Mostrando postagens com marcador salvação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador salvação. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Quo vadis in chaos, Amor?

Por onde vou?
Por que voo?
Em que ando?

Nas asas do destino,
com a im-pulsão do livre arbítrio
cumprindo a vontade imperatriz.

Liberto o jugo da métrica e harmonia
quantas linhas tem uma estrofe
kd a gramática até a pontuação deixo pra trás
nexo mete a rima no tal verso
assim atravesso a orquestra e detono a sinfonia
maestro de mim mesmo
livre sem sentido seguindo apenas o coração
seu ritmo, minha pulsão.

É o caos que reina no acaso
- que não existe.
Sou o caos que reino no meu ocaso
- que não existe.

Só existe o ciclo sem fim:
depois do ocaso nasce uma estrela em mim.
Re-nasce cada vez mais forte e confirma o devir
é o Ser amadurecendo, aprendendo a SerVir.

Solar não é tão fácil,
constelar ainda muito mais difícil.

Amigo, aviso:
quando o segundo sol chegar
chegou a hora de poder compartilhar
sem máscaras e improviso.

Para o caos humanizar
vou voando o cosmos es-colher.
Foi em meio ao caos que pude perceber
quais sementes eram férteis para então fecundar.

Cessa a rima,
é preciso explicar:
a poesia não invalida a prosa
antes de tudo a completa, torna-a plena, amorosa.

Por onde vou?

Voo nas asas do Amor fati, confirmo livremente meu destino, afirmo o melhor e o pior de mim, me responsabilizo por minha evolução, dou-me o sentido, dou-me a liberdade de sentir, dou-me a liberdade de viver, dou-me a liberdade de ser pleno; doou-me, pois sou pleno e é dando que me percebo; só há caos porque ainda não me compreendo, o meu cosmo é a minha parte que aceito e compreendo por inteiro.

Por onde ando, quem sou?

Sou um espelho da vida, reflexo de mim mesmo, eternidade projetada em um instante, Ser pulsante vivendo entre o nascer e o morrer, sobretudo amante.

Em que acredito?

Apenas no Amor, verdade única, multifacetada, caminho instantâneo de realização, vida, êxtase, superação.

O que rego?

As sementes das pontes, da equanimidade, do regozijo, da compaixão, do além-ego.

Assim me despeço deste esboço, pedaço de mim, pedaço de papel, pedaço de vida, pedaço de céu, pedaço que se completa com seu comentário ou versão. Somos, como a vida, um quebra-cabeça em busca de explicação.

Agora, se faz sentido pra você ou não, não sou eu quem respondo - nem ninguém! -, apenas a razão que emana de seu coração.

Por onde vou no caos, Amor? Realizar o meu sentido cósmico.

No caminho são, onde loucura é redenção, caos aceitação e cosmos salvação, que me arrebata à harmonia, beleza e ordem, trindade co-criada, tripé que sustenta minha vida, sustentabilidade divina, rede com que interajo e co-crio a realidade a partir de Todo o vazio,

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Amor é saber o que não salvar

Por vezes, mais por apego, queremos salvar tudo, indo contra o ciclo natural da vida, salvando coisas – pessoas, situações, valores, objetos – que simplesmente deveriam “ir com o fluxo do tempo”.

Assim criam-se aberrações que atormentam e geram atrito no fluxo, diminuindo o Amor e dando espaço para a dor e o ódio.

Amor é também dizer não, saber quando partir e deixar-se-ir. Neste sentido, Amor é também saber morrer.

É a suma sabedoria de que somos Todos um e que não há necessidade de apego, que tudo converge para um fim sustentável, onde as partes se harmonizam natural e eternamente no fluxo.

Na salvação da escolha que confirma o destino,

domingo, 4 de abril de 2010

Amor antidoto

O Amor é antidoto aos equivocos e desentendimentos, é a dose de abertura necessária aplicada com bondade que nos (e)leva a compr os elementos dentro de um plano superior, além das noções dualistas que freiam nossa evolução.

É a coragem de se desprender de ambas as margens, do gostar e do não-gostar, do apego e da aversão, do eu e do outro e assim, compassivamente, fluir no rio da vida que a todos transmuta, evolui e conduz a desaguar no Todo.

É a salvação da gota em pleno oceano, é a força do ciclo das águas - rio, mar, chuva -, emoção em devir orquestrada pela Luz da razão: tornar-se pleno e liberto para auxiliar à todos, quer longe ou perto.

No fluir bodisatva que habita em nós,

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Missão amorosa

  • Sublimar as paixões e se entregar ao conhecimento de nossa natureza amorosa.

O Amor é mais que uma emoção, é o equilíbrio entre corpo-fala-mente, corpo-mente-espírito - que muitos confundem com a torpez da findável paixão e que cega os demais sentidos.

E, segundo Santo Agostinho, para quem amor é desejo e assim deve se dirigir a algo - mesmo pensamento compartilhado por Lama Tsering Everest, para quem Amor apenas se dá -, é o Amor que permite conhecer, pois é Ele o impulso (desejo) para e pelo o outro.

Neste sentido, o Amor próprio - auto-estima - é a chave para se unificar a compreensão de sua pluralidade, o que lhe tornará Uno.

  • Escapar das teias de ilusão, levantar-lhe os véus e entregar-se cegamente ao Amor.
Não pense aqui que estou apenas a filosofar ou dar tons poéticos a uma aparente contradição. Amar transcende e compreende em si também as contradições, mas não é este o ponto. Trata-se muito mais da afirmação de que deve-se por um lado racionalizar para não se iludir, por outro entregar-se com fé para poder vivenciar de fato a elevação que o Amor proporciona.
  • Intuir, ao escutar de sua diposição interior, seu caminho evolutivo.
O exterior está constantemente nos oferecendo viagens para embarcarmos. Recuse delicadamente e fique com o tíquete de acesso ao seu coração - entre em contato com Ele e escute o destino que Ele lhe dirá. A centelha divina nEle presente tem o melhor caminho traçado para ti: é o caminho do Amor.

É a Salvação, que segundo Spinoza, é a felicidade aqui, é não estar sujeito às paixões, é ser agente, não passivo, é ter conhecimento e agir de acordo com.

E o único e verdadeiro conhecimento, eterno, se encontra no âmago de seu Ser, selado em seu coração. Só você tem acesso a Ele, ao seu Eu divino, o caminho para seu Eu Superior, o mapa do caminho, o livro da Verdade, a história de sua Vida.

Medite no Amor,

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Amor – espiral helicoidal ascendente evolutiva


Força Eletromotriz (FÉ) da alma, o Amor é o impulso que nos faz evoluir na espiral da vida, tal qual galgando os degraus da espiral do DNA, em busca de nos tornarmos divinos-humanos. É o coletor de força através da união incondicional motivada pela visão pura que filtra os fenômenos e nos confere acesso ao númeno.

Sentimentos contrários – os chamados venenos da mente - levam à estagnação e até a involução na espiral da vida.

Amar a si próprio, sem egoísmo e egocentrismo, é o primeiro passo para acessar a sabedoria e assim a salvação, de si e do planeta: ter o planeta como meta-mor auxilia na metamorfose pessoal em busca da melhoria individual, pois serve de um estímulo a mais e nos conscientiza de nosso papel e responsabilidade como raça eleita pela razão para conduzir este planeta de maneira sustentável.

No amor,

Amor, a maior vivência

Só através do Amor é que quanto mais se conhece, mais se vivencia.

Estar junto pelas qualidades é superficial. Estar junto pelos defeitos é por vezes profundo e intenso demais. É no equilíbrio entre ambos que se encontra o Amor sustentável - entre o eterno e imutável divino e o perecível e cíclico carnal.

É no Amor que se está junto para evoluir e curar duas almas, que juntas ajudam na cura coletiva.

O Amor familiar é o fundamento do Amor social, pedra fundamental para o Amor universal. Por sua vez o Amor conjugal é a base para o familiar – com extensões aos demais entes - e encontra suas raízes no Amor próprio, que por sua vez se estabelece no contato com seu Eu divino.

Nem o coletivo comunista, tampouco o individualismo consumista capitalista: façamos surgir a partir de nós a sociedade fraternal em pleno equilíbrio entre o Eu e o Outro (alter).

Vivenciar sua existência através do Amor é o primeiro passo para salvarmos o planeta.

No Amor,

domingo, 15 de junho de 2008

Visão pura - ver amor em tudo

O sagrado é o outro.

A salvação está na união incondicional, abandonados os egos e fortalecidos os 'Eus Superiores' em harmônica comunhão.

No amor