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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O re-curso do Amor

Tem um traço em melodias que instam ao Amor e que deixam a alma saudosa de algo que não sabe o que.

É como se esta melodia sempre tivesse existido, como se essa música tivesse sempre tocado e embalado bons momentos, ritmado a vida em bons tempos que nunca voltam.

Mas como se nunca estiveram? O que então é a memória? O que são record-ações?

Não somos a convergência de interpretações de fatos do passado e conjecturas do futuro embebidos nos sentimentos atemporais presentes, onde a razão é o feixe de luz que traz clareza, nos conduz e salva do afogamento no mar de emoções?

Não somos representações de arquétipos buscando usar novas tintas, particulares combinações para universais estruturas?

Não são passado e futuro plataformas a partir das quais pensamos, atuamos e moldamos nosso presente?

Não é o Amor o re-curso que endireita o ciclo à espiral evolutiva para confirmar nossa ascece?

O impulso que motiva, a ordem que conduz, a união que confirma, o fluxo que satisfaz; afirma e sustenta o mito, herói em nós: filtra e reforça os valores em uma melhora cíclica dos ciclos.

Na faixa de Beirute, abandonando a arma de caça, o papel de caçador e de caça, sustentando o jogo, sem apego, sem fazer parte, apenas jogando, sem matar o Rei, sem perder a realeza,

sexta-feira, 14 de maio de 2010

A sinfonia do Amor

Amor é tornar-se música orquestrada; é harmonizar os 3 principais centros do corpo, colocando os chácras em sintonia.

No equilíbrio entre a tensão e o relaxamento,

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Amor, música e cheiros

Músicas e cheiros sempre nos remetem a lugares distantes em nossas mentes-corações.

Tão longe, tão perto, inexistente, desejado, imaginado, concebido, recriado; esse é o Amor, ilimitado.

No não-conceito inapreensível que é o Amor,

domingo, 26 de julho de 2009

Amor, meu complemento à Lispector

Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita... Clarice Lispector

E quando dita, finita. Encerra-se em si mesma aprisionada por conceitos e visões. Mentes, véus, impulsos, ilusões.

Liberta só estará, quando nem de palavra, nem de boca e ouvido, nem de si precisar.

Na hora da Estrela, cada segundo é Amor,

sexta-feira, 27 de junho de 2008

No ritmo do Amor

Não precisa entender a letra para sentir algo muito bom emanando de cada nota dessa música de incomum doçura.

E não é que uma tradução que chegou até a mim comprova que a abertura que a música provoca em nosso coração, esse sorriso largo que se abre em nosso peito tem fundamento?

A música é M´Bife (eu te amo), da dupla de cantores cegos de Mali Amadou & Mariam - casal que se conheceu no Instituto para Jovens Cegos de Mali e descobriu o gosto mútuo pela música e um pelo outro - é apaixonante, não concordam?

Pesquei duas citações de exemplo da tradução para o francês:

Chéri né bifé (Né bifé = M'bifé=je t'aime)

Jarabi M'bifé (jarabi=passion=mon amour?)

Que esse mantra franco-africano ecoe e lhe faça sorrir por todo o final de semana e em diante.

En bifé,