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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Amor, destino livre

Meu destino é viver
O eterno retorno
Livre entre a curva ao passado
E a bifurcação ao futuro
Forte na decisão de tudo aquilo que quero viver

Fantasio o Ser
Selvagem é o espírito
Que quer dá asas ao potencial
Do melhor dos mundos es+colher

A alma anseia por Amor para elevar-se
Mal sabe a alma que com calma ela mesmo pare
As asas que a levam a ascender com Amor ao altar da existência

Quando a alma se ama na prática
O Amor aparece de fato
E tudo se eleva, cotidiano, corpo, ato

Na bênção que retorna a cada agradecer,

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Amor, ponto de convergência que é Ser

Amor é sabedoria metafísica-transcendental do corpo, sabedoria primordial da alma; âncora e asas, Razão e Sensibilidade de nosso Ser, empreendimento em expansão através do conhecimento emergido pela consciência.

Amor é auto-crítica da Razão; pura prática.

Na pureza da intenção,

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Do zelo ao Amor

Ciúmes de que(m)? Medo de que(m)? Fome de que?

De que(m) temos ciúme quando temos ciúme? Não pode se tratar do Outro, posto que este não nos pertence, sendo impossível ter ciúmes, ou seja, ZELUS, “desejo amoroso, ciúme, emulação”, de/por algo que não nos pertence, posto que indivíduo sujeito como nós – não nosso objeto. Pode haver casos, onde zelar por aquilo que cativamos pela potência que é e não pelo poder que nos representa (ao convergir com nossa potência).

Parece, porém, que a forma mais comum se trata do efeito que a presença e o compartilhamento do Outro em um espaço de valores e ações chamado Nós e do qual somos – ao menos deveríamos ser – fiéis depositários de nossas mais puras motivações, inspirações e aspirações. Justamente o motivo pelo qual temos ciúme (e como veremos a seguir, também medo): julgamo-nos proprietários desta entidade projetada em e por nossa interação, uma impressão dual em contrastes que moldam nosso ânimo e conduzem sutilmente nosso pensamento e ações como molas propulsoras.

É neste lugar, este momento da interação, que surge a possibilidade do medo que, emerge do êxtase que a interação com o Outro nos provoca e a vontade de manter tal estado em cultivo; decréscimo ou perda são projetados no Outro, ameaça ativa ou passiva ao nosso estado desejável.

Temos medo do Outro nos tirar o chão – direta ou indiretamente – ao invés de ter a coragem de bater nossas asas: é nosso o ânimo que nos eleva. A perda do Outro enquanto objeto impulsionador não deve afetar o sujeito elevador – somos nós os condutores, canalizadores do processo de superação à elevação.

Somos livres para amar e assim livres para dar o valor a cada detalhe, a sustentar toda história. Somos nós que damos asas ao sublime do Todo que a tudo perpassa.

Que a fome seja por felicidade e o apetite co-medido à constante satisfação, sem perda ou saturação.

No desejo de realizar a boa vontade,

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Amor fluído

Minhas asas se ancoram na plena fluidez de meu Ser.

Na âncora da compaixão, asas do Amor,

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Amor, lança e escudo

Além de qualquer categorização e conceituação, conecta-se ao que é bom, sem julgamento - principio da liberdade primeira e última, âncora e asas do Amor.

Na abertura que é viver, fé baseada no Amor,

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Amor, mestre

Existe um mestre em cada um de nós, basta silenciarmo-nos e ouvi-lo entre as batidas do coração. 


É o silêncio que sussurra, o vazio que indica, a eternidade que se avoluma e se cristaliza como uma ideia cujo tempo chegou à necessidade de Ser.  

Na plenitude das asas de nossos corações,

sábado, 17 de novembro de 2012

Cor fati Amor


A pedra sobre a qual edifico minha obra,
As asas que me levam a superar a minha sombra,
O fio que tece todo o sentido
À espada, cuja ação ouso destemido.

Na pulsão que converge-me em Ser, sabedoria pura da Natureza,

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Amor, ao sublime e além





















Só
no rochedo
acima do mar
contemplo

o tempo
que bate no meu peito
espuma o espaço (da saudade)
no compasso da espera

Não sei se tua nau
vai ou vem
a distância imposta
por ti e pela vida

é a mesma
que outrora
estavas disposta
a transpormos juntos

daqui debaixo,
sonho tão alto
minhas raízes criam asas
que nutrem o sonho de nós dois

onde gestamos um ao outro
na forjadura de um novo ser

Ali, no rochedo, acima do oceano do sofrimento, onde sonhastes nosso ninho de Amor, eu lhe espero pelo instante da eternidade,

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

No silêncio do canto

No silêncio à tua espera ecoa o canto dos pássaros anunciando a primavera nas asas da liberdade que deixam para trás um tenebroso inverno.

No canto solitário à espera do vôo conjunto rumo à eternidade,

sábado, 22 de setembro de 2012

Amor Agaporne

Quando há leveza no encontro,
Ambos estão destinados a voar juntos.

E se caso um dos dois não estiver pronto, que se lance o outro aos vôos da liberdade, rondando de perto para ser o porto seguro do salto para liberdade daquele que ainda está inseguro das asas de sua vontade.

Na espera do momento certo,

terça-feira, 17 de abril de 2012

Amor Fati mesmo ao mundo cão

Maurino com a cadelinha que adotei e dei o nome de Fati, destino... o nosso é aprendermos a nos doar.

Hoje estou especialmente sensibilizado: a emoção de ver um homem de pouca posse dividir sua marmita com a cachorrinha abandonada, mostrando que na verdade tem é muito para dar, me tocou profundamente - e a maioria de nós que tanto tem, tão pouco vive, posto que viver é se doar; menos no aspecto material, mais na motivação e entrega genuína, marcando nosso viver no compasso de nosso coração, "pois não há tempo que volte Amor".

Amo a vida em toda sua manifestação e fico muito feliz que tenha encontrado seres amorosos que empenham tempo de suas vidas em prol do Amor e da ajuda ao próximo.

Que eu nunca tenha que me arrepender ou escrever em meu epitáfio que "devia ter amado mais"... quero mais dizer SIM! à toda vida e fazer de cada instante eternidade, contemplando a impermanência e a flexibilidade do fluxo do devir a partir da solidez de meu coração.

E quando morrer, e minha última pétala cair, que meu coração expanda as asas e meu Ser alce vôo até a próxima flor de cuja existência contemplarei o aroma e as cores, aliviando as dores de quem se apega a tão pouco, enquanto a vida tanto tem para dar.

Abra-se ao Belo e viva uma vida Sublime no prazer sustentável da entrega ao Todo.

No delivery holístico de nosso Ser,

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Âncora. Asas. Amor!

Amor é quando a realização da nossa visão é ancorada nas asas do coração.

Na sustentável leveza do Ser,

domingo, 13 de junho de 2010

Amor, razão de Ser da Alma

O que há na alma, entocada,
que não merece ser vivido,
que não merece ser amado?
Será dela uma asa castrada?

É a alma, intocada,
convergindo necessidades e desejos,
elevando padrões.
Discernimento prático que corta ilusões.

Não se pode ser refém
de si, de seus desejos,
esperanças e medos,
de mais ninguém.

Tem coisa que não se pode.
Tem coisa que não se deve.
Em todo caso, com o desejo
o sangue ferve.

Evitar o conflito,
deixar fluir.
Canalizar
para seguir e superar.

Gozo? Gozado, não gozo.
Liberto-me do jugo.
Integro-me,
não me julgo.

Ajo.
Hoje.
Não culpo o ontem,
não condeno o amanhã.

Entrega
plena, cega,
sem julgamento.
Essa é a hora, esse, o momento.

Fazer o que tem que ser feito,
isso é Amor.
Intuição da alma,
esse é o jeito.

Na do-ação ativa que sustenta e não compromete,

terça-feira, 1 de junho de 2010

Amor contra o medo da corda bamba

Somos, como diria Nietzsche, “uma corda bamba atada sobre o abismo”.

Paralizados pelo medo, não ousamos defrontar o que há abaixo; reféns da esperança fitamos o alto.
Atrás, um passado símio, instintivo e animalesco, nos prende ao vício do devir.

À frente, um futuro grandioso e igualmente desafiador nos cobra passos largos rumo à evolução e um desapego que liberta séculos de história, genética e hábitos.

Aqui. Agora. No momento presente, nada mais somos que um ponto frágil na passagem do tempo em busca de um espaço que escapa a cada passo.

Nas asas do Amor ganhamos a dimensão que nos compacta e converge em nós o que há de mais alto e mais baixo – evidenciando, na prática, prós e contras de nosso passado e futuro no espaço que compassivamente abrimos no presente: liberdade de quem ama, qualidade de quem ousa se lançar rumo ao seu destino. Torna-te o que tu és, ó Amor fati – Homo Amabilis.

Livre para Ser, só no Amor.

Na intuição que transborda e transforma,

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

No cultivo da semente do Amor

Não se deve depender de fatores externos para se cultivar, colher, distribuir e desfrutar do Amor.

Não importam as estações, nada mudou se você escolheu o campo fértil e certo - estufa o peito, abre espaço e no silêncio companheiro e calor aconchego de seu coração, cultive a semente que a tudo resiste e só lhe espera despertar para si para juntos crescerem.

Sim, aí sim pode-se afirmar o viver junto e compartilhar, porque tem-se o que dar e não se necessita receber, atua-se sem carência no desejo, dando asas à vontade e força ao verdadeiro poder - o Amor.

Na semente do Amor que pode acabar com a fome do mundo,

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Amor, asas da alma

Da alma a Fé é Amor, a oração é poema, a esperança é o mal; a fé fundamental e o Amor transcendental.

Nas asas de nosso Ser,

terça-feira, 23 de junho de 2009

Amor é despertar

Do medo, da ilusão. É caminhar confiante, aberto, com e por Amor amparado por forças invisíveis - que podemos até intuir se refinarmos nossa percepção - que nos auxiliam no encontro de nossa plenitude. Basta estar aberto e querer genuinamente.

Nas asas invisíveis do Amor,