Sou livre para ser o meu melhor, mas ainda assim sou obrigado a ser.
A não ser que não seja mais, mas aí não há mais questão, pois só há questão para o Ser, o não-Ser não tem referencial para o diálogo, é puro chaos não-dual.
E se ainda não sou o meu melhor, é porque ainda não compreendi a oportunidade que a vida me deu ao atualizar minha existência em meio ao sem fim de possibilidades da não-existência.
É o Amor que gera a consciência de si e possibilita atualização do chaos em cosmos.
Na obrigação que garante a minha liberdade, chaosmos que sou, destaque de toda existência,
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Da natureza livre do Amor, destaque de toda existência
Laços do Amor:
chaos,
chaosmos,
consciência,
cosmos,
diálogo,
existência,
Kant,
liberdade,
não-dual,
não-ser,
obrigação,
Ser
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Amor, impulso imperativo
O impulso é de conquista do que está por vir, de saudade do que já se foi, desejo de unidade, de tornar possível qualquer impossibilidade.
O impulso é ao sexo, ao companheirismo, à união; o impulso é para caminhar, curtir o caminho, realizar o processo, é fazer da vida uma confirmação, é dizer sim ao prazer, à alegria, à diversão.
O impulso é a obrigação, obrigatório o caminhar, é ter este caminho aqui e agora, abismo a frente e atrás, ilhas de momentos a se confirmar no oceano do sofrimento.
Impossível secar sozinho este mar. Foquemos então no possível, criar pontes, fazer as ilhas se relacionar e juntos prosperar.
No impulso imperativo que é Amor,
O impulso é ao sexo, ao companheirismo, à união; o impulso é para caminhar, curtir o caminho, realizar o processo, é fazer da vida uma confirmação, é dizer sim ao prazer, à alegria, à diversão.
O impulso é a obrigação, obrigatório o caminhar, é ter este caminho aqui e agora, abismo a frente e atrás, ilhas de momentos a se confirmar no oceano do sofrimento.
Impossível secar sozinho este mar. Foquemos então no possível, criar pontes, fazer as ilhas se relacionar e juntos prosperar.
No impulso imperativo que é Amor,
sábado, 6 de novembro de 2010
Amor não é fácil, muito menos difícil
O difícil não existe, é apenas a conjugação errônea do trabalhoso perante o tempo que, sob as lentes do medo, da preguiça e da insegurança de se deixar a zona de conforto, se traduz comumente como obstáculo e dificuldade - nada além de crenças limitadoras.
Tampouco as coisas são fáceis, são parte inerente a uma grande teia, o que as torna complexas - mas basta seguir o fio de ouro de seu coração que naturalmente se encontra seu lugar na rede da vida.
Crer e se identificar com o fluxo, desapegar-se de seu ponto de ego com vistas ao ser Ser superior: fazer o que precisa ser feito, transmutar-se da obrigAÇÃO ao PRAZER,que todo prazer de viver se realizará.
É a realização do SerVir, a iluminação e alcance de seu pleno potencial no deVIR do SER.
No mistério da alquimia do Amor,
Tampouco as coisas são fáceis, são parte inerente a uma grande teia, o que as torna complexas - mas basta seguir o fio de ouro de seu coração que naturalmente se encontra seu lugar na rede da vida.
Crer e se identificar com o fluxo, desapegar-se de seu ponto de ego com vistas ao ser Ser superior: fazer o que precisa ser feito, transmutar-se da obrigAÇÃO ao PRAZER,que todo prazer de viver se realizará.
É a realização do SerVir, a iluminação e alcance de seu pleno potencial no deVIR do SER.
No mistério da alquimia do Amor,
Laços do Amor:
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crenças,
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SerVir
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