deste objetivo.

Respire e cultive a atenção plena.

Coragem para constantemente afirmar-se mesmo diante ou contra si mesmo.

O Eu e os demais valores (que o constituem) devem sempre ser checados e atualizados - são perspectivas de um Todo em constante colapso e reestruturação.

No devir que só faz sentido e se torna sustentável por Amor,

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A correnteza libertadora do Amor

Amor é a correnteza que nos faz flutuar no oceano do sofrimento, a bóia que nos salva do oceano das emoções, a lâmina que corta as ilusões do ego e nos ensina a realidade do se relacionar-se consigo próprio de maneira franca, sincera e direta e assim com o Outro a partir do reconhecimento, aceitação e integração do Outro em nós.

Na superação dos obstáculos externos, internos e secretos,

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A grande generosidade do Amor

A generosidade óbvia é dar. Mas há outra generosidade importante que poucas pessoas sabem exercer que é retribuir: um sorriso, um gesto, um obrigado; a abertura de receber, que pressupõe também a abertura para dar.

Se, contudo, reconhecimento e retribuição são essenciais, questiono.

Essencial mesmo apenas o Amor.

Reconhecimento e retribuição são imagens de Amor, não o Amor em si e ficar na expectativa deles pode nos tirar do foco de nossa vivência, de nosso centro, do Amor; podemo-nos viciar em receber reconhecimento e retribuição, quando o verdadeiro Amor é e nada necessita em troca. E, por esta qualidade livre, é capaz de com tudo trocar.

Há quem aponte reconhecimento e retribuição entre os alimentos do Amor.

E o Amor de verdade, precisa de alimento? Não está acima disto?

Até o Sol consome algo para doar sua energia – mesmo que seja a si próprio.

Todavia, o Amor só precisa ser contemplado para crescer e frutificar.

E a contemplação é mais forte que a ação; pois o forte tem potência contemplativa para ver o Amor em tudo e com tudo é capaz de trocar, discernindo, nunca julgando; enquanto quem não vivencia a potência do Amor em si busca criar seus prazeres a seu modo e, como demiurgo, distorce a realidade à forma de sua obra interior inacabada.

Esculpe-te o que tu és, obra-prima divina, Amor em estado bruto; lapida-te com grandiosa generosidade.

No atelier de nossos corações,