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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Amor, vermelho e amarelo


Acordar cedo para raiar o dia
Brilhar o tempo com toda alegria
Elevar-se a Deus em tons de vermelho e amarelo
Todo canto agradece à Natureza nosso elo

Na fé que amanhece a cada entardecer da esperança,

sábado, 17 de novembro de 2012

Cor fati Amor


A pedra sobre a qual edifico minha obra,
As asas que me levam a superar a minha sombra,
O fio que tece todo o sentido
À espada, cuja ação ouso destemido.

Na pulsão que converge-me em Ser, sabedoria pura da Natureza,

sábado, 14 de julho de 2012

Amor natura est pacem per libertatem

O Amor floresce apenas na liberdade.

Amor naturalis est.

No cultivo livre, leve e solto de nossas mais nobres emoções e valores,

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Amor, caminho de expansão do Ente

Amor é o caminho no qual o Ser converge colaborativamente a Razão suprassensível e as inclinações, emoções sensíveis, despindo-nos do trans- e do iman- e, nus perante à Natureza e à Vida, expandindo nosso Ente.

Na SERpENTE que nos ascende,

domingo, 8 de abril de 2012

Amor, sublime motivação

A natureza me convida à admiração, as artes, ao Belo.

O humano não, este me desperta à atenção; eis o Sublime de minha motivação: realizar o Belo cotidiano através do Amor, não me furtar ao destino, antes conferí-lo sentido, obrar - a existência prima por isto.

No esculpir de seu caminho,

sábado, 24 de dezembro de 2011

Amor sagitariano

Tira o véu de teus olhos, contempla as estrelas em tua profunda natureza; voa, trotando seu caminho pelos céus infinitos de teu potencial. Lança-te junto a tua flecha em benefício de todos os seres, mas fazes isto com calma, na serenidade de teu Ser que amanhece a cada ocaso, que desperta enquanto todos dormem.

Sê sagitariano na sua potência máxima, mas humano em todo seu esplendor - equilibra-te e triunfarás; conquistarás primeiro a ti mesmo, depois a teus mais nobres objetivos.

Todos temos um sagitário em nosso mapa astral - ative o seu.

Que sua existência se signifique na entrega ao Todo.

No arco, flecha, alvo e precisão,

Amor, enteléquia dos corpos vivos

Amor é o cultivo da visão e da coragem de se ver e agir conforme o necessário; é a canalização do desejo para o ganho de potência.

É enxergar em cada situação sua força evolutiva inerente e agir conforme o necessário para fazer a verdadeira natureza de cada instante florescer; tornando-se o que se é, pura Força e Luz, energia em devir.

Na jardinagem evolutiva que realiza o ponto de perfeição de cada Ser,

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Amor, herói de verdade

Amor é forte e por isso não precisa demonstrar sua força.

Amor é valente e por isso não precisa lutar com ninguém.

Amor é herói para vencer a si mesmo.

Amor é e o que é não precisa provar nada a ninguém, apenas repousa em sua existência e contempla sua natureza primordial.

Amor, criador do universo.

Na força que não vem daqui, não vem de lá, é tudo e está em todo lugar,

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Eros, impulso do Amor para um novo mundo

Há momentos onde se está tão cheio de Amor para dar que se poderia fecundar um novo mundo: é a hora de se libertar o Eros que já não cabe em si.

Vai Amor, tão complexo e tão fácil, seguindo pela rede ao encontro da mulher secreta que tanto desejo desperta.

Ouço calado o pulsar do desejo e em meio aos gemidos de prazer, percebo sussurros de dor: é a Terra que sangra em meio aos orgasmos múltiplos dos que se contorcem entre extremos, dos que são reféns do prazer e da dor; do nascimento e da morte; da alegria e do horror.

Vai Amor, não mais ao encontro desta fêmea que me extasia, mas encontra a mulher que se esconde em cada um de nós, nossa parte que sabe cuidar, sustentar e da qual o planeta, sofrido e abandonado, tanto carece.



Chega de êxtase, o planeta quer é viver.

Enalteçamos e elevemos nosso Eros, não neguemos nossa essência, pois somos no devir e devemos confirmar nossa natureza desejante.

Não podemos mudar o que, mas o como; não mudamos os objetos, mas podemos mudar o sujeito e nossas relações.

No Eros, impulso que transforma todas as mulheres do mundo na mãe Terra, fecunda pelo Pai Cosmos, Eu Sou,

terça-feira, 9 de novembro de 2010

O desejo do Amor é o ciclo evolutivo da ascese

O que seria a humanidade sem o desejo?

Seria Luz pura, pois quem deseja carece e quem carece não está completo - mas se contemplarmos o desejo no sentido de força e de impulso faz sentido a indagação: o desejo-impulso é necessário para o vingar primordial da vida, mas necessita de transmutação da conquista para a preservação para poder se estabelecer sem se auto-degenerar, consumir e boicotar.

O desejo se faz então necessário, mas trata-se do desejo orientado através da Ágape para alcançar algo superior, sendo que precisa ser por esta canalizado, abandonado ao se progredir no caminho e se aproximar da Philia que auxilia no desapego; desejo sem identificação, pois não há carência, apenas a perpetuação do pulso cíclico da ascese.

Portanto, o desejo tem naturalmente sua função e depende da natureza do objeto ao qual se liga e do objetivo da ligação para ser compreendido entre os impulsos que satisfazem mil e múltiplos instintos ou conquistam definitivamente o uno e destino, unidade em nós sem nós e amarras que nos prendem: desejo que flui, frui e nos possibilita usufruir do fluxo.

No Eros divino que habita nosso Ser, pleno e em preservação,

sábado, 6 de novembro de 2010

Omnia Amor est et nos cedamus amori

Só o Amor é; só o Amor pode mudar como as coisas são - tudo é Amor em graus e modos distintos, portanto só o Amor pode alterar o grau de potência e o modo e extensão de cada coisa, pois tudo comunga de uma natureza una, de um único eixo cíclico: caos-cosmos, samsara-nirvana, nascimento-morte, luz-sombra; a força da vida em todos seus modos, potências e extensões é Amor.

O modo, grau e potência do Amor é determinado pelo conhecimento detido, trocado e exercido - quanto maior a coerência, maior a sustentabilidade do momento no eixo cíclico e maior a possibilidade de vetorizar o ciclo em um eixo evolutivo.

Quando se aprende algo pela dor se aprende na verdade pela ausência do Amor - a incompreensão deste aprendizado gera o ódio, esta revolta pela ausência do Amor e do sentido de si e da vida.

A revolta, o ódio e demais sentimentos e energias da nega-ATIVIDADE paralizam o fluxo do eixo cíclico e podem inclusive regredi-lo.

O Amor é o princípio sem fim, fluxo e movimento da rede da vida.

O Amor tudo é, rendamo-nos nós também ao Amor.

No Amor que tudo vence, pois tudo é: vençamo-nos nós a nós mesmos.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Da afirmação da existência do Amor em atos e fatos

A importância da relação no Amor fecunda no ato do diálogo, mas prospera e progride no fato de se buscar entender o outro da melhor maneira possível – ao invés de negativizar a ação, sempre confirmar os intentos através da positivação, buscando entender o outro sempre pelo melhor ângulo, convergindo para um ponto de sustentabilidade – principalmente quanto ao fluxo da situação em questão: a natureza das coisas é vazia em si e seu valor interdepende da relação estabelecida.

Portanto, a maneira como nos conectamos e posicionamos determina claramente o que extrairemos da situação. E aqui entra aquilo que é próprio do amor sustentável: a coerência.

Se quero que algo prossiga, devo ter um olhar que buscar canalizar a energia do fenômeno vazio desta maneira.

Se quero que algo tenha futuro, não devo olhar insistentemente para o passado, mas canalizar o aprendizado que se encontra presente para situações que se farão.

Na compatibilidade de opostos que se unem,

domingo, 11 de julho de 2010

A natureza do Amor civilizado

Amor é entender que civilização e natureza não são antagônicos, mas pesos equânimes do equilíbrio sustentável de nossa evolução como Ser em Rede.

No ecossistema do Ser,

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Amor da alma espelho

A alma é o espelho que pode fazer a natureza refletir o Uno e isto só é possível se o fizer com e por Amor, sem distinguir o Uno da Matéria e a matéria em e dentre-si, reconhecendo, como Ser independente, Logos em formação,  a unidade através da interdependência.

No caminho do meio que é a Alma e o Amor, unos em essência, distintos por conceituação,

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O cultivo do Amor Ágape

Enquanto o Amor Eros nos é dado - quer por natureza interna, quer por estímulo externo de nosso pulsão interna -, o Amor Philia é o resultado da ação amorosa bem empreendida, a união do buscador e do outrora buscado.

Já o Amor Ágape é algo que se recebe enquanto bênção e inspiração a partir da meditação, oração e contemplação ou se pode construir a partir da filosofia, erigindo uma hierarquia e sistema de valores: do menos embebido do divino (ponto isolado, solitário, ego) ao mais radiante Todo (ponto diferenciado, unidade, conjunto, valor que converge).

É a partir deste elemento [Erôs] conquistado a partir da fé, da visão e do trabalho que se canaliza o impulso Eros para alcançar um resultado Philia superior.

A cada ação ocorre um ciclo de Eros-Ágape-Philia que nos aproxima ou afasta da missão da Alma se confirmar no Amor - Amor fati.

A cada ação deve haver contemplação para refinar o sistema Ágape. E redefinir a direção da próxima ação, reforçada pelo cruzamento da técnicas de inspiração divina, contemplação e filosofia, convergindo a uma sustentável visão única e convergida.

Na redefinição das coordenadas,

sexta-feira, 4 de junho de 2010

É natural do Amor

Quando a gente se doa de coração, recebemos bênçãos e inspiração.

Na recíproca natural e verdadeira,

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O dharma do Amor - conhecimento que gera uma nova ordem

É preciso remodelar a sociedade, gerar o espaço para se estar mais tempo junto de quem se ama e para quem se é insubstituível - ao invés de se atuar como um dado estatístico de um mercado de almas.

Nossas crianças educadas por babás. Nossos idosos abandonados em asilos ou poltronas. Nossas gargantas apertadas por nós de gravata, agulhas alfinetando quem está no alto do salto, mãos calejadas amaciadas no máximo pelo próprio suor.

E na busca da felicidade permanece-se só, soterrado por pilhas de trabalho, sem energia para mais nada, apenas o mínimo para alimentar a corrida do rato, onde o queijo é uma ilusão barata, pago caro com a juventude de nossas vidas.

Pelo dia de trabalho de 4h. Pelo conhecimento do Amor que gera um novo espaço para um novo tempo. Sem utopias, compaixão.

Para que estejamos vivendo aquilo que nos torna insubstituíveis: o Amor junto aos entes queridos e à natureza.

Menos Estado, mais trabalho, menos desemprego, mais consumo, mais lazer, maior distribuição e circulação das riquezas. Descentralizar para conquistar a felicidade em vida e realizar o Amor em nossos cotidianos.

A tecnologia possibilita uma melhor distribuição - de produtos, serviços e tarefas - e um correto alinhamento das forças de trabalho.

Uma sociedade fraterna baseada no Amor reflete todo o esplendor de seus pontos, rede humana que sustenta um sistema que converge o que há de melhor:

do capitalismo - a liberdade de produção daqueles que fazem melhor o seu ofício, seguindo assim seu dharma -,

do socialismo - a igualdade de oportunidade, da educação à realização de seu pleno potencial, realizando assim o seu dharma -, e

da Anarquia - a fraternidade que igualmente se responsabiliza e mobiliza para, sem coerção, organizar os princípios complementares da igualdade e da liberdade dentro de um sistema individual-coletivo de superação.

Eis o dharma de nossa raça.

Na Era da Consciência, verdadeira sociedade 2.0, que se inicia pelo uso amoroso e compassivo da informação e da tecnologia, à serviço da humanidade e da natureza e não do ego e da ganância,

Abertura conceitual do Amor

Amor é transformar o difícil em trabalhoso e naturalmente, sem esforço, alcançar o objetivo - com perseverança e dedicação, utilizando-se o que há de melhor, convergindo para multiplicar; mais que às partes da soma, somar: transcender os conceitos, permanecer no Ser e, a partir daí, construir seu universo em constante dissolução.

Na beleza da agregação que consagra nossa plenitude, eterno devir,

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Amor, semente da ação sustentável

Enquanto nossos irmãos passam fome e nossa Mãe Natureza sucumbe à nossa ignorância egóica, sabemos que estamos vivendo errado, mas não abrimos mão de nada.

Há seres, humanos e animais, precisando de mais do que apenas esperança e palavras bonitas - a vida no planeta Terra precisa de interAÇÃO e mudanças significativas no 'mind and heart setting' para vivenciar a sustentabilidade.



A verdadeira mudança virá através das pessoas, não através de governos. Mudamos ou sucumbiremos à ira do destino que nós mesmos plantamos.

E você, o que anda semeando?

Na semente do Amor que brota em nossos corações, perfuma nossa alma, embeleza nosso Ser e ornamenta o destino de nosso planeta,

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Amor é oferenda

Amor é agradecer, Amor é retribuir.

Amor é contribuir ofertando aos demais o melhor de si na mais pura das intenções.

Na vibração da natureza,