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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Amor, berço da concepção



Meu Amor está assim: alquebrado, amassado, doído; passado que se faz presente na lembrança daquilo que agora rasga minha alma, mas, com calma, condena e conclama-me à vida.

Quase morto, meu Amor vive; sobrevive na certeza de que eu mesmo morrerei, mas que, ainda vivo, viverei em toda minha plenitude para um dia lhe dizer ao pé do ouvido, no fundo dos olhos, arrancando-lhe um sorriso: eu te amo pra caralho.

No berço da concepção de um novo Ser,

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Amor, redesign de afetos

Amor é quando o afeto rememorado vence o silêncio da indiferença, concebendo um silêncio resignificado.

É quando se assume que mesmo pleno, o outro faz falta também aqui, dentro de si, no espaço concebido ao se ir ao encontro do mesmo.

Na completude que é o ciclo do fluxo,

domingo, 11 de julho de 2010

A concepção do Amor

Amor é o tempo que nos concede o espaço para nos tornarmos eternos – através de nossas ações convergentes do corpo-fala-mente.

Na geração espontânea da bodhichitta, mente iluminada da abertura do Ser,

quinta-feira, 1 de julho de 2010

No Amor, mal não há

Amor é a compreensão de que não há mal na divisão, enquanto esta se propuser à reunião na aceitação dos padrões mais elevados da sustentabilidade do Todo: Uno sentido, sustentado e acessível pela tríade.

Amor é compreender que já na concepção se distingüe o que ganhará forma daquilo que permanecerá apenas como possibilidade dentro do potencial criativo e latente.

Amor é esse não julgamento e retorno ao espaço-mãe que é pai de todos os fenômenos a partir de nossa interação.

Na concepção que principia e finda no Uno e é única apenas quando faz a diferença,