Todos os caminhos levam à Roma;
Amor é o caminho que leva à Todos.
No centro de poder, pura potência do Ser,
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domingo, 24 de abril de 2011
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Amor, plenitude convergente
O Amor é a compreensão que nos revela que somos todos iguais e que apenas nos atualizamos de maneira distinta.
Na plenitude convergente que é puro Amor,
Na plenitude convergente que é puro Amor,
terça-feira, 27 de abril de 2010
Quando Amor?
O passado deve dar lugar ao hoje; o futuro esperar amadurecer como fruto - deleitar-se, eis o AQUI; contemplar, eis o AGORA.
No presente, que é puro Amor,
No presente, que é puro Amor,
domingo, 4 de abril de 2010
A plenitude é puro Amor
Não confudemos meras palavras, por mais belas que sejam, com o Amor.
Fundemo-no com nosso Ser, tornemo-nos o que de fato somos e alcancemos a plenitude de nosso Ser que é puro Amor.
Na pureza dos ensinamentos eu me prosto diante de meu guru Padmasambhava, do exemplo de livre pensador, Nietzsche, e de ti, que me lê, completude de meu Ser - que sejamos todos uno e plenos.
Fundemo-no com nosso Ser, tornemo-nos o que de fato somos e alcancemos a plenitude de nosso Ser que é puro Amor.
Na pureza dos ensinamentos eu me prosto diante de meu guru Padmasambhava, do exemplo de livre pensador, Nietzsche, e de ti, que me lê, completude de meu Ser - que sejamos todos uno e plenos.
terça-feira, 9 de março de 2010
Amor puro sentido
Colhi a flor
caida no asfalto;
quando virada pro céu
é sinal de doação.
Doa aroma,
cor e forma;
doa vida,
doa Amor.
Divina, doa o aconchego
pro olhar,
pro sentir,
pro cheirar.
Amor puro sentido;
regozijo com pouco
que é mais que todo muito
que se tem por aí e nunca dentro de si.
E ali, por entre formas e vazios,
passeava uma formiga.
Distante, solitária, morreria.
Não faria falta ao numeroso formigueiro.
Não faria falta ao Todo que a tem aqui ou acolá.
Mas faria falta a ela, não voltar ao seu lar.
Passeou por todo o Rio,
deu aulas, viu mais de uma apresentação,
comeu em restaurante
e curtiu sua abdução.
Na calada da noite
na mesma esquina
de poucas horas antes
reencontrou seu caminho.
Despediamo-nos,
a grande formiga
de meu já não mais pequeno Ser,
mais uma vez aprendendo que o Amor é o que nos leva do pequeno ao grande.
No rumo da unidade, a grande e divina união, que é o Amor, sentido de nossa existência,
caida no asfalto;
quando virada pro céu
é sinal de doação.
Doa aroma,
cor e forma;
doa vida,
doa Amor.
Divina, doa o aconchego
pro olhar,
pro sentir,
pro cheirar.
Amor puro sentido;
regozijo com pouco
que é mais que todo muito
que se tem por aí e nunca dentro de si.
E ali, por entre formas e vazios,
passeava uma formiga.
Distante, solitária, morreria.
Não faria falta ao numeroso formigueiro.
Não faria falta ao Todo que a tem aqui ou acolá.
Mas faria falta a ela, não voltar ao seu lar.
Passeou por todo o Rio,
deu aulas, viu mais de uma apresentação,
comeu em restaurante
e curtiu sua abdução.
Na calada da noite
na mesma esquina
de poucas horas antes
reencontrou seu caminho.
Despediamo-nos,
a grande formiga
de meu já não mais pequeno Ser,
mais uma vez aprendendo que o Amor é o que nos leva do pequeno ao grande.
No rumo da unidade, a grande e divina união, que é o Amor, sentido de nossa existência,
Laços do Amor:
alma,
detalhe,
eu superior,
flor,
formiga,
invisível,
partes,
puro,
Rio,
Santo Agostinho,
sentido
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Na morada do Amor
Silêncio. Nada mais que o silêncio.
Silêncio que estas palavras pervertem. Mas reverberam em um puro e simples "alô, te esperava encontrar por aqui".
Mas não. Vazio.
É o abrigo do silêncio.
Na morada do Amor,
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