Transborda-te primeiro,
de ti ao outro,
o Amor te levará,
certeiro.
Mas principia em ti, por si,
encontra em ti o Todo que e'le'vará.
do Eu ao Tu,
do Nós ao Todo.
O mistério do Amor nasce
no manjedouro do coração;
flui através dos sentidos rumo ao infinito
em um ritmo harmônico e bonito.
Tal qual teu Ser.
Silêncio!
Ouça seu nascimento, sinta a fonte brotar em seu Ser Eu Sou, és Tu, és Ele, és Nós sem nós, um Todo sem fim em mim.
Nas margens do Eu-Tu que conduzem o Nós ao Todo,
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Amor além-margens
Laços do Amor:
beleza,
coração,
Eu Sou,
eu superior,
harmonia,
infinito,
manjedouro,
mistério,
nós,
ritmo,
sem fim,
Todo,
transbodar
sábado, 6 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
A hora do Amor
O Amor é fazer a diferença no invisível do detalhe; é Ser no puro sentido de viver.
É o caminho para o Eu superior, a ação que independe da avaliação prévia do valer ou não a pena - tudo sempre vale quando a alma não rima e se engrandece, encontrando-se no particular que pertence ao Todo, ressaltando o universal em cada exceção.
Amor é aceitar que se é, e de fato Ser; esse é o jeito, isso é Amar.
No Amor, nascimento de nossa consciência interior, valor que agrega,
É o caminho para o Eu superior, a ação que independe da avaliação prévia do valer ou não a pena - tudo sempre vale quando a alma não rima e se engrandece, encontrando-se no particular que pertence ao Todo, ressaltando o universal em cada exceção.
Amor é aceitar que se é, e de fato Ser; esse é o jeito, isso é Amar.
No Amor, nascimento de nossa consciência interior, valor que agrega,
Amor puro sentido
Colhi a flor
caida no asfalto;
quando virada pro céu
é sinal de doação.
Doa aroma,
cor e forma;
doa vida,
doa Amor.
Divina, doa o aconchego
pro olhar,
pro sentir,
pro cheirar.
Amor puro sentido;
regozijo com pouco
que é mais que todo muito
que se tem por aí e nunca dentro de si.
E ali, por entre formas e vazios,
passeava uma formiga.
Distante, solitária, morreria.
Não faria falta ao numeroso formigueiro.
Não faria falta ao Todo que a tem aqui ou acolá.
Mas faria falta a ela, não voltar ao seu lar.
Passeou por todo o Rio,
deu aulas, viu mais de uma apresentação,
comeu em restaurante
e curtiu sua abdução.
Na calada da noite
na mesma esquina
de poucas horas antes
reencontrou seu caminho.
Despediamo-nos,
a grande formiga
de meu já não mais pequeno Ser,
mais uma vez aprendendo que o Amor é o que nos leva do pequeno ao grande.
No rumo da unidade, a grande e divina união, que é o Amor, sentido de nossa existência,
caida no asfalto;
quando virada pro céu
é sinal de doação.
Doa aroma,
cor e forma;
doa vida,
doa Amor.
Divina, doa o aconchego
pro olhar,
pro sentir,
pro cheirar.
Amor puro sentido;
regozijo com pouco
que é mais que todo muito
que se tem por aí e nunca dentro de si.
E ali, por entre formas e vazios,
passeava uma formiga.
Distante, solitária, morreria.
Não faria falta ao numeroso formigueiro.
Não faria falta ao Todo que a tem aqui ou acolá.
Mas faria falta a ela, não voltar ao seu lar.
Passeou por todo o Rio,
deu aulas, viu mais de uma apresentação,
comeu em restaurante
e curtiu sua abdução.
Na calada da noite
na mesma esquina
de poucas horas antes
reencontrou seu caminho.
Despediamo-nos,
a grande formiga
de meu já não mais pequeno Ser,
mais uma vez aprendendo que o Amor é o que nos leva do pequeno ao grande.
No rumo da unidade, a grande e divina união, que é o Amor, sentido de nossa existência,
Laços do Amor:
alma,
detalhe,
eu superior,
flor,
formiga,
invisível,
partes,
puro,
Rio,
Santo Agostinho,
sentido
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Amar é cultivar o vazio
O Amor é monomito que dá vazão à toda existência, estrutura-base que possibilita a vida emergir do caos.
Amor é o todo infinito de possibilidades, o vazio que preenche a tudo e a todos e não deixa estagnar no nada.
É a janela para o jardim de oportunidades.
E é o mesmo jardim com inúmeras sementes. A cada estação e ciclo se renova a possibilidade de uma nova colheita.
Qual se quer cultivar?
Em meio a tantos desejos e interesses, qual semente despertar?
O Amor cuidará de todas, mas é no cultivo do esperado e necessário que se desabrochará em toda sua plenitude, traduzindo o anseio natural da psiquê humana em ser reconhecida especial e levada a uma existência superior.
O Amor é o que nos torna especiais exatamente ao entendermos que somos parte de um Todo, um plano maior que converge, une e procria.
Ao realizarmos nossa missão superior como Eu superior e não como ego é que nos tornamos Amor, realizando nossa plenitude co-criadora.
Na colaboração da vida 2.0 que é o Amor, divina realidade manifesta em cada um de nós - Hércules e Cinderelas do conto de fadas que são nossas vidas, realidade escrita a cada segundo, folha virada a cada respiro,
Amor é o todo infinito de possibilidades, o vazio que preenche a tudo e a todos e não deixa estagnar no nada.
É a janela para o jardim de oportunidades.
E é o mesmo jardim com inúmeras sementes. A cada estação e ciclo se renova a possibilidade de uma nova colheita.
Qual se quer cultivar?
Em meio a tantos desejos e interesses, qual semente despertar?
O Amor cuidará de todas, mas é no cultivo do esperado e necessário que se desabrochará em toda sua plenitude, traduzindo o anseio natural da psiquê humana em ser reconhecida especial e levada a uma existência superior.
O Amor é o que nos torna especiais exatamente ao entendermos que somos parte de um Todo, um plano maior que converge, une e procria.
Ao realizarmos nossa missão superior como Eu superior e não como ego é que nos tornamos Amor, realizando nossa plenitude co-criadora.
Na colaboração da vida 2.0 que é o Amor, divina realidade manifesta em cada um de nós - Hércules e Cinderelas do conto de fadas que são nossas vidas, realidade escrita a cada segundo, folha virada a cada respiro,
sábado, 25 de julho de 2009
Amor e desapego
Desapego não é indiferença, tampouco falta de amor.
O apego é do ego. Posse.
Amor de verdade é infinito, sem fronteiras, é livre e deixa ser livre.
Por Amor você deixa de lado o ciúmes e, mais do que isto, fica feliz pelo outro.
De verdade.
Se a felicidade do outro é com outra pessoa, então vá. Por que torturar aos dois ou até aos 3 apenas por uma parte de si? Egoísta isto no fundo.
Você pode parar agora e se perguntar: mas por que a outra pessoa pode exercer o seu desejo – mascarado de vontade de poder, que é o desejo do Eu superior, o desejo elevado, uma nota acima do instintivo, rumo ao divino – enquanto eu sofro e fico só?
Aqui, primeiro, uma ressalva: a dor é inevitável, o sofrimento não. Toda separação irá causar dor, mas revivê-la e ficar sofrendo é opcional e nada tem a ver com Amor. Pelo contrário, sofrimento apequena, contrai, Amor engrandece, expande.
E ficar só em uma situação onde o outro não quer simplesmente ficar conosco é melhor do que ficar mal acompanhado. Isto, dito de maneira horizontal, popular. Verticalizando a análise, poder-se-ia afirmar que as vibrações e energias já não mais se alinham harmonicamente, que o karma se exauriu.
É chegada a hora de agradecer pelos bons momentos e aprender com a situação. Sempre se aprende, este é o capricho do Amor, conhecimento puro, conquista constante, socrático na essência.
Temos também a mania de mal-dizer o outro de nosso Amor, aquele com quem o nosso ser amado está ao invés de estar conosco: pois digo que deixemos de fazer isto. Se é isso que se escolheu, deve-se respeitar o livre arbítrio alheio; talvez sejam os valores e situações que o amado curta de verdade.
Que se regozije por ter encontrado aquilo que de fato lhe satisfaz. Neste movimento, enchemo-nos os pulmões de amor oriundo deste regozijo, banhado por compaixão pelos laços terem acontecido e partido, certos de que somos todos Um na equanimidade do Amor. E que sabemos tão pouco sobre Ele, o Amor, com quem tanto aprendemos a Ser, deixando de lado o aspecto infantil e primitivo para aprender a verdadeiramente Amar como adultos e humanos, em busca do Übermensch.
Amor é a reunião do amor de um, com o amor de outro e a soma em um Todo maior que as partes.
É lógico que tudo isto é fácil de pensar, difícil de sentir e muito mais complicado de se exercer.
Mas é isto que viemos trabalhar aqui, aprender a Amar de verdade.
Na escola do Amor,
O apego é do ego. Posse.
Amor de verdade é infinito, sem fronteiras, é livre e deixa ser livre.
Por Amor você deixa de lado o ciúmes e, mais do que isto, fica feliz pelo outro.
De verdade.
Se a felicidade do outro é com outra pessoa, então vá. Por que torturar aos dois ou até aos 3 apenas por uma parte de si? Egoísta isto no fundo.
Você pode parar agora e se perguntar: mas por que a outra pessoa pode exercer o seu desejo – mascarado de vontade de poder, que é o desejo do Eu superior, o desejo elevado, uma nota acima do instintivo, rumo ao divino – enquanto eu sofro e fico só?
Aqui, primeiro, uma ressalva: a dor é inevitável, o sofrimento não. Toda separação irá causar dor, mas revivê-la e ficar sofrendo é opcional e nada tem a ver com Amor. Pelo contrário, sofrimento apequena, contrai, Amor engrandece, expande.
E ficar só em uma situação onde o outro não quer simplesmente ficar conosco é melhor do que ficar mal acompanhado. Isto, dito de maneira horizontal, popular. Verticalizando a análise, poder-se-ia afirmar que as vibrações e energias já não mais se alinham harmonicamente, que o karma se exauriu.
É chegada a hora de agradecer pelos bons momentos e aprender com a situação. Sempre se aprende, este é o capricho do Amor, conhecimento puro, conquista constante, socrático na essência.
Temos também a mania de mal-dizer o outro de nosso Amor, aquele com quem o nosso ser amado está ao invés de estar conosco: pois digo que deixemos de fazer isto. Se é isso que se escolheu, deve-se respeitar o livre arbítrio alheio; talvez sejam os valores e situações que o amado curta de verdade.
Que se regozije por ter encontrado aquilo que de fato lhe satisfaz. Neste movimento, enchemo-nos os pulmões de amor oriundo deste regozijo, banhado por compaixão pelos laços terem acontecido e partido, certos de que somos todos Um na equanimidade do Amor. E que sabemos tão pouco sobre Ele, o Amor, com quem tanto aprendemos a Ser, deixando de lado o aspecto infantil e primitivo para aprender a verdadeiramente Amar como adultos e humanos, em busca do Übermensch.
Amor é a reunião do amor de um, com o amor de outro e a soma em um Todo maior que as partes.
É lógico que tudo isto é fácil de pensar, difícil de sentir e muito mais complicado de se exercer.
Mas é isto que viemos trabalhar aqui, aprender a Amar de verdade.
Na escola do Amor,
Amor é dedicação
É você focar todos seus esforços e fluídos para dar e doar o melhor de si para que o Outro possa realizar o melhor de si: ambos dialogam e focam no Eu Superior e materializam progressos.
E sempre dedicar a ação à liberdade de todos os seres.
No enfoque superior que é o Amor,
Do ego ao self - o poder da plena realização do Amor
Muitos confundem o poder de realização do Ego com o Self: do eu inferior - pequeno, individualizado e isolado - com o Eu superior - magnânimo, individuado e unido.
Quando se reune e harmoniza em si todas as diferenças no uno que temos o potencial de espelhar, alcança-se a divinificação e o pleno potencial.
Pode-se até iniciar algo através da força cega e impulsiva do ego, mas é preciso saber se abrir para ampliar o horizonte e elevar o ganho e o valor, alcançando-se assim o pleno potencial seu e do resultado almejado.
No processo do Amor,
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Amor pleno de si
Amor não é querer ser o melhor; é dar sempre o melhor de si em toda interação: consigo, com o Outro, com o mundo.
No alcance de seu Eu superior,
quarta-feira, 15 de julho de 2009
O Amor Eu sou
Eu sou o vazio que deixo em ti. E quando torno te preencho e transbordo.
Eu sou o pulsar da vida.
Eu sou sua expansão e crescimento. O conforto e a dor.
Eu sou a morte do eu; Eu sou a ressurreição do Eu.
Eu sou o pulsar da vida.
No não-julgamento do Amor,
Laços do Amor:
conforto,
crescimento,
dor,
eu,
eu divino,
eu superior,
expansão,
vazio,
vida
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Amor interdependente
Amor só acontece quando se evolui?
Ou só o Amor evolui?
Amor é fim ou é meio?
É preciso evoluir para se poder amar verdadeiramente; por outro lado, só se evolui quando se ama verdadeiramente: o Amor enquanto fim, mas meio também.
E esse paradoxo amoroso a prática das quatro qualidades incomensuráveis ajuda a compreender e a realizar.
Pode-se até supor que a continuação e o desenvolvimento do amor parta do Eu de cada um. Mas e quando se defronta com o fato de que o Eu é ilusório e inexiste?
A única explicação plausível é a interdependência, que, no Amor, faz do meio fim e do fim um meio de sempre recomeçar melhor.
Como quando se começa um relacionamento apaixonado, amando com amor e com o Tempo e a troca interdependente, verdadeira, aberta e franca, o Ser evolui, amadurece e se forja, evoluindo para um Amor maior através do respeito e equilíbrio interdependente entre o Todo/Relação-Eu-Outro.
Esse é o aprendizado prático do Amor. E aprendemos através do Amor ou da Dor. A sabedoria nos faz alcançar o aprendizado sem dor através do Amor.
E com Amor, a compreensão e o aprendizado de perdas e da dor é potencializado e o sofrimento diminuido, em um processo que lembra a forja das melhores espadas, expostas à extremos e à pressão, inerentes a um processo único para moldar sua natureza indestrutível.
Sempre se está nesta busca de se tornar indestrutível, eterno, de se tornar o Amor, aprendendo a cada momento amorosamente, buscando o caminho do Amor, mas a aceitar amorosamente a trilha da dor quando resvalamos do caminho principal, voltando assim mais rapidamente ao mesmo do que se nos rebelarmos contra a via da dor.
O Amar é um eterno devir, um processo contínuo, cíclico de se estar sempre por chegar, sempre evoluindo amorosamente. Assim é um relacionamento, um encontro em evolução constante. E ainda há uma boa parcela que busca se acomodar.
Há os que julgam que um relacionamento duradouro funciona com os seguintes ingredientes: compatibilidade biológica, psíquica e auto-conhecimento para a manutenção do amor.
Não discordo, pelo contrário, mas penso que isto seja a base, a estrutura, a física, que necessita do processo de abertura do topo, da superestrutura, da meta-física para sair do ciclo da estagnação e o transformar em espiral ascendente da evolução dos Seres envolvidos na relação - podendo ser até o processo de ascese da alma no desvelar do auto-conhecimento e aumento da auto-estima a partir da junção do eu ao Eu Superior.
E, Superior, apenas o Amor.
Inspirado em troca com a amiga Fé, resgatada da época de escola e que também está na busca por se tornar um diamante (vajra) - translucido, luminoso, valoroso, indestrutível; como o Amor.
Na Fé do Amor,
Ou só o Amor evolui?
Amor é fim ou é meio?
É preciso evoluir para se poder amar verdadeiramente; por outro lado, só se evolui quando se ama verdadeiramente: o Amor enquanto fim, mas meio também.
E esse paradoxo amoroso a prática das quatro qualidades incomensuráveis ajuda a compreender e a realizar.
Pode-se até supor que a continuação e o desenvolvimento do amor parta do Eu de cada um. Mas e quando se defronta com o fato de que o Eu é ilusório e inexiste?
A única explicação plausível é a interdependência, que, no Amor, faz do meio fim e do fim um meio de sempre recomeçar melhor.
Como quando se começa um relacionamento apaixonado, amando com amor e com o Tempo e a troca interdependente, verdadeira, aberta e franca, o Ser evolui, amadurece e se forja, evoluindo para um Amor maior através do respeito e equilíbrio interdependente entre o Todo/Relação-Eu-Outro.
Esse é o aprendizado prático do Amor. E aprendemos através do Amor ou da Dor. A sabedoria nos faz alcançar o aprendizado sem dor através do Amor.
E com Amor, a compreensão e o aprendizado de perdas e da dor é potencializado e o sofrimento diminuido, em um processo que lembra a forja das melhores espadas, expostas à extremos e à pressão, inerentes a um processo único para moldar sua natureza indestrutível.
Sempre se está nesta busca de se tornar indestrutível, eterno, de se tornar o Amor, aprendendo a cada momento amorosamente, buscando o caminho do Amor, mas a aceitar amorosamente a trilha da dor quando resvalamos do caminho principal, voltando assim mais rapidamente ao mesmo do que se nos rebelarmos contra a via da dor.
O Amar é um eterno devir, um processo contínuo, cíclico de se estar sempre por chegar, sempre evoluindo amorosamente. Assim é um relacionamento, um encontro em evolução constante. E ainda há uma boa parcela que busca se acomodar.
Há os que julgam que um relacionamento duradouro funciona com os seguintes ingredientes: compatibilidade biológica, psíquica e auto-conhecimento para a manutenção do amor.
Não discordo, pelo contrário, mas penso que isto seja a base, a estrutura, a física, que necessita do processo de abertura do topo, da superestrutura, da meta-física para sair do ciclo da estagnação e o transformar em espiral ascendente da evolução dos Seres envolvidos na relação - podendo ser até o processo de ascese da alma no desvelar do auto-conhecimento e aumento da auto-estima a partir da junção do eu ao Eu Superior.
E, Superior, apenas o Amor.
Inspirado em troca com a amiga Fé, resgatada da época de escola e que também está na busca por se tornar um diamante (vajra) - translucido, luminoso, valoroso, indestrutível; como o Amor.
Na Fé do Amor,
Laços do Amor:
auto-conhecimento,
auto-estima,
compatibilidade biológica,
compatibilidade psíquica,
eu superior,
fé,
ilusão,
interdependência,
paradoxo,
quatro qualidades incomensuráveis,
sabedoria
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Amor - enzima catalisadora do Ser
Amor é a enzima catalisadora, o (quinto) elemento que nos falta para que a raça humana se torne a super-raça, o super-organismo individual-coletivo - tal qual uma colméia -, o Übermensch (super-homem nietzschiano) que transcenderá o 'eu quero' egóico inicialmente para o 'você tem que' submisso a dogmas até encontrar sua liberação no 'Eu quero' do Ser/Eu superior e pleno em um amoroso processo de metamorfose da superação e divinificação de nosso lado animalesco, tal qual Nietzsche nos via no estágio da evolução, apenas uma etapa entre o animal e o super-homem, belissimamente retratado no clássico 'Assim falou Zaratustra'.
Amor, enzima que criptonita alguma pode enfraquecer, que força alguma pode deter.
No Amor,
Amor, enzima que criptonita alguma pode enfraquecer, que força alguma pode deter.
No Amor,
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Amor, a maior vivência
Só através do Amor é que quanto mais se conhece, mais se vivencia.
Estar junto pelas qualidades é superficial. Estar junto pelos defeitos é por vezes profundo e intenso demais. É no equilíbrio entre ambos que se encontra o Amor sustentável - entre o eterno e imutável divino e o perecível e cíclico carnal.
É no Amor que se está junto para evoluir e curar duas almas, que juntas ajudam na cura coletiva.
O Amor familiar é o fundamento do Amor social, pedra fundamental para o Amor universal. Por sua vez o Amor conjugal é a base para o familiar – com extensões aos demais entes - e encontra suas raízes no Amor próprio, que por sua vez se estabelece no contato com seu Eu divino.
Nem o coletivo comunista, tampouco o individualismo consumista capitalista: façamos surgir a partir de nós a sociedade fraternal em pleno equilíbrio entre o Eu e o Outro (alter).
Vivenciar sua existência através do Amor é o primeiro passo para salvarmos o planeta.
No Amor,
Estar junto pelas qualidades é superficial. Estar junto pelos defeitos é por vezes profundo e intenso demais. É no equilíbrio entre ambos que se encontra o Amor sustentável - entre o eterno e imutável divino e o perecível e cíclico carnal.
É no Amor que se está junto para evoluir e curar duas almas, que juntas ajudam na cura coletiva.
O Amor familiar é o fundamento do Amor social, pedra fundamental para o Amor universal. Por sua vez o Amor conjugal é a base para o familiar – com extensões aos demais entes - e encontra suas raízes no Amor próprio, que por sua vez se estabelece no contato com seu Eu divino.
Nem o coletivo comunista, tampouco o individualismo consumista capitalista: façamos surgir a partir de nós a sociedade fraternal em pleno equilíbrio entre o Eu e o Outro (alter).
Vivenciar sua existência através do Amor é o primeiro passo para salvarmos o planeta.
No Amor,
Laços do Amor:
alma,
amor sustentável,
amor universal,
capitalismo,
coletivismo,
comunismo,
consumismo,
eu divino,
eu superior,
família,
individualismo,
planeta,
salvação,
vivência
domingo, 15 de junho de 2008
Visão pura - ver amor em tudo
O sagrado é o outro.
A salvação está na união incondicional, abandonados os egos e fortalecidos os 'Eus Superiores' em harmônica comunhão.
No amor
A salvação está na união incondicional, abandonados os egos e fortalecidos os 'Eus Superiores' em harmônica comunhão.
No amor
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