Morfeu é o deus grego dos sonhos, aquele que molda.
Morpheus é aquele que desperta Neo em e para a Matrix.
A vida é um sonho e nos molda.
Acorde para a realidade de seu verdadeiro potencial!
Cuidado com a auto-imagem limitadora que você projeta de si. Você é livre para ser o que quiser, é um pleno potencial em formação e deve ser livre para explorar seu universo infinito de possibilidades para confirmar seu melhor mundo possível.
“Escolhemos entre a lucidez e a ilusão a casa segundo”, como bem pontua meu amigo João Pedro Demore para completar: “a eternidade é uma ilusão, só temos o segundo atual para exercer a lucidez – ou o milésimo de segundo. O tempo de um segundo é uma eternidade, pura ilusão.”
O Amor é essa ponte no tempo-espaço, o conhecimento do Todo das partes e das partes do Todo, a quintessência que faz e confere sentido à nossa existência.
Construir e caminhar por essa ponte nos desperta em nossa jornada e nos confere nossa verdadeira dimensão, que apenas se faz necessária ser confirmada por nossas ações.
No dharma, o verdadeiro florescimento de nosso Ser,
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Amor, ponte que desperta
Laços do Amor:
conhecimento,
espaço,
eternidade,
ilusão,
infinito de possibilidades,
instante,
Matrix,
melhor dos mundos possíveis,
Morfeu,
partes,
quintessência,
realidade,
sonho,
tempo,
Todo,
universo,
vida
terça-feira, 9 de março de 2010
A hora do Amor
O Amor é fazer a diferença no invisível do detalhe; é Ser no puro sentido de viver.
É o caminho para o Eu superior, a ação que independe da avaliação prévia do valer ou não a pena - tudo sempre vale quando a alma não rima e se engrandece, encontrando-se no particular que pertence ao Todo, ressaltando o universal em cada exceção.
Amor é aceitar que se é, e de fato Ser; esse é o jeito, isso é Amar.
No Amor, nascimento de nossa consciência interior, valor que agrega,
É o caminho para o Eu superior, a ação que independe da avaliação prévia do valer ou não a pena - tudo sempre vale quando a alma não rima e se engrandece, encontrando-se no particular que pertence ao Todo, ressaltando o universal em cada exceção.
Amor é aceitar que se é, e de fato Ser; esse é o jeito, isso é Amar.
No Amor, nascimento de nossa consciência interior, valor que agrega,
Amor puro sentido
Colhi a flor
caida no asfalto;
quando virada pro céu
é sinal de doação.
Doa aroma,
cor e forma;
doa vida,
doa Amor.
Divina, doa o aconchego
pro olhar,
pro sentir,
pro cheirar.
Amor puro sentido;
regozijo com pouco
que é mais que todo muito
que se tem por aí e nunca dentro de si.
E ali, por entre formas e vazios,
passeava uma formiga.
Distante, solitária, morreria.
Não faria falta ao numeroso formigueiro.
Não faria falta ao Todo que a tem aqui ou acolá.
Mas faria falta a ela, não voltar ao seu lar.
Passeou por todo o Rio,
deu aulas, viu mais de uma apresentação,
comeu em restaurante
e curtiu sua abdução.
Na calada da noite
na mesma esquina
de poucas horas antes
reencontrou seu caminho.
Despediamo-nos,
a grande formiga
de meu já não mais pequeno Ser,
mais uma vez aprendendo que o Amor é o que nos leva do pequeno ao grande.
No rumo da unidade, a grande e divina união, que é o Amor, sentido de nossa existência,
caida no asfalto;
quando virada pro céu
é sinal de doação.
Doa aroma,
cor e forma;
doa vida,
doa Amor.
Divina, doa o aconchego
pro olhar,
pro sentir,
pro cheirar.
Amor puro sentido;
regozijo com pouco
que é mais que todo muito
que se tem por aí e nunca dentro de si.
E ali, por entre formas e vazios,
passeava uma formiga.
Distante, solitária, morreria.
Não faria falta ao numeroso formigueiro.
Não faria falta ao Todo que a tem aqui ou acolá.
Mas faria falta a ela, não voltar ao seu lar.
Passeou por todo o Rio,
deu aulas, viu mais de uma apresentação,
comeu em restaurante
e curtiu sua abdução.
Na calada da noite
na mesma esquina
de poucas horas antes
reencontrou seu caminho.
Despediamo-nos,
a grande formiga
de meu já não mais pequeno Ser,
mais uma vez aprendendo que o Amor é o que nos leva do pequeno ao grande.
No rumo da unidade, a grande e divina união, que é o Amor, sentido de nossa existência,
Laços do Amor:
alma,
detalhe,
eu superior,
flor,
formiga,
invisível,
partes,
puro,
Rio,
Santo Agostinho,
sentido
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
A matemática do Amor
Na matemática do Amor
o um é dois,
o dois é três,
o três é uno,
a soma é maior que as partes
e o Todo é São.
No plural do Amor, uno em essência,
o um é dois,
o dois é três,
o três é uno,
a soma é maior que as partes
e o Todo é São.
No plural do Amor, uno em essência,
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