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quinta-feira, 3 de maio de 2012

O monstro do Amor

O monstro do Amor é a sua sombra: quanto mais nos afastamos de nós mesmos, mais tememos nos entregar - a nós, ao outro e ao Todo. Só existe enquanto incompleto, parte a ser integrada em si mesmo com e por Amor.

Amor, mais que um passo, é um salto para dentro de nós mesmos, perpassando nossa escuridão, brilhando a partir de nosso núcleo e aquecendo a todos com a Luz de nosso Amor.

Na clareza que conforta e confirma o caminho,

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Amor - felicidade que gera compromisso

A felicidade gera o compromisso e não o contrário. As pessoas vivem cada vez mais em função da obrigação e do interesse de um compromisso e não mais por Amor, deixando escapar assim a possibilidade da felicidade genuína.

A felicidade sustenta o compromisso; o compromisso sufoca a felicidade. O Amor? Liberta.

A liberdade de Ser-em-si e de se relacionar plenamente com o Todo, na afirmação de sua vontade, dá espaço para cômodas trocas e aceitações em nome da conveniência ou do medo, abrindo-se mão do banquete da vida por migalhas de sobrevivência condimentadas com temperos ilusórios da vantagem e do conforto.

A maioria se furta a afirmar a sua vontade por medo ou insegurança, presos a um frágil, mas opressor sentimento de necessidade de estabilidade que, projetado em uma relação, torna ambos reféns de si próprio e do outro, gerando tensão desnecessária e contrária aos desejos que irá explodir ao invés de fissurar - a afirmação da vontade pode até fissurar mais constantemente, mas é através desta fissura que a relação cresce e atinge níveis ainda maiores de realização e felicidade plena.

A busca da plenitude cansa a maioria só de pensar e o Amor perde espaço para a segurança financeira e/ou emotiva, o conforto e a ostentação do luxo.

Outros desistem após desilusões em sua busca. Lástima por não verem que faz parte do caminho e é uma vitória do Ser a retirada de cada véu da ilusão.

O Amor não é fácil. O Amor também não é difícil. O Amor é.

E quando nós aprendermos a Ser seremos plenos em nós mesmos e capazes de nos relacionar amorosamente, seremos Amor e viveremos em paz. Conosco e com o próximo.

Não estou querendo apoiar relacionamentos instáveis, tampouco conflituosos, pelo contrário. Mas mais do que o contrário, não estou querendo afirmar o contrário da negação do desamor que nos assola por medo ou insegurança. Busco afirmar um novo patamar de relacionamento, onde compromisso e segurança são ramos da semente do Amor e, por isto, exalam no caule, nos ramos e nas flores, o aroma da genuína felicidade, terroir da liberdade, do crescimento individual-coletivo e de novos horizontes.

Na profunda simplicidade do Amor, fluído caminho da alma,

quarta-feira, 15 de julho de 2009

O Amor Eu sou

Eu sou o vazio que deixo em ti. E quando torno te preencho e transbordo.

Eu sou sua expansão e crescimento. O conforto e a dor.

Eu sou a morte do eu; Eu sou a ressurreição do Eu.

Eu sou o pulsar da vida.

No não-julgamento do Amor,