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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Eros para além

Meu Eros é forte
Bebe o veneno
Transmuta a sorte
Ó Fortuna!, me torna pleno

Na liberdade da liberdade,

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

O Amor nunca erra

Só se aprende errando; quando se acerta é porque já se sabia ou se teve sorte - e neste caso, se goza do acerto e não se retem o aprendizado, néctar de toda experiência.

Erra-se o necessário para definir-se o acerto.

No acerto ou na aprendizagem, nunca na culpa, porque nunca no erro, responsabilidade pura,

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Amor, saudade do que existe

Ah, a morte,
aniquila os desejos de toda sorte
não mata, todavia
a saudade do que existia.

No Amor que cria, memória do futuro, 

terça-feira, 1 de junho de 2010

Amor, palavras sem jogo

Amor

Ponte

Fonte

Forte

Norte

Corte

Morte

Sorte

De quem através da ponte do Amor se conectou à fonte de seu Ser, tornando-o forte em busca de seu norte e além-corte, além-morte, regozija com a sorte de ter acessado, conectado e vivido o Amor, do princípio ao sem fim, o único meio, a única maneira.

No jogo sem palavras,

terça-feira, 2 de março de 2010

Desilusão: o aprendizado-mor do Amor

As desilusões fazem parte da história de nossas vidas, são nossos aprendizados mais íntimos.

Mas, acostumados ao nosso ego - infantil como só ele - de termos apenas aquilo que gostamos e queremos, revoltamo-nos e acusamos o culpado: é o coração, este fraco e desmiolado a quem seguimos cegos de paixão e que nos faz cair, na tentação e no abismo da solidão após nos lançarmos desenfreadamente de encontro ao Outro. Juramos nunca mais seguir o coração e nos isolamos assim de nós mesmos.

Não é que não devamos seguí-lo ou seguí-lo menos. Devemos sim torná-lo forte, independente e líder para nos conduzir sem cair nos boicotes da mente e do karma, bem como na solidão de nossa alma.

Ocorre é que sentimo-nos acuados e pressionados pelo tempo-espaço, acossados pela solidão de nós mesmos e ao invés de nos bastarmos primeiro, jogamo-nos na aventura da roleta russa do "nós-dois": depositamos no Outro arma e munição e entramos de cabeça em um jogo em que a sorte pode ou não cruzar com o destino. E o Amor está longe de ser um jogo de azar no qual se deposita as fichas às cegas.

Tranquilidade, este é o sinônimo da realidade do Amor: o que é nosso está guardado e quando se está maduro o suficiente se tem o prazer de desfrutar do verdadeiro néctar do Amor.

Até lá, vamos amadurecendo e entendendo que é necessário estarmos bem conosco, sem depositar em mais ninguém nossa felicidade. E é nestas desilusões que a vida nos traz que aprendemos a viver e assim a amar.

Aí sim, iremos ao encontro de nosso destino, sermos felizes. Por toda eternidade de cada momento.

No néctar da imortalidade que é o eterno Amor,

domingo, 15 de junho de 2008

Oásis de refúgio amoroso

Amor é aquilo que nos une, ressalta o que se comunga, aceitando as diferenças, fortalecendo na unidade e na variedade, selecionando e potencializando o que há de melhor no Eu e no Outro - quer seja como indíviduo ou grupo.

Sorte no amor, sorte na vida. E sorte é o encontro da oportunidade com quem está preparado. Amar é encontrar um caminho para a vida.

Quantos de fato estão preparados para viver?

Quantos conseguem viver amando, impertubáveis - permanecendo imaculados quanto ao mundo exterior -, uma oásis de refúgio amoroso, melhorando a si, ao ambiente e ao próximo?

No amor