quarta-feira, 1 de junho de 2016
Amor, o cultivo da abundância no vazio
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Do zelo ao Amor
De que(m) temos ciúme quando temos ciúme? Não pode se tratar do Outro, posto que este não nos pertence, sendo impossível ter ciúmes, ou seja, ZELUS, “desejo amoroso, ciúme, emulação”, de/por algo que não nos pertence, posto que indivíduo sujeito como nós – não nosso objeto. Pode haver casos, onde zelar por aquilo que cativamos pela potência que é e não pelo poder que nos representa (ao convergir com nossa potência).
Parece, porém, que a forma mais comum se trata do efeito que a presença e o compartilhamento do Outro em um espaço de valores e ações chamado Nós e do qual somos – ao menos deveríamos ser – fiéis depositários de nossas mais puras motivações, inspirações e aspirações. Justamente o motivo pelo qual temos ciúme (e como veremos a seguir, também medo): julgamo-nos proprietários desta entidade projetada em e por nossa interação, uma impressão dual em contrastes que moldam nosso ânimo e conduzem sutilmente nosso pensamento e ações como molas propulsoras.
É neste lugar, este momento da interação, que surge a possibilidade do medo que, emerge do êxtase que a interação com o Outro nos provoca e a vontade de manter tal estado em cultivo; decréscimo ou perda são projetados no Outro, ameaça ativa ou passiva ao nosso estado desejável.
Temos medo do Outro nos tirar o chão – direta ou indiretamente – ao invés de ter a coragem de bater nossas asas: é nosso o ânimo que nos eleva. A perda do Outro enquanto objeto impulsionador não deve afetar o sujeito elevador – somos nós os condutores, canalizadores do processo de superação à elevação.
Somos livres para amar e assim livres para dar o valor a cada detalhe, a sustentar toda história. Somos nós que damos asas ao sublime do Todo que a tudo perpassa.
Que a fome seja por felicidade e o apetite co-medido à constante satisfação, sem perda ou saturação.
No desejo de realizar a boa vontade,
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Sabedoria, a colheita do Amor
Na colheita do tempo, cultivo do espaço, sabor da dor que ia,
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Amor guerreiro, Amor donzela, Amor íntegro
Quando São Jorge - do latim Georgias, de origem grega, onde geos significa terra e orge cultivo -, subjuga o Dragão, demonstra que nossa luta é vencer os impulsos instintivos, canalizando-os à perfeição - divina meta da ação humana.
O Amor é este cultivo compassivo, onde cada elemento tem seu lugar e gentilmente se respeitam as diferenças convergidas à potência e estas, ao poder de Ser - o que se quer?
Na integridade do Ser,
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Amor, perfurme e per forma do Ser
"E vejo flores em você"; te adubo com o que há de melhor em mim, te cultivo com a excelência de meu Ser, te nutro com meu Estar, te sirvo com meu Ter.
Vejo-te flor, mas quem Eu Sou desabrocha na Sublime entrega ao Belo.
No Amor, esse fluxo de dar e receber o que há de melhor-em-si,
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Amor - o caminho da verdade é a vida
sábado, 22 de setembro de 2012
O fruto do Amor
Amar é semear, cultivar e frutificar - a fruta tornar-se seu potencial. Amar é amadurecer.
No sumo bem amoroso, gostinho de quero mais,
Da liberdade no Amor
Liberdade é prender-se ao aqui e agora, desapegando das memórias do passado, bem como das expectativas do futuro; é cultivar a grandeza do Amor a cada instante, confiando que sua energia conduza ao objetivo final: a felicidade eterna, presente a cada momento.
No aumento constante de potência,
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Amor, sublime canalização
És trovão no abismo.
No pico, és entrega plena
na depressão, o que vale
Cultivar
é a vida,
uma escolha
sempre de Amor.
No momento eternidade, destino de cada instante,
domingo, 26 de agosto de 2012
O outro, farol do Amor
Um encontro vazio
à espera de verdadeira interação
escolha, cultivo, ato
entrega a potência através da livre devoção
Luz
no horizonte
o outro
do porto se lançam
a um mar de possibilidades
Faróis
se enganam com vagalumes
não confiam no outro
e não se entregam às estrelas
para a salvo navegar
No oceano interativo,
sábado, 14 de julho de 2012
Amor natura est pacem per libertatem
O Amor floresce apenas na liberdade.
Amor naturalis est.
No cultivo livre, leve e solto de nossas mais nobres emoções e valores,
quinta-feira, 12 de julho de 2012
O cultivo do Amor faz do futuro, presente
É pra frente que se ama.
É do lado que se caminha.
E pra trás não se deixa nada além de boas lembranças, solo fértil no qual as raízes do Amor nutrem a emoção presente que impulsiona a ação que faz o futuro florescer a cada manhã.
No cultivo do Ser,
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Horizonte do Amor, verticalidade da vida
No estudo do solo,
sábado, 17 de setembro de 2011
Amor, cultivo da rendição
Na valorização do vazio inerente e do valor das relações,
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Os silêncios libertadores do Amor
O silêncio dos sorrisos não oferece explicação, apenas conduz à evolução.
No cultivo da sabedoria que contempla o Todo e conduz à compreensão holística,
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
O plantio do Amor - colhendo diálogos amorosos
sábado, 17 de julho de 2010
O livre arbítrio do Amor
Eros é nossa liberdade, impulso múltiplo e infinito que temos a liberdade de canalizar e direcionar conforme nossa vontade, poder e interesse/curiosidade.
É na intenção e motivação então que reside a verdadeira liberdade e não no exercer do impulso, ao qual somos, na prática, atados e do qual somos, em suma, reféns.
O paradoxo reside em desapegar-se desse amor-próprio ao impulso e a uma ilusão de si, pequeno reflexo do Todo de nosso Ser, para se encontrar com seu alter realizando a ascese e a expansão do Ser.
É no cultivo do Ágape - condução do impulso - à esferas mais elevadas que realizamos a philia - união - com nosso alter, outro em si e em nós, conduzindo o impulso primordial para se retro-alimentar em um processo fecundo, expandindo, potencializando e engrandecendo o amor-próprio ao Ser.
No ciclo do Amor fati - antídoto à Força Schopenhaueriana - livre arbítrio que confirma o Ser,
terça-feira, 29 de junho de 2010
Amor contra o pecado original
O pecado original é nos alimentarmos dela antes desta ascender e se tornar sabedoria transcendental, alimento sustentável.
Saber se cultivar é transcender e ter a certeza de uma colheita abundante, onde nenhum fruto é proibido.
No tantra do jardineiro, cultivo do Ser, fruto do Amor,
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
No cultivo da semente do Amor
Não importam as estações, nada mudou se você escolheu o campo fértil e certo - estufa o peito, abre espaço e no silêncio companheiro e calor aconchego de seu coração, cultive a semente que a tudo resiste e só lhe espera despertar para si para juntos crescerem.
Sim, aí sim pode-se afirmar o viver junto e compartilhar, porque tem-se o que dar e não se necessita receber, atua-se sem carência no desejo, dando asas à vontade e força ao verdadeiro poder - o Amor.
Na semente do Amor que pode acabar com a fome do mundo,
sábado, 19 de dezembro de 2009
CyberAmor
para cultivar aquilo que em potência se conhece e deseja.
É assim que o Amor se realiza
e que assim seja.
No Amor integral,
