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domingo, 24 de abril de 2011

Do caos ao cosmos - na perspectiva do Amor

O Eu é apenas o co-ordenador do caos que nos habita em forma de corpo-fala-mente e que espelha o caos exterior, pois tudo é caos.

É nossa missão de vida harmonizar corpo-fala-mente para gerar o cosmos em nós e auxiliar na concepção do cosmos coletivo, caos coletivo ordenado pelo Amor universal.

Não há outra coisa que o Todo, o Eu é apenas uma perspectiva de ação, um ponto de canalização da potência do Todo que verve também em nosso Ser e que deve comungar com o Todo para se sustentar.

É necessário humildade e aceitação para elevarmo-nos à nossa condição divina de Übermensch - a começar pelo reconhecimento de nosso momento perante a eternidade.


Na perspectiva de ação de um plano maior, a teia da vida na qual estamos enredados e pela qual engendramos,

domingo, 19 de julho de 2009

Nós somos o meio e a mensagem, nós somos Amor

“Somos mensageiros que esquecemos a mensagem”, mas não somos apenas os mensageiros, somos a mensagem. Na verdade, cada um de nós possui uma parte da mensagem. É heresia não dar atenção ao chamado da sua mensagem ou confundí-la com uma mensagem que não é sua, porque todos temos uma parte da mensagem, parte esta que precisamos e que a nossa comunidade também precisa para que, no compartilhamento de nossas letras exclusivas, formemos outra palavra, outra frase e, finalmente, outro mundo (citação de A.J. Heschel adaptado do livro As Marcas da Alma, de Marc Gafni – retirado do blog Zephyrus).

E como McLuhan afirma, ‘o meio é a mensagem’.

Não faz sentido? Não sentimos que temos algo a dizer para a gente, para o outro e para o mundo?

Esquecemo-nos da mensagem, pois sim, somos esquecidos de nós mesmos. Recuperarmos a consciência disto é entendermos que não há distinção entre o meio e a mensagem, entre nós e o Amor que viemos tornar carne - eis o verbo primordial, ação sem palavras, criação sem conceito, obra-prima-mor.

Quando entendermos que nossa missão como mensageiros é nos tornarmos a mensagem, cultivaremos o planeta de maneira sustentável - eis a mensagem e o meio hábil do Amor.

Aí sim, criaremos a 'aldeia global' proferida por McLuhan, quando nossos corações estiverem conectados em rede, sustentando a teia da vida.

Cada um com a sua forma e maneira de Amar, onde as diferenças asseguram a sobrevivência sadia da unidade do planeta e onde o efeito borboleta será nada mais que aquela excitante sensação no estômago ou dança da beleza e dos vôos leves ao vento dos insetos que sabem, mais do que ninguém, da importância da metamorfose e da transformação - eis mais uma mensagem de Amor vinda da natureza.

Na comunicação direta e bidirecional do Amor,

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Amor - Tempo infinito - elo do novo e do velho

Velho, novo... o que seriam?

O novo não passa a ser velho em um instante e o velho, revisitado não passa a ser novo?

Não é o Tempo um conceito humano e próprio de cada um?

E se velho e novo forem um e a mesma coisa, entrelaçada na espiral cíclica da vida em eterna evolução?

Aí é só não se desgarrar e compreendar como os fios se entrelaçam, seguem e forjam a teia de nossa vida que nos sustenta em nossa evolução.

Eu tento observar minhas dores, do corpo e da alma com a maior serenidade possível. Busco com compaixão entender o motivo de sua existência para de alguma maneira aprender com elas e assim evoluir amorosamente.

Temos sempre vislumbres daquilo que somos em nosso pleno potencial e, ao menos ao que me parece, nosso dever é cultivar nossa essência para alcançar esta plenitude e trazê-la para o plano físico e fazê-la cotidiano e não apenas lampejos do sublime meditativo e transcendental - tornando-nos assim infinitos imortais através da ação amorosa, princípio ordenador do progresso.

No Amor,