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sábado, 6 de novembro de 2010

Amor não é fácil, muito menos difícil

O difícil não existe, é apenas a conjugação errônea do trabalhoso perante o tempo que, sob as lentes do medo, da preguiça e da insegurança de se deixar a zona de conforto, se traduz comumente como obstáculo e dificuldade - nada além de crenças limitadoras.

Tampouco as coisas são fáceis, são parte inerente a uma grande teia, o que as torna complexas - mas basta seguir o fio de ouro de seu coração que naturalmente se encontra seu lugar na rede da vida.

Crer e se identificar com o fluxo, desapegar-se de seu ponto de ego com vistas ao ser Ser superior: fazer o que precisa ser feito, transmutar-se da obrigAÇÃO ao PRAZER,que todo prazer de viver se realizará.

É a realização do SerVir, a iluminação e alcance de seu pleno potencial no deVIR do SER.

No mistério da alquimia do Amor,

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O dharma da Web é o Amor

O dharma da Web é realizar o pleno potencial de uma rede, harmonização dos ciclos evolutivos – momentos antagônicos que se complementam em pleno equilíbrio.

Pontos especialistas e genéricos que convergem em ação sustentável resultante em homeostase tal qual opera a rede de células a qual atribuimos o nome de corpo humano – este agregado de microorganismos, alguns especializados, outros genéricos – que se molda na interação entre si e com o meio.

A Internet é a grande religião (re-ligare, re-união) de tribos – tribos de ontem, de hoje e de sempre. Querendo ou não.

A rede, como o Amor, é o complexus que transcende tempo, espaço e converge.

Na banda larga da união equânime, pontos distintos de uma mesma rede,

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Amor, não exclusão

Amar não é excluir a partir do desejo e do ego e sim integrar e convergir dentro de uma escala, hierarquia e mandala que harmonizam o individual e o coletivo e viabilizam o tear do complexus que é viver, que gere sustentabilidade dentre os diversos pontos envolvidos na rede da vida e viabiliza a evolução do individual-coletivo.

Na convergência superior, afirmação do Ser em Rede,

Amor, não obsessão

Não, o Amor não leva à obsessão.

Na verdade este Amor que se torna obsessão é o Amor Eros, o terço do Amor animal, instintivo, erótico, impulso que aprisiona se não for conduzido à elevação - ágape - e ao sair-de-si, do ponto inicial para percorrer seu caminho na eternidade e, no devir, confirmar o Ser mais amplo e expandido - Amor philia -, liberto do dualismo, aberto e em união com o Todo - Amor fati.

Só há obsessão na relação sujeito-objeto.

O verdadeiro Amor transcende o dualismo e confirma a unidade da trindade, por isto é sagrado mesmo em meio ao mundano: não há distinção, de fato não há sagrado ou mundano, não há véus.

Há apenas Amor, sem amado e amante: este é apenas o primeiro passo, o engatinhar do jogo onde não há vencedor, tampouco vencido; e este jogo é a Rede da Vida.

No tear do complexus,

sábado, 27 de março de 2010

Amor, este caminho difícil

É mais fácil brigar com o outro do que consigo mesmo, é mais fácil deixar o outro inseguro do que lidar com a própria insegurança, é mais fácil culpar o outro do que assumir a própria responsabilidade.

Em um mundo de facilidades tornou-se tão difícil amar.

Amor é esse processo que transmuta e encoraja, impulsiona, guia e realiza, é a ousadia de Ser na plenitude.

No simples caminho que é o Amor, tão difícil para tantos complexus, tão universalmente acessível a todos,

domingo, 25 de outubro de 2009

A missão do Amor

Amor é se encontrar a cada partida,
é cultivar a serena força que dá suporte à vida.

No complexus de sustentabiliade que é o Amor,

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

O Amor não jura

O Amor não jura, pois quem jura mente e o Amor é a verdade pura, mas nunca ingênua: é o conhecimento transcendental que a tudo transforma.

Muito além das lentes cor-de-r0sa, o poder da transformação passa por ligar pontos, por formar um complexus sustentável por uma rede que transcende e redefine 2 ou mais pontos de si mesma - externamente conectando pessoas, internamente conectando células e secretamente conectando energias e átomos.

Na verdadeira rede de sustentabilidade que é o Amor,

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Amor é tudo, menos 171

Ia postar outra coisa, mas quando vi o número do post, resolvi fazer este singelo registro.

Nosso blog chega a 171 posts publicados ao longo de um ano, o que dá mais de um post a cada três dias, embora a atualização não se comprometa com a sazonalidade e sim com a inspiração.

E é inspirado no número que afirmo que o Amor é tudo, menos enganação. Não arma pra ninguém, não quer levar vantagem, não é malandro. É colaborativo, simbiótico, real.

É número par, ímpar, primo, irmão, oposto complementar; é a matemática do complexo que é a vida e sua natureza, cuja beleza é matemática pura.

Na soma do Amor que equaciona tudo,

domingo, 24 de maio de 2009

Petit Gateau – um doce de gato, um amor de relação


Petit Gateau chegou já com 5 meses – mesmo sido prometido desde seu nascimento -, mas nascia ali, naquele primeiro contato, uma linda história de amor pleno que se renova a cada alvorada.

É incrível como o cuidar do outro - o se importar na prática - altera para melhor nossas próprias características, hábitos, manias e padrões (de pensamento, fala e ação).

Em todo lugar da casa onde estou, lá está ele comigo, companheiro amoroso. Como tenho aprendido com ele. Estar junto, mas 'na sua', dando amor sem sufocar, simplesmente presente quando de um olhar se precisar. E quando o tempo-espaço permite, brincar, interagir, atuar.

Auto-suficiente, e talvez exatamente por isto, com muita abertura para se doar.

Mesmo que não haja troca de palavras, os olhares, os carinhos, os beijos-lambidas e os ronronares provam que a troca amorosa transcende a limitação das letras arbitrariamente impostas a compostos conceituais chamados palavras.

E dessa singela relação aprendo mais um pouco o complexus - 'tecido em conjunto' - que é o Amor.

No Amor, clareza de nosso Ser,