segunda-feira, 22 de julho de 2013
Amor, lança e escudo
Na abertura que é viver, fé baseada no Amor,
quarta-feira, 21 de março de 2012
Amor, métrica da abertura do Ser
Abertura
ternura
acolhimento
do momento
fruição
fluindo
indo
além
pelo bem
por todo tempo
por todo espaço
através do conhecimento
por Amor
sem algo
sem alguém
por rima
fazendo poesia
criando uni
frentes e versos
Na métrica do Amor que dita abertura,
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Amor, instante presente
No momento da aceitação e confissão da entrega de abertura do Todo,
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Nos tropeços do Amor
sempre na busca
de algo que vimos antes
em meio ao horizonte cego,
pelo ego que ofusca.
Evoluimos no tropeço
certos de cada momento ser um novo recomeço.
No pulsar da renova-ação,
não há necessidade de perdão,
apenas sincera abertura
para plena união
totalidade, talidade, ternura.
No alfa-ômega, o meio,
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Amor, razão suprema
Seu poder emanava de sua sensibilidade.
A razão suprema sabiamente convergia a emoção da sensação e do sentimento e a razão do pensamento e da intuição através do instinto rumo ao corte e à superação.
Pulsava a força da vida com a clareza da compaixão; múltiplo e diverso, era sempre Ele mesmo sendo Outros, não se prendia nem nos Nós, era, é e sempre será Ele, Ela, o Todo, Amor.
No poder fraterno da abertura, ainda motivado pela força de viver e amizade do Ser do cão paraplégico,
domingo, 22 de agosto de 2010
Amor, abertura ao caos
É aguardar com abertura e disposição para a troca que realmente lhe complete - e não apenas mais ou menos em um ou outro quesito.
Ter esta paciência somente é possível quando se está bem consigo mesmo, não necessitando de nada para se sentir completo, mas disposto a somar e multiplicar com outro inteiro para forjar um nós forte e resiliente.
É na abertura ao caos que o Amor gera a ordem que e-leva ao progresso: do Eu, do Outro e do Todo.
Na abertura que não demanda nada egoicamente, mas aceita tudo dentro do melhor dos mundos possíveis,
domingo, 11 de julho de 2010
Aceitação é evolução, no Amor intuição
Amar é aceitar o Aqui e Agora, intuindo a evolução e melhora próxima e agindo de maneira precisa e necessária para sempre elevar o Aqui e Agora à eternidade.
Vejamos no exemplo do professor e do aluno.
O aluno deve reconhecer no professor o melhor professor que ele pode ter naquele momento e estar aberto à intuição para saber quando é necessário partir para aprender (e ensinar) com outro; evitando assim também o desgaste de algo ultrapassado e que já rendeu o esperado, afinal, vida é renovação.
O professor então – sempre doando o máximo de si e no máximo que o aluno suporta a cada etapa e momento – terá a oportunidade de Ser o melhor professor para outro aluno que encontrará a excelência em seu nível (que encaixa no do professor) – não há absolutos, apenas excelências referenciais.
No mestre de todos nós,
Amor, instante sublime da sabedoria
O Amor enxerga a ordem do caos e assim beleza em tudo, não tem a ânsia de construir um belo deformado (a qualquer custo), à imagem e semelhança da origem e, portanto, sempre ansiosa desta – tanto de obtê-la em futuro próximo, quanto de recuperá-la em um passado distante.
É na eternidade do momento, no aqui e agora sem forma, sem conceito, apenas vivência que somos - seres eternos em nós mesmos, criadores de nossa prisão nas memórias do passado e esperanças do futuro, libertadores do presente apenas através do Amor, janela de possibilidades em um sem fim de escolhas -, que a beleza se ordena em um ciclo constante e alternante de (des)ordenação e (des)construção. A beleza se ordena para no instante seguinte se modificar e tomar a forma de outra beleza.
Nunca conseguiremos apreender este momento e quanto mais o tentamos, menos o vivemos.
Quando nos abrirmos para esta experiência, convergiremos a beleza do passado, do futuro e de todos os presentes, contemplando a beleza do caos, agora ordenado por um entendimento e compreensão supraracionais, o conhecimento sublime e transcendental do Amor que tudo abarca, tudo une e tudo organiza.
Desapegar para interagir, isto é Amor.
Na abertura do espaço-tempo, conhecimento do Eterno,
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Abertura do presente, oportunidade do Amor
Não deixar antigos padrões macularem possibilidades futuras, eis a abertura do presente, a oportunidade do Amor.
No plástico bolha que protege, mas não sufoca,
quinta-feira, 17 de junho de 2010
A grande generosidade do Amor
Se, contudo, reconhecimento e retribuição são essenciais, questiono.
Essencial mesmo apenas o Amor.
Reconhecimento e retribuição são imagens de Amor, não o Amor em si e ficar na expectativa deles pode nos tirar do foco de nossa vivência, de nosso centro, do Amor; podemo-nos viciar em receber reconhecimento e retribuição, quando o verdadeiro Amor é e nada necessita em troca. E, por esta qualidade livre, é capaz de com tudo trocar.
Há quem aponte reconhecimento e retribuição entre os alimentos do Amor.
E o Amor de verdade, precisa de alimento? Não está acima disto?
Até o Sol consome algo para doar sua energia – mesmo que seja a si próprio.
Todavia, o Amor só precisa ser contemplado para crescer e frutificar.
E a contemplação é mais forte que a ação; pois o forte tem potência contemplativa para ver o Amor em tudo e com tudo é capaz de trocar, discernindo, nunca julgando; enquanto quem não vivencia a potência do Amor em si busca criar seus prazeres a seu modo e, como demiurgo, distorce a realidade à forma de sua obra interior inacabada.
Esculpe-te o que tu és, obra-prima divina, Amor em estado bruto; lapida-te com grandiosa generosidade.
No atelier de nossos corações,
terça-feira, 1 de junho de 2010
A vigília do Amor
Não o vigia da torre, mas o do quarto escuro de nosso Ser.
É contemplar sua face em meio à sombra e gentilmente o convidá-lo à clareza do diálogo elucidado pela abertura e vontade de entendimento.
No vigiar, nunca no punir,
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Onde está o verdadeiro Amor?
Mas estamos sempre ocupados e distraídos demais para nos conectarmos a Ele.
Na abertura do Amor, dimensão superior do Ser, conexão que expande,
O poder do não no Amor
É o ponto-de-partida do Outro e se o Eu busca a União no nós deve-se respeitá-lo e, ao fazê-lo, tomá-lo para si e, ao se apropriar dele, ter mais recursos para criar, expandindo o potencial latente na troca.
Amor é a sabedoria do dizer não, convergindo.
No reciclar, nunca no descarte,
domingo, 16 de maio de 2010
Amor não lembra, não esquece, apenas viver merece
Por isto que Amar não é se fechar ou se abrir de maneira ordinária; é uma abertura plena que deixa fluir.
No Amor,
o fluxo da vida
sem temor
e sem medida
Até além-morte,
desde o ninho
em qualquer sorte,
segue seu caminho.
Ora indo com as ondas,
na maciez das marolas,
ora nadando contra a correnteza,
evitando das pedras a aspereza.
Age-se como deve-se agir, sem ressentimentos.
Inclusive chocando-se,
quando devido e necessário,
com uma ou outra pedra,
nada havendo nisto de maldito ou temerário.
Não me lembro,
não me esqueço,
vivo o momento,
eu mereço.
E no merecimento,
bênção sublime,
vive-se a comunhão do arrebatamento
na companhia de quem rime.
Na poesia que se conjuga entre o verbo e a ação,
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Amor, sopro da vida
Na ausência de fronteiras, regozijo no Ser,
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Amor, abertura além-ego
O ego que impede a abertura por medo de se perder não dialoga, permanece solitário no monólogo em-si-mesmado, vendo Outros juntos florescer, enciumado.
Na transcendência do ego que tudo quer à sua maneira e por isto absorve e desfruta pouco do Todo,
Abertura conceitual do Amor
Na beleza da agregação que consagra nossa plenitude, eterno devir,
domingo, 4 de abril de 2010
Amor antidoto
É a coragem de se desprender de ambas as margens, do gostar e do não-gostar, do apego e da aversão, do eu e do outro e assim, compassivamente, fluir no rio da vida que a todos transmuta, evolui e conduz a desaguar no Todo.
É a salvação da gota em pleno oceano, é a força do ciclo das águas - rio, mar, chuva -, emoção em devir orquestrada pela Luz da razão: tornar-se pleno e liberto para auxiliar à todos, quer longe ou perto.
No fluir bodisatva que habita em nós,
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Amor - não isolamento
No Amor,
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Sobre a intensidade do Amor
No Amor,