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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Amor, dá-me vida

Tu, cujo nome se esconde sob as vestes da eternidade
cujo semblante toca o infinito,

Tu, a quem busco e venero,
A quem toco com os lábios,
A quem vejo em todos os rostos,
A quem sinto em todos os corações.

Tu, presente em tudo que pulsa,
Força de tudo aquilo que deseja,
Ar de tudo aquilo que respira.

Tu, Amor, és Tu-do!

És tudo aquilo que está por ser,
És tudo aquilo que é,
És esta silenciosa ansiedade que se agiganta no vazio de meu peito
És de todas as cores a matriz que colore a vida
És beleza que se compartilha na ação e no olhar.
És o instante de cada momento eternidade
És presença,
És saudade,
És algo que não tem nome,
És angústia e travessia,
És plenitude de todo Ser.

No mistério do Amor que costura a vida entre o nascimento e a morte,

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O Amor pulsa no pulso

O Amor pulsa e, através de nosso pulso, ganha a forma idealizada na vacuidade de nossa mente-coração.

Na unidade que converge toda dualidade,

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Quando o Amor fala mais alto

Amor é quando o silêncio se cala diante de tanta beleza e grita, na certeza de encontrar resposta no sorriso que encanta e silencia a ansiedade imatura que pulsa no coração cansado de tanto sofrer.

No detalhe do instante que confere toda eternidade,

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Nos tropeços do Amor

Agimos errantes
sempre na busca
de algo que vimos antes
em meio ao horizonte cego,
pelo ego que ofusca.

Evoluimos no tropeço
certos de cada momento ser um novo recomeço.

No pulsar da renova-ação,
não há necessidade de perdão,
apenas sincera abertura
para plena união
totalidade, talidade, ternura.

No alfa-ômega, o meio,

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Voto é Amor

Voto é compromisso consigo mesmo.

O Amor é um voto tripartido: consigo, com o outro, com o Todo.

É eleição do que se eterniza a cada instante.

Na urna que pulsa em todos nós,

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O Amor ouve na escuridão

Ainda bem que Amor houve e há sempre de existir.

É ciclo constante e presente, eterno devir.

Se escutar bem ainda e sempre pulsa

Mais forte que qualquer repulsa.

Estufa o peito,

Brada aos ventos: venceremos! Amor é o (nosso) jeito.


Na escuta dos sentidos do Amor,